terça-feira, julho 29, 2014

Quedas do Iguaçu:AMARILDO LUZITANI TOMA POSSE COMO NOVO PREFEITO DE QUEDAS DO IGUAÇU.

Na sexta-feira (25/07) o prefeito de Quedas do Iguaçu Edson Prado (Jacaré), transmitiu o cargo ao vice-prefeito Amarildo Luzitani, o vice-prefeito assume o cargo interinamente, enquanto o prefeito pega férias.
O prefeito em exercício, faz sua primeira reunião com o secretariado e assessoria, no mesmo dia de transmissão do cargo, quando deve traçar metas e prioridades para semana.
Ele destaca que se sente tranquilo quanto a essa tarefa, pois dará continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido pelo prefeito (Jacaré) e equipe.

Laranjeiras do Sul:Senador Roberto Requião estará nesta terça-feira em evento no clube Operário

O Senador Roberto Requião estará nesta terça-feira em um evento regional do PMDB, o evento será realizado as 19 horas nas dependências do clube Operário, no bairro Cristo Rei.

O PMDB de Laranjeiras do sul convida a comunidade em geral a participar do evento supra-partidário.


Paraná: o terceiro estado mais competitivo do Brasil

(*) Gilmar Mendes Lourenço

Estudo preparado pela empresa de Consultoria Britânica Economist Intelligence Unit (EIU), com a cooperação do Centro de Liderança Pública (CLP), entidade brasileira, apurou que o Estado Paraná suplantou o Rio Grande do Sul e Minas Gerais em clima de negócios e capacidade de atração de investimentos, entre 2011 e 2013, passando da quinta para a terceira posição no ranking nacional, ficando atrás apenas de São Paulo e do Rio de Janeiro.

A mais recente pesquisa, efetuada entre abril de 2013 e abril de 2014, consistiu em uma avaliação dos aspectos gerais ligados à competitividade de cada unidade federativa do País, com ênfase para os cenários político e econômico, as condições infraestruturais e de regulação, o estoque e fluxo de recursos humanos, além de indicadores de criminalidade, inovação e sustentabilidade.

De acordo com o trabalho, o Paraná teria exibido avanços nas vendas internacionais do agronegócio, na renda per capita, nos dispêndios realizados pelo setor privado com pesquisa e desenvolvimento e nos estímulos fiscais direcionados às políticas ambientais.

Na verdade, em contraposição ao panorama desanimador, em âmbito nacional, embora esteja longe de representar o papel de uma ilha de prosperidade num oceano de instabilidade, o Paraná perseguiu, intransigentemente, no intervalo de tempo compreendido entre 2011 e julho de 2014, a recuperação, de modo sincronizado entre governo e atores privados, de um conjunto de mecanismos e instituições capazes de, ao mesmo tempo, produzir defesas em períodos cadentes da economia brasileira e assumir funções de autênticas molas propulsoras em estágios de reativação da rota do crescimento.

É fácil perceber que a base econômica regional vem atravessando uma etapa de intensificação da diversificação de sua matriz produtiva, fruto da preparação e execução de um arranjo institucional, alicerçado na participação ampla e efetiva da maioria dos entes representativos da sociedade paranaense, mirando a montagem de um programa de desenvolvimento para o Estado.

Daí a formação da carteira de mais de R$ 35,0 bilhões em projetos de investimentos industriais privados, nacionais e multinacionais, atraídos pelo Programa Paraná Competitivo, entre fevereiro de 2011 e julho de 2014. Trata-se do maior portfolio do País, quanto cotejada a amplitude econômica do Paraná com a dos outros espaços subnacionais.

A atmosfera local favorável, que ocorre em contraste à dramática desindustrialização brasileira, pode ser ainda melhor entendida a partir da observação das estatísticas correntes. Aliás, a cesta de dados e informações econômicas relativas ao interregno 2011-2013 expõe maior qualidade e consistência do que a edificada nos oito anos anteriores, caracterizados por uma espécie de represamento da demanda por investimentos, quando o Paraná afugentava potenciais interessados.

O produto interno bruto (PIB) paranaense cresceu 4,1% a.a., ante o acréscimo de apenas 2,0% a.a. para o País, entre 2011 e 2013, revertendo a trajetória dominante entre 2003 e 2010, quando o Estado cresceu menos que o Brasil (3,8% a.a. versus 4% a.a.).

