Sempre bom estar na minha querida Ourizona, dessa vez pra prestigiar a nossa tradicional Festa do Milho. Ao lado da família, dos amigos e amigas e do companheiro Beto Vizzotto (Carlos Alberto Vizzotto), pré-candidato a deputado estadual.
terça-feira, junho 23, 2026
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Acidente em Laranjeiras do Sul - Veículo fura preferencial , bate em um Astra e foge
Acidente em Laranjeiras do Sul
PEDIU BOTINA, GANHOU A DEMISSÃO?
PEDIU BOTINA, GANHOU A DEMISSÃO?
Tem coisa que só acontece em Laranjeiras do Sul.
Segundo documentos, mensagens e relatos encaminhados ao Olho Aberto Paraná, um coletor de lixo afirma ter sido dispensado pela empresa responsável pela coleta logo após reclamar das condições de trabalho e cobrar equipamentos básicos para exercer sua função.
Isso mesmo.
O trabalhador diz que precisava de botina.
Precisava de capa de chuva.
Precisava do mínimo para trabalhar.
E agora está desempregado.
Coincidência?
Pode ser.
Mas é uma coincidência que merece explicação.
As mensagens obtidas pelo blog mostram o trabalhador cobrando a empresa sobre a situação dos equipamentos.
Em determinado momento ele afirma que foi trabalhar e que não havia botina disponível.
Pouco tempo depois veio a notícia que ninguém gosta de receber:
"Seu contrato não será renovado."
Pronto.
Fim de conversa.
Fim do emprego.
Fim da renda.
Fim da tranquilidade de quem depende do salário para colocar comida dentro de casa.
Do outro lado, a empresa sustenta que os equipamentos foram entregues e que existem documentos assinados comprovando o recebimento dos EPIs.
Perfeito.
Então que tudo seja apresentado.
Que tudo seja esclarecido.
Porque existe uma diferença enorme entre entregar um equipamento meses atrás e garantir que ele continue em condições adequadas de uso.
E é justamente aí que mora a polêmica.
O trabalhador encaminhou imagens da botina que estaria utilizando e afirma que vinha pedindo substituição há semanas.
Mais do que isso.
Em mensagens posteriores demonstra abatimento e tristeza com a situação.
"Precisava mesmo desse serviço."
Talvez essa seja a frase mais pesada de toda a história.
Porque enquanto gestores discutem contratos, relatórios e procedimentos internos, existe uma pessoa do outro lado tentando entender como saiu do trabalho para o desemprego em questão de horas.
Mas existe uma pergunta ainda maior.
Onde está a Prefeitura?
A coleta de lixo é um serviço público.
O contrato é público.
O dinheiro é público.
A fiscalização deveria ser pública.
Ou será que a administração municipal só aparece para tirar foto quando tudo está funcionando?
Quando surgem denúncias envolvendo trabalhadores, silêncio.
Quando aparecem reclamações, silêncio.
Quando surge uma demissão cercada de questionamentos, silêncio.
A população merece respostas.
O trabalhador merece respostas.
E a cidade merece saber se estamos diante de uma mera coincidência administrativa ou de algo muito mais grave.
Porque se reclamar de condições de trabalho virou motivo para perder o emprego, o problema já não está apenas na coleta de lixo.
O problema está na forma como algumas pessoas estão sendo tratadas.
E isso interessa a todos.
Principalmente aos milhares de trabalhadores que amanhã cedo acordarão, colocarão suas botas e irão trabalhar imaginando se reclamar de alguma coisa pode custar o próprio emprego.
Em Laranjeiras do Sul, ao que tudo indica, pedir uma botina pode sair mais caro do que muita gente imagina.
Momento histórico! Assinatura do convênio que garante R$ 24,7 milhões em investimentos da Itaipu Binacional para ampliar o Parque Científico e Tecnológico da UTFPR Campus Medianeira
Momento histórico! Assinatura do convênio que garante R$ 24,7 milhões em investimentos da Itaipu Binacional para ampliar o Parque Científico e Tecnológico da UTFPR Campus Medianeira, ao lado da deputada Gleisi Hoffmann, do diretor geral da Itaipu, Enio Verri e do diretor superintendente do Itaipu Parquetec, Irineu Colombo.
