Se existe uma categoria que merece respeito em qualquer cidade, é a dos coletores de lixo.
Faça sol.
Faça frio.
Faça chuva.
Lá estão eles.
Enquanto muitos ainda estão dormindo, eles já estão trabalhando para manter a cidade limpa.
Lá estão eles.
Enquanto muitos ainda estão dormindo, eles já estão trabalhando para manter a cidade limpa.
Mas em Laranjeiras do Sul parece que até isso virou problema.
Moradores registraram nesta segunda-feira uma situação que revolta qualquer cidadão minimamente consciente. Segundo as denúncias, equipes da coleta de lixo estariam trabalhando debaixo de chuva, enfrentando frio e condições adversas sem sequer possuir os equipamentos adequados para proteção.
Como se não bastasse, surgem relatos de que a equipe estaria operando com menos trabalhadores do que o necessário para a execução do serviço.
A pergunta é simples:
Quem fiscaliza esse contrato?
Aliás, existe fiscalização?
Porque nos últimos meses o que mais se vê é propaganda.
É postagem.
É vídeo.
É anúncio.
É prefeito aparecendo para foto.
Mas quando chega a hora de fiscalizar o básico, a população é quem acaba fazendo o trabalho que deveria ser da Prefeitura.
Primeiro vieram as reclamações das estradas.
Depois os problemas do transporte escolar.
Agora surgem denúncias envolvendo a coleta de lixo.
Qual será o próximo capítulo?
O cidadão paga imposto.
A Prefeitura paga a empresa.
Mas aparentemente sobra para o trabalhador enfrentar chuva e frio sem a estrutura necessária.
E aí surge outra dúvida.
Será que alguém do alto escalão da Prefeitura teria coragem de passar uma manhã inteira pendurado na traseira de um caminhão de lixo, enfrentando chuva gelada, sem a proteção adequada?
É fácil falar de valorização do trabalhador em discurso.
Difícil é garantir condições dignas para quem está na rua fazendo o serviço pesado.
O mais curioso é que a atual gestão vendeu durante a campanha a ideia de eficiência, modernidade e competência administrativa.
Mas a cada semana aparece uma nova reclamação.
Uma nova denúncia.
Um novo problema.
Uma nova demonstração de que o discurso de campanha está cada vez mais distante da realidade enfrentada pela população.
Moradores registraram nesta segunda-feira uma situação que revolta qualquer cidadão minimamente consciente. Segundo as denúncias, equipes da coleta de lixo estariam trabalhando debaixo de chuva, enfrentando frio e condições adversas sem sequer possuir os equipamentos adequados para proteção.
Como se não bastasse, surgem relatos de que a equipe estaria operando com menos trabalhadores do que o necessário para a execução do serviço.
A pergunta é simples:
Quem fiscaliza esse contrato?
Aliás, existe fiscalização?
Porque nos últimos meses o que mais se vê é propaganda.
É postagem.
É vídeo.
É anúncio.
É prefeito aparecendo para foto.
Mas quando chega a hora de fiscalizar o básico, a população é quem acaba fazendo o trabalho que deveria ser da Prefeitura.
Primeiro vieram as reclamações das estradas.
Depois os problemas do transporte escolar.
Agora surgem denúncias envolvendo a coleta de lixo.
Qual será o próximo capítulo?
O cidadão paga imposto.
A Prefeitura paga a empresa.
Mas aparentemente sobra para o trabalhador enfrentar chuva e frio sem a estrutura necessária.
E aí surge outra dúvida.
Será que alguém do alto escalão da Prefeitura teria coragem de passar uma manhã inteira pendurado na traseira de um caminhão de lixo, enfrentando chuva gelada, sem a proteção adequada?
É fácil falar de valorização do trabalhador em discurso.
Difícil é garantir condições dignas para quem está na rua fazendo o serviço pesado.
O mais curioso é que a atual gestão vendeu durante a campanha a ideia de eficiência, modernidade e competência administrativa.
Mas a cada semana aparece uma nova reclamação.
Uma nova denúncia.
Um novo problema.
Uma nova demonstração de que o discurso de campanha está cada vez mais distante da realidade enfrentada pela população.
Enquanto isso, o prefeito que um dia foi apresentado como símbolo da mudança parece cada vez mais afundado em problemas de gestão.
A mudança prometida virou cobrança.
A esperança virou decepção.
E agora nem os coletores de lixo escapam da conta.
Porque quando falta fiscalização, sobra sofrimento para quem trabalha.
E quando o trabalhador está na chuva sem proteção, a culpa não é da chuva.
A mudança prometida virou cobrança.
A esperança virou decepção.
E agora nem os coletores de lixo escapam da conta.
Porque quando falta fiscalização, sobra sofrimento para quem trabalha.
E quando o trabalhador está na chuva sem proteção, a culpa não é da chuva.
A culpa é de quem deveria estar fiscalizando e não está.
A cidade vê.
A população registra.
E o desgoverno continua colecionando capítulos.
A cidade vê.
A população registra.
E o desgoverno continua colecionando capítulos.
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