Na avaliação do setor secundário, a produção industrial do Estado avançou a uma taxa de 2,5% a.a., no triênio 2011-2013, o melhor resultado entre os estados da região sul e sudeste, contrapondo-se ao decréscimo de -0,3% a.a. da produção da indústria nacional no mesmo período. O contingente de trabalhadores no setor fabril paranaense progrediu 2,6% a.a. no último triênio, enquanto os postos de trabalho mantidos pelo setor manufatureiro brasileiro declinaram -0,5% a.a.

No setor de serviços, o comércio varejista vem experimentado elevação significativa do volume de vendas. O crescimento médio anual do faturamento real do setor foi de 8,1%, acima da expansão nacional de 6,1% e superando as variações anotadas pelos demais Estados do Sul e do Sudeste, entre 2011 e 2013.

Ademais, dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), revelam saldo positivo de 366.168 empregos formais no Paraná entre 2011 e junho de 2014, com 69,9% das vagas contabilizadas no interior do Estado, contra 60,8% entre 2003 e 2010, o que sinaliza que o desenvolvimento econômico e social do Paraná, a partir de 2011, foi direcionado para a desconcentração e diversificação das atividades produtivas.

No que tange à desconcentração regional, o PIB per capita, indicador produzido pelo IPARDES e IBGE, aponta crescimento de 45 para 55, do número de municípios com renda maior que a média nacional, e de 37 para 44, dos que superaram a média do Estado, entre 2010 e 2011.

Em resumo, o Paraná atravessa um estágio bastante privilegiado de transformação de sua fisionomia econômica e social, com reduzido paralelo no País, que encontra precedentes na história regional apenas na revolução infraestrutural da década de 1960, na modernização agrícola e industrial e implantação da Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e da Refinaria da Petrobras em Araucária, nos anos 1970, e no ciclo de diversificação, liderado pelas montadoras, entre 1995 e 2002.

Mais precisamente, nos últimos três anos e meio, a sociedade paranaense resgatou o desejo do desenvolvimento e o governo, de forma conversada e transparente, restaurou os instrumentos para o suprimento dessa vontade coletiva, transmitida pelas urnas em fins de 2010 e plenamente absorvida pelo Plano de Metas, do governo Richa, cobrindo o intervalo 2011-2014.

O evento também expressa o resultado da manifestação social da preocupação com a construção de um modelo de desenvolvimento regional diversificado e distribuído de forma mais equânime espacialmente, reforçada pelas múltiplas e pulverizadas incursões da Fomento Paraná e pela inserção e presença financeira do Banco Regional de Desenvolvimento da Região Sul (BRDE).

Os vetores expansivos do novo ciclo foram a recuperação da renda do agronegócio, movida pelas elevadas cotações internacionais das commodities primárias, a crescente ascensão da produção e produtividade setorial e a atuação verticalizadas e pulverizada das cooperativas, a vitalidade do mercado de trabalho regional e a maturação dos investimentos hospedados pelo Programa Paraná Competitivo.
(*) Gilmar Mendes Lourenço é economista e Diretor Presidente do Ipardes.

Cantagalo:PREFEITO EVERSON ENTREGA PATRULHA AGRÍCOLA A ASSOCIAÇÃO NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

O Prefeito Everson Konjunski entregou na tarde de domingo (27) uma Patrulha Agrícola para Associação Agrícola Nossa Senhora das Graças, "Esse é o nosso respeito, admiração e carinho aos nossos queridos agricultores, Obrigado Deputado João Arruda, temos orgulho de ter representantes que olham para a nossa Agricultura, com esta é a 3ª Patrulha entregue na nossa administração e está vindo ainda mais Duas. Obrigado Deputado Artagão Junior pela presença na nossa festa do agricultor e dos motoristas. Também quero agradecer e parabenizar a todos pela linda organização da Festa, tudo preparado com muito amor e carinho".

Laranjeiras do Sul:Condetec realiza reunião para discutir personalidade jurídica

Personalidade jurídica foi à pauta da última reunião mensal promovida pelo Conselho Desenvolvimento do Território (Condetec), na Associação dos Municípios Cantuquiriguaçu, em Laranjeiras do Sul. O Engenheiro Agrônomo Marcio Ramos, que preside o conselho destacou que este é o momento para os membros rediscutirem os planos de ações, os avanços, projetos desenvolvidos e programas em andamento. “Por não termos um CNPJ, ficamos impedidos de acessar recursos públicos, o que acaba inviabilizando alguns projetos”, explicou o presidente. O evento contou com a presença de consultores do Sebrae, de Cascavel, que ministraram palestra falando do assunto.