Laranjeiras do Sul e os buracos do estagiário do viola
segunda-feira, junho 22, 2026
CHUVA, FRIO E DESCASO: NEM OS COLETORES DE LIXO ESCAPAM DO DESGOVERNO DO ESTAGIÁRIO
Se existe uma categoria que merece respeito em qualquer cidade, é a dos coletores de lixo.
Faça sol.
Faça frio.
Lá estão eles.
Enquanto muitos ainda estão dormindo, eles já estão trabalhando para manter a cidade limpa.
Moradores registraram nesta segunda-feira uma situação que revolta qualquer cidadão minimamente consciente. Segundo as denúncias, equipes da coleta de lixo estariam trabalhando debaixo de chuva, enfrentando frio e condições adversas sem sequer possuir os equipamentos adequados para proteção.
Como se não bastasse, surgem relatos de que a equipe estaria operando com menos trabalhadores do que o necessário para a execução do serviço.
A pergunta é simples:
Quem fiscaliza esse contrato?
Aliás, existe fiscalização?
Porque nos últimos meses o que mais se vê é propaganda.
É postagem.
É vídeo.
É anúncio.
É prefeito aparecendo para foto.
Mas quando chega a hora de fiscalizar o básico, a população é quem acaba fazendo o trabalho que deveria ser da Prefeitura.
Primeiro vieram as reclamações das estradas.
Depois os problemas do transporte escolar.
Agora surgem denúncias envolvendo a coleta de lixo.
Qual será o próximo capítulo?
O cidadão paga imposto.
A Prefeitura paga a empresa.
Mas aparentemente sobra para o trabalhador enfrentar chuva e frio sem a estrutura necessária.
E aí surge outra dúvida.
Será que alguém do alto escalão da Prefeitura teria coragem de passar uma manhã inteira pendurado na traseira de um caminhão de lixo, enfrentando chuva gelada, sem a proteção adequada?
É fácil falar de valorização do trabalhador em discurso.
Difícil é garantir condições dignas para quem está na rua fazendo o serviço pesado.
O mais curioso é que a atual gestão vendeu durante a campanha a ideia de eficiência, modernidade e competência administrativa.
Mas a cada semana aparece uma nova reclamação.
Uma nova denúncia.
Um novo problema.
Uma nova demonstração de que o discurso de campanha está cada vez mais distante da realidade enfrentada pela população.
A mudança prometida virou cobrança.
A esperança virou decepção.
E agora nem os coletores de lixo escapam da conta.
Porque quando falta fiscalização, sobra sofrimento para quem trabalha.
E quando o trabalhador está na chuva sem proteção, a culpa não é da chuva.
A cidade vê.
A população registra.
E o desgoverno continua colecionando capítulos.
SE TÁ RUIM PARA NÓS, MEROS ELEITORES, IMAGINA PARA ELE: VIVER À SOMBRA DE BERTO SILVA E TER QUE PEGAR EMPRESTADA A PAISAGEM DE GUARAPUAVA
SE TÁ RUIM PARA NÓS, MEROS ELEITORES, IMAGINA PARA ELE: VIVER À SOMBRA DE BERTO SILVA E TER QUE PEGAR EMPRESTADA A PAISAGEM DE GUARAPUAVA
A política tem situações curiosas.
E às vezes a realidade consegue ser mais criativa que qualquer sátira.
Nesta semana começou a circular nas redes sociais uma peça publicitária da Prefeitura de Laranjeiras do Sul comemorando mais um passo para a instalação da Cooperativa Lar no município.
Até aí, tudo certo.
A chegada de investimentos, empresas e geração de empregos deve mesmo ser comemorada.
O problema começou quando alguns observadores mais atentos resolveram olhar além das letras garrafais e perceberam um detalhe um tanto quanto constrangedor.
A imagem utilizada para ilustrar a suposta paisagem de Laranjeiras do Sul simplesmente não parece ser Laranjeiras do Sul.
Pior.
Segundo diversos internautas, a fotografia aérea utilizada na arte se parece muito mais com Guarapuava do que com a Capital da Amizade.
