
Um milhão de estudantes da rede estadual de ensino iniciam, a partir de 29 de fevereiro, as aulas do ano letivo de 2016. Devido às greves realizadas por professores da rede no ano passado, parte das instituições de ensino vão concluir o calendário letivo de 2015 em 26 de fevereiro.
Mesmo com calendários distintos no ano passado, de acordo com a adesão das escolas à paralisação, em 2016 foi elaborado um calendário único. “Nossa preocupação é que não haja prejuízo pedagógico aos estudantes, pois 2015 foi um ano bastante atípico, devido às paralisações. O calendário escolar para 2016 inclui os 200 dias e 800 horas previstas na Lei de Diretrizes e Bases (LDB)”, afirma a superintendente da Educação, Fabiana Cristina Campos.
O novo calendário estabelece um recesso entre os dias 18 e 27 de julho e o fim das aulas em 21 de dezembro de 2016 e foi definido durante encontro com a equipe da Secretaria da Educação e os chefes dos 32 Núcleos Regionais de Educação (NREs). Para a APP, a manutenção do recesso foi uma conquista da categoria. “O recesso de julho foi mantido conforme a indicação da APP nas últimas reuniões de negociação. Defendíamos que a proposta inicial da Seed, de apenas uma semana de recesso, era inviável para os alunos e trabalhadores”, afirma o Secretário de Comunicação da APP-Sindicato, Luiz Fernando Rodrigues.
MATRÍCULAS
De acordo com a Secretaria da Educação, até 29 de janeiro será estabelecido o levantamento das vagas remanescente e que vão ser disponibilizadas para novas matrículas. Entre 1º e 12 de fevereiro, os alunos de todas as séries e modalidades de ensino, de outras redes de ensino, de outros municípios ou estados podem fazer a solicitação destas vagas.
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