FHC no centro da eleição

Sérgio Pardellas, IstoÉ

Em entrevista, FHC faz uma avaliação do atual momento político e diz que o mal-estar no País, os erros da política econômica e a quebra de confiança do empresariado em Dilma ampliaram as chances de vitória de Aécio Neves

Os últimos três infortúnios eleitorais do PSDB na corrida ao Planalto, em 2002, 2006 e 2010, tiveram como característica comum a ausência do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso da campanha. Sem assumir a principal herança do partido – os dois mandatos de FHC, quando o Plano Real estabilizou a economia –, o PSDB parecia se apresentar ao eleitor vazio de identidade. Nas eleições deste ano, os tucanos resolveram se reconciliar com o passado e Fernando Henrique regressou ao epicentro da campanha, tanto pelo lado da oposição como do governo, que vê neste retorno uma possível vantagem comparativa.

O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, além de aconselhar-se com FHC, insiste nas referências ao legado do ex-presidente e tem exaltado a importância do seu governo. “Os anos FHC começaram a reescrever a história do Brasil”, tem dito Aécio em recentes entrevistas. No programa “Roda Viva”, da TV Cultura, Aécio mencionou 19 vezes o nome do ex-presidente. Elogiou as privatizações dos setores de telecomunicações, de siderurgia e de aeronáutica e prometeu resgatar programas de FHC, como o Médico da Família. Reunido no Palácio da Alvorada na última semana, o staff da campanha de Dilma também resolveu trazer FHC para o centro do ringue eleitoral. Na esteira da troca de farpas entre FHC e Lula pela imprensa, os petistas apostam suas fichas na comparação entre os oito anos do governo FHC e os 12 anos da gestão Lula-Dilma. Para obter êxito, os petistas ancoram-se em pesquisas em poder do marqueteiro João Santana que apontariam um desgaste de FHC perante a população.

Embora esteja de volta à campanha, FHC se diz afastado do cotidiano partidário. Essa condição permite que, em alguns momentos, o Fernando Henrique sociólogo se sobreponha ao empedernido tucano. Foi o que aconteceu em entrevista concedida na segunda-feira 21 à ISTOÉ na sede do instituto que carrega o seu nome. Aos 83 anos, mais de uma década depois de deixar o Planalto e sem qualquer pretensão política, o ex-presidente se comportou, durante as duas horas de entrevista, como uma figura pública capaz de fazer análises objetivas do momento do País. Fez duras críticas ao governo, mas também ao PSDB. Elogiou determinados aspectos das gestões Lula e Dilma Rousseff, enquanto relativizou alguns de seus próprios feitos. Ao discorrer sobre a economia, tratou com pouca relevância um dos alvos preferenciais da oposição, o crescimento pífio do PIB brasileiro.“O importante é a população viver melhor. Portugal não tem PIB nenhum e é mais Primeiro Mundo do que o Brasil”, disse. FHC também admitiu pela primeira vez a desunião do PSDB nas últimas disputas presidenciais, classificando de “grave problema”, algo que, segundo ele, foi superado no pleito deste ano. “O PSDB uniu todo”, afirmou. Na entrevista, o ex-presidente ainda confessou que há dois anos não acreditava no triunfo dos tucanos nas eleições presidenciais. Porém, o cenário, na avaliação de FHC, alterou-se substancialmente de lá para cá. Hoje ele considera provável a vitória de Aécio. A mudança de compreensão deriva, segundo ele, de um mal-estar no País, de uma fadiga em relação ao governo, da piora da economia, da falta de confiança do empresariado e da perda de credibilidade do PT, arranhado pelo mensalão. Na campanha, o presidente de honra do PSDB prevê obstáculos adicionais para Dilma pelo fato de ela, em sua visão, não falar com o País.