E aí surgiu a pergunta que tomou conta dos grupos de WhatsApp:
"Será que até o marketing da Prefeitura desistiu de encontrar uma imagem bonita de Laranjeiras do Sul?"
É claro que a pergunta vem carregada de ironia.
Mas ela expõe um problema político maior.
Quando uma gestão precisa recorrer a imagens de outra cidade para vender a ideia de progresso local, alguma coisa está fora do lugar.
Imagine a cena.
A equipe de comunicação sentada diante do computador procurando uma foto para ilustrar as conquistas da administração.
Procura daqui.
Procura dali.
E alguém solta:
"Não tem uma foto melhor?"
E a solução encontrada teria sido buscar inspiração no quintal do vizinho.
Se a imagem realmente for de Guarapuava, o episódio vai muito além de uma simples falha de marketing.
Transforma-se numa metáfora involuntária do momento político vivido pela atual administração.
Porque existe uma verdade difícil de esconder:
Boa parte das grandes transformações estruturais de Laranjeiras do Sul nos últimos anos carrega a marca da gestão anterior.
Parque Industrial.
Investimentos privados.
Projetos estruturantes.
Expansão econômica.
Captação de empresas.
Muitas das bases foram lançadas muito antes da atual administração assumir o comando do município.
E talvez esteja aí o grande drama político.
Governar uma cidade já comparada constantemente ao legado de Berto Silva não deve ser tarefa simples
Cada obra é comparada.
Cada anúncio é comparado.
Cada investimento é comparado.
Cada promessa é comparada.
E quando os resultados próprios ainda não conseguem produzir uma identidade administrativa forte, surge um fenômeno perigoso: a gestão passa a viver permanentemente à sombra do passado.
Se está difícil para os eleitores lidarem com as comparações, imagine para quem precisa governar todos os dias sob esse peso.
Talvez por isso o marketing tenha decidido ampliar o horizonte.
Literalmente.
O problema é que, ao que tudo indica, ampliou tanto que foi parar em outra cidade.
A situação gerou risos, memes e comentários nas redes sociais.
Mas também produziu uma reflexão interessante.
Laranjeiras do Sul possui belezas próprias.
Possui identidade própria.
Possui história própria.
Possui imagens suficientes para ilustrar qualquer campanha institucional.
Por isso, se a fotografia realmente não pertence ao município, a pergunta permanece no ar:
Foi apenas um erro da agência?
Foi descuido da equipe de comunicação?
Ou até o marketing já está sentindo dificuldade para colorir de verde o cenário cada vez mais cinza da atual administração?
Uma coisa é certa.
Quando a população começa a reconhecer a paisagem do vizinho antes de reconhecer a própria cidade numa propaganda oficial, o problema deixa de ser apenas de fotografia.
Passa a ser de percepção.
E percepção, na política, costuma custar muito mais caro que uma simples imagem de banco de dados.
Enquanto isso, os grupos de WhatsApp seguem fazendo aquilo que fazem de melhor.
L
Rindo.
Porque uma coisa é usar a sombra de um antecessor.
Outra bem diferente é precisar usar a paisagem do vizinho.
NOTA OFICIAL NÃO BASTA: CÂMARA PRECISA APURAR CASO DE VEREADOR PRESO E TODAS AS DENÚNCIAS DE VIOLÊNCIA DENTRO DA CASA DE LEIS
A Câmara de Vereadores de Laranjeiras do Sul divulgou nesta segunda-feira (22) uma nota oficial informando ter tomado conhecimento da prisão do vereador Márcio Gonçalves, o "Márcio dos Alexandre", ocorrida no último sábado.
Na nota, a Mesa Diretora afirma repudiar toda e qualquer forma de violência e informa que aguardará acesso às informações oficiais do processo, que tramita sob segredo de justiça, antes de deliberar sobre eventual convocação da Comissão de Ética.
Até aí, tudo dentro da formalidade.
O problema é que a população não está cobrando apenas uma nota.
Está cobrando atitude.
Está cobrando coerência.
Está cobrando que a Câmara Municipal demonstre, na prática, que os princípios da ética, da moralidade e da responsabilidade pública não são apenas palavras bonitas impressas em papel timbrado.