ISTOÉ – O que mudou no cenário político de 2010 para cá?
Fernando Henrique Cardoso – O Brasil de 2010 tinha tomado medidas contra a crise de 2008 que funcionaram. Era um Brasil que tinha alguma esperança. Basicamente, o governo tentou estimular o crescimento com mais consumo graças à maior oferta de crédito. Então, houve uma expansão grande do crédito, que animou o consumo. Mas levaram muito tempo para entender que, para reativar o investimento, precisavam ter capital público e privado. E parou. Depois, por causa da Copa do Mundo, deu aquela aflição e correram para fechar parcerias público-privadas. Mas o fundamento posto lá atrás, qual seja, o crescimento via consumo e expansão do crédito, continua aí e não vem dando resultado.

ISTOÉ – O que deu errado?
FHC – Houve certa desatenção, não muito grave, à pressão inflacionária. Mas o endividamento é muito grande. É uma sociedade que cresceu no consumo e que chamam de “novas classes médias”, embora, sociologicamente falando, não sejam uma nova classe média de fato. Mas isso também trouxe transformações. As pessoas consumiram mais e agora é natural que queiram mais. As explosões de junho do ano passado foram consequência do querer mais. Existe uma corrida pelo crescimento do PIB. O governo está em busca disso. Mas a sociedade não quer só isso. As pessoas querem viver melhor.

ISTOÉ – Mas as manifestações de junho juntaram mais que apenas a chamada classe C.
FHC – É verdade. Todo mundo quer essa mudança. Queremos entrar no Primeiro Mundo. O Primeiro Mundo não é um país que tem muito PIB. É um país em que se vive melhor. Em que se tem segurança, educação, respeito e dignidade. Portugal não tem PIB nenhum e é mais Primeiro Mundo do que o Brasil. Aqui falta educação, segurança, o transporte não funciona. Estourou no governo Dilma. O governo persistiu no estímulo ao consumo e não olhou para os outros lados. Além disso, tem o manejo da política. O Lula sabia manejar o Congresso. Não da maneira correta, pois o mensalão ninguém pode apoiar. Mas ele sabia manejar. A Dilma não sabe manejar o Congresso. E a situação está aí. Vou ser sincero: há dois anos eu não acreditava na possibilidade de uma derrota eleitoral do governo. Porque o governo é o governo, tem recursos enormes e tem a exposição permanente. Os meios de comunicação, sobretudo a televisão, vão para um lado só. A televisão brasileira é esporte, crime, um pouquinho de internacional e muito governo. Por tradição. Nos EUA, ouve-se o outro lado. Aqui, o outro lado não existe para a massa. A pessoa só começa a ver o outro lado durante o período eleitoral. Achava muito difícil que houvesse uma mudança. Hoje eu acho possível transformar esse mal-estar em algo que tenha consequência eleitoral.

ISTOÉ – O sr. acha que a oposição não teve espaço na televisão brasileira?
FHC – É da nossa tradição. No meu governo também era assim, a oposição pouco aparecia na tevê. A diferença é que, no meu governo, não fazíamos tanta propaganda, até porque não tínhamos recursos. Este faz muita propaganda.

ISTOÉ – Isso não acontece hoje porque a oposição propõe pouco, não tem um projeto objetivo e claro?
FHC – O problema da oposição é outro: existe apenas uma oposição congressual. Os partidos existem no Congresso, não na vida da sociedade. A única exceção era o PT, que sempre teve organização partidária. A oposição se faz no Congresso, mas não repercute. O Congresso ficou muito confinado a ele próprio. Quando eu era senador, meus discursos eram publicados na íntegra nos jornais. Isso não acontece mais. Foi se perdendo o elo do Congresso com a sociedade. O mesmo aconteceu com outras instituições, com os sindicatos, com a UNE. Ela era importantíssima no passado. Hoje, qual é a importância?

ISTOÉ – Isso não tem relação com o aparelhamento dessas instituições?
FHC – A UNE, por exemplo, foi aparelhada. Mas talvez tenha sido no passado também. O problema é que a UNE e os próprios sindicatos eram grandes personagens da vida brasileira. Isso tem a ver com a sociedade como ela é hoje. De massas, conectadas, mas não presenciais. O que o governo decide incide sobre as pessoas. A oposição não toma decisão. Ela fala. E isso não aparece, só aparece um lado. O outro lado só aparece na eleição. Tem outra questão ainda: as diferenças, hoje, são lidas no espectro ideológico, direita e esquerda, mas não se dão nesse espectro. Na formulação é como se fosse “uns estão para cá, e outros estão para lá”. Na realidade não é assim. A diferença entre o PT e o PSDB é principalmente a concepção que se tem da política e do governo. O PT acredita que se muda o País ocupando o Estado e através do Estado tomando as decisões, controlando mais, sobretudo a economia. O PSDB acredita mais que é preciso não ocupar o Estado e ter uma relação maior com a sociedade. Isso é tênue, claro. Os dois têm um pouco de cada um. Mas a diferença essencial é essa. Na política monetária, por exemplo, o PT pode ter errado aqui ou ali, mas não mudaram o que vinha sendo feito. O juro não baixou como devia, é verdade. Mas isso é algo técnico. Ninguém está discutindo, na essência, a função do Banco Central.

ISTOÉ – No início do seu governo ainda havia uma tensão entre os que defendiam uma política econômica ortodoxa e os que queriam algo mais parecido com o desenvolvimentismo. Mas isso se diluiu. No governo Dilma a questão voltou e escolheu-se o caminho do nacional-desenvolvimentismo. Foi o caminho errado?
FHC – O que se entendia pelo desenvolvimentismo? O José Serra acredita muito no desenvolvimento com ativismo do governo. Acho que deve haver um ativismo mesmo. Quando eu era jovem, só se falava em desenvolvimento e subdesenvolvimento. A fórmula era assim: põe barreira para importação, dá subsídio ao juro e o governo investe. Isso foi mudando com o tempo. Como vai colocar barreira na importação com a economia globalizada?

ISTOÉ – A abertura da economia não tem volta?
FHC – Depois que o Collor abriu a economia não houve mudança nessa direção. Não houve movimento de fechamento. Todo mundo também é a favor da redistribuição de renda. As Bolsas (Escola e Alimentação) começaram no meu governo. E os outros governos só não fizeram porque não tinham como. A grande mudança nesse sentido se deu com a Constituição de 88, que garantiu direitos democráticos e desenhou a possibilidade de um país social-democrático, para usar uma expressão abusiva. A Constituição manda que o governo providencie gratuitamente a educação, a saúde, faça reforma agrária e assegure a previdência social. A partir de então, os governos, queiram ou não, terão de ir nesse caminho. As Bolsas foram para isso. A política de sustentação do saláriomínimo começou no governo Itamar.

ISTOÉ – O sr. não vê no governo Lula uma aceleração do processo de inclusão?
FHC – Acelerou porque ele pôde. Ele teve recursos para isso por causa do boom da China. Acabou a dívida externa na América Latina toda, não só aqui. A folga fiscal foi maior. Mas os princípios foram lançados antes. Progressivamente o Estado foi criando condições para melhorar. Condições estruturais e organizacionais, digamos. Não era possível criar as Bolsas sem internet. O Banco Mundial foi quem propôs primeiro. O PT era contra. Quem primeiro fez foi Honduras e quem melhor fez inicialmente foi o Chile. O cartão para criar o Bolsa Escola fui eu que fiz, copiando o exemplo de Goiás, com Marconi Perillo, para dar cidadania e entregando os recursos para a mulher. Foi decisão do meu governo. As Bolsas também estavam sendo unificadas no meu governo. Era uma questão técnica.

ISTOÉ – Mas o Lula iniciou com o Fome Zero.
FHC – Que nunca existiu. O Fome Zero do Lula ficou um ano sem sair do papel. Depois eles perceberam que era melhor pegar o plano anterior, que era o das Bolsas. Não houve mudanças radicais quando mudou o governo.

ISTOÉ – Nenhuma mudança expressiva?
FHC – O que houve foi maior presença do partido nas empresas. Sempre lutamos para tirar qualquer partido de dentro das empresas. A Petrobras, por exemplo. Nunca pensamos em privatização. É mentira. Nem se cogitou. Queríamos a competição e tirar a influência partidária. O mesmo com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica. Eu diminuí muito a presença de partidos aí. Com o Lula isso se inverteu. E a Dilma está sofrendo as consequências. Ela, quando colocou a Graça Foster, foi para diminuir a influência política. Mas estourou na mão dela. Hoje, o PMDB tem vice-presidente da Caixa, Banco do Brasil, no meu governo não tinha isso. Essa é a diferença. Agora, entre a Dilma e o Lula, existem outras diferenças. Para a Dilma, o Estado tem que ter um papel crucial no investimento e no controle. Ela é intervencionista. Tem uma visão mais general Geisel.