Porque a verdade é que o episódio da prisão do vereador abriu uma discussão muito maior do que o fato isolado.
E existe uma pergunta que ninguém consegue ignorar:
Por que a Comissão de Ética ainda não foi convocada sequer para analisar preliminarmente a situação?
Ninguém está pedindo condenação antecipada.
Ninguém está defendendo julgamento sem provas.
Ninguém está propondo atropelar o devido processo legal.
Mas também não é razoável que a Câmara utilize o segredo de justiça como escudo para permanecer inerte diante de um fato que ganhou repercussão estadual e atingiu diretamente a imagem do Poder Legislativo.
Mais do que isso.
Se a Câmara afirma repudiar toda e qualquer forma de violência, então precisa demonstrar que essa posição vale para todos os casos.
E não apenas para aqueles que se tornam públicos após intervenção policial.
A população sabe que o ambiente político local já foi palco de episódios de tensão, intimidações, constrangimentos e denúncias envolvendo comportamentos incompatíveis com a função pública.
Inclusive situações envolvendo mulheres que, segundo relatos amplamente comentados nos bastidores políticos da cidade, teriam sido alvo de ameaças e intimidações.
Se houve abusos, precisam ser investigados.
Se houve excessos, precisam ser esclarecidos.
Porque ética não pode ser seletiva.
A Comissão de Ética não pode existir apenas para ornamentar o Regimento Interno.
Ela existe para proteger a credibilidade da instituição.
E existe ainda uma questão política que começa a ganhar força entre os cidadãos.
Se o vereador envolvido não integrasse a base de sustentação do governo municipal, a reação da Câmara seria exatamente a mesma?
Ou a Comissão de Ética já estaria reunida extraordinariamente?
É uma pergunta dura.
Mas é uma pergunta legítima.
Porque a confiança nas instituições não depende apenas da legalidade dos atos praticados.
Depende da percepção de imparcialidade.
E neste momento cresce entre parte da população a sensação de que existe cautela excessiva quando o caso envolve um parlamentar alinhado ao grupo político que hoje possui maioria dentro do Legislativo.
A Câmara tem todo o direito de aguardar documentos oficiais.
O que não pode é transmitir à sociedade a impressão de proteção política.
O cidadão comum responde por seus atos.
O agente público também deve responder.
Aliás, com responsabilidade ainda maior, porque ocupa um cargo sustentado pelo voto popular.
A nota oficial fala em transparência.
Fala em legalidade.
Fala em respeito à dignidade da pessoa humana.
Excelente.
Agora é hora de transformar discurso em ação.
Porque transparência não é publicar nota.
É apurar fatos.
Legalidade não é emitir comunicado.
É instaurar procedimentos quando necessários.
E respeito à população não é pedir paciência indefinidamente.
É demonstrar que ninguém está acima do escrutínio público.
Nem oposição.
Nem situação.
Nem aliados.
Nem adversários.
A Câmara Municipal de Laranjeiras do Sul está diante de uma escolha.
Pode esconder-se atrás da burocracia, dos prazos e das formalidades.
Ou pode demonstrar independência, abrir os procedimentos cabíveis e permitir que todos os fatos sejam devidamente esclarecidos.
E desta vez, uma nota oficial talvez não seja suficiente para responder às perguntas que ecoam dentro e fora do plenário.
Nota oficial da Camara de Vereadores de Laranjeiras do Sul referente a prisão do Vereador Márcio dos Alexandre
Vem aí um novo reforço para a saúde de Curitiba
Com investimento de R$ 98 milhões do Governo do Estado, o Hospital Bairro Novo será construído no Sítio Cercado para ampliar o atendimento de saúde na Capital.
A nova estrutura vai contar com 235 leitos de internação, incluindo 30 leitos de UTI, quatro salas cirúrgicas e 13,6 mil m² de área construída.
Na prática? Mais capacidade para realizar cerca de 10,7 mil internações, 6 mil cirurgias e 27 mil consultas especializadas por ano, além de milhares de exames.
Mais estrutura, mais agilidade e mais saúde para quem vive em Curitiba.
EM VIDEO RPC DESTACA CASO DO VEREADOR PRESO EM LARANJEIRAS DO SUL
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Publicado há 4 horas