ISTOÉ – E isso é prejudicial?
FHC – É uma visão mais dos anos 60 e 70. Mas, em relação ao Lula, não houve uma mudança muito radical, como não haverá se o Aécio Neves ganhar. O Aécio não vai mexer na política do Bolsa Família. O que deverá fazer é aumentar o mercado de trabalho. Acompanhar a pessoa que é assistida até ter o emprego, como ocorreu no Chile. O ideal é que as pessoas não sejam dependentes. O Bolsa Família é uma solução de emergência, necessária, mas não para o futuro.

ISTOÉ – Uma das críticas que são feitas recorrentemente à oposição é que, além de esconder o sr. nas últimas eleições, ela não soube dizer o que poderia fazer de diferente. Chegou o momento de fazer isso?
FHC – A população está interessada no bolso, e isso pesa muito hoje, porque a inflação para o povo é mais do que 7% – está em cerca de 10%. Hoje, o Bolsa Família é menor do que o bolso. A Bolsa não é suficiente para o bolso. Para as classes mais populares a vida está cara. Para a classe média também. Para o povo, inflação é carestia. Estamos vivendo de novo um problema de carestia. Nisso o candidato de oposição tem que ser claro. O governo atual levou a essa situação.

ISTOÉ – Como o candidato Aécio Neves pode passar a segurança de que tem condições de mudar o quadro atual?
FHC – Eu cultivo o hábito de desligar o som da tevê toda vez que começa o programa eleitoral de algum candidato. Porque sei que as pessoas percebem muito mais é como o candidato fala. O jeitão. Se transmite firmeza, simpatia, segurança. Podem dizer: se for assim, a Dilma dificilmente seria eleita... Mas o Lula não. E quem elegeu Dilma foi o Lula. Então você tem um lado que é como a pessoa se relaciona com o conjunto da população. São 140 milhões de eleitores. Eles não vão ler programa de partido. Mal sabem o nome dos candidatos. Estão começando a aprender, salvo o do governo. E eles vão pensar: eu confio nesse cara ou não confio? Ele falou alguma coisa que tocou no meu coração? Bem, ele vai pensar que é no coração, mas é no bolso também... O candidato tem que ter uma conversa com o País. Eu ganhei duas vezes no primeiro turno. E já era o Lula. Nunca deixei de falar do jeito que eu falo, embora digam que eu falo pedantemente. Não é verdade. Eu tenho meu jeito, não adianta imitar o outro. Mas eu falava com o País. Fui pesquisador de campo e sei como é isso. O Lula fala com o País. Já a Dilma não fala com o País.

ISTOÉ – O Aécio fala com o País?
FHC – O Aécio pode falar. Jeitão ele tem. Ele passa uma simpatia. Mas precisa dizer alguma coisa que faça ele chegar lá. Ele foi governador de Minas Gerais. Conseguiu.

ISTOÉ – Quem, entre os candidatos, pode capitalizar melhor o que aconteceu em junho de 2013, quando houve as manifestações populares?
FHC – Por enquanto, ninguém. E quem for capitalizar agora vai perder. A população vai interpretar como oportunismo. Agora, é muito importante em qualquer eleição o bad ou o good feeling. Hoje existe um mal-estar no País. Isso favorece a oposição. Por isso, acho que temos grandes chances. Há também o cansaço de material. Fadiga. O Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, com 54% de apoio, é um dos poucos que contrariam essa tese.

ISTOÉ – Mas no caso do Geraldo Alckmin parece que há o efeito teflon. Nada cola nele, mais ou menos como acontecia antes com o Lula.
FHC – É verdade. Nada cola.

ISTOÉ – Há uma fadiga em relação ao PT?
FHC – Há uma fadiga em relação ao governo. Bem, também existe a fadiga da classe média em relação ao PT. Sobretudo em São Paulo. É assustadora essa rejeição de 47% no Estado e 49% na cidade.

ISTOÉ – O que todo mundo comenta, no meio político, é que a batalha de São Paulo terá um peso maior nessas eleições. O sr. concorda?
FHC – Se for isso, nós vamos ganhar. Olha, o PSDB nunca tinha conseguido isso e estamos alcançando agora. Uma harmonização grande entre São Paulo e Minas. No Rio, nunca tivemos uma grande força e agora o Aécio Neves tem sido hábil e conseguiu desorganizar lá a base do governo. Para vencer, precisamos consolidar o peso que temos por aqui e reduzir a diferença no Norte-Nordeste. No Estado de São Paulo, o Aécio ganha no segundo turno e, na cidade, no primeiro turno. No Sul, a gente ganha. Na Bahia, estamos razoavelmente bem. Em Pernambuco, o Eduardo Campos, candidato do PSB, vai tirar votos da Dilma. No Ceará, fizemos acordo com Tasso Jereissati e Eunício Oliveira, do PMDB. E temos as prefeituras de Maceió, Teresina, Belém, Manaus, algo que nunca tivemos. Por isso, a chance de ganhar aumentou. Claro que o aumento da possibilidade de vitória do Aécio decorre de outros fatores que já elencamos, como o mal-estar no País, o cansaço, os erros de condução da política econômica e, mais recentemente, a quebra de confiança do empresariado no governo.

ISTOÉ – Essa ruptura do governo com o empresariado aconteceu quando?
FHC – Entre seis meses e um ano. No começo havia o sonho do “Volta, Lula”, que vinha mais do meio empresarial do que do povo. Depois que essas pessoas se convenceram de que não seria o Lula, começaram a tomar distância. Quem vai decidir mesmo é a massa, mas há uma certa fluidez entre esses segmentos. Não é isolado. Por exemplo, teve o episódio das vaias a Dilma no estádio. E falaram: “Ah, mas é elite branca”. É um exagero, não refletiu só isso. Se fosse, as pesquisas agora não iriam apontar essa queda na avaliação da presidenta. Vamos considerar que, de fato, as pessoas de maior poder aquisitivo eram as que estavam presentes no estádio. É verdade. Mas quem chamou a elite branca para lá? Foi o governo. Sobre os xingamentos, a mim me chocou. Soube, depois, que o que disseram para a Dilma se tratava de um bordão comum nos estádios de futebol. Bem, de qualquer maneira, ir ao estádio é chamar vaia. Qualquer governante. Nas atuais circunstâncias, mais ainda. Mas não é algo isolado: um candidato com 47% de rejeição não pode dizer que quem está contra é somente a elite branca.

ISTOÉ – O sr. não acha que essa definição de elite branca se destina a enfatizar que o PSDB é o partido dos ricos e o PT o partido dos pobres?
FHC – É um estigma que o PT quer colocar. Mas o PSDB ganha em Alagoas, em Maceió, em Belém e no Piauí. Essas são algumas das regiões mais pobres do Brasil. O quadro médio do PSDB é o sujeito de classe média universitária. O do PT é o quadro sindical. Tem uma diferença, sim. Mas não é essa coisa de elite branca.

ISTOÉ – Mas o sr. não acha que essa imagem pode ter força eleitoral?
FHC – O que pega na eleição depende do que o eleitor quer ouvir. Há momentos em que o povo está disposto a ouvir certos estigmas. Há outros que não. Isso não é religião: “Eis aqui a verdade, eu sou a verdade”. Você pode dar o dado certo, mas, se o povo não estiver querendo ouvir, não vai ouvir. Eu acho que a diferença nessas eleições é que o povo está disposto a ouvir outras coisas. Eu não ganhei do Lula? E não sou de classe média e universitária, da elite branca?

ISTOÉ – Pela sua autodefinição, da elite meio branca...
FHC – Isso, da elite meio branca... Mas a questão é que agora acho que o eleitor está disposto a ouvir o outro lado porque há uma ruptura de confiança, a economia piorou, há um cansaço e uma fadiga de material. Por isso, considero agora que é provável a vitória do PSDB e de Aécio Neves.

ISTOÉ – O escândalo do mensalão não colou no PT em 2005 e 2006. Pode afetar agora depois das prisões de ex-integrantes da cúpula do partido?
FHC – Não pegou porque as pessoas não estavam dispostas a ouvir. Nem a classe média. Mas ali o PT perdeu a credibilidade. O Lula não perdeu popularidade naquele momento, não sei hoje, mas perdeu a credibilidade. O mensalão arranhou muito.

ISTOÉ – E o mensalão mineiro, que atingiu quadros do PSDB?
FHC – Teve pouca repercussão. E, por outro lado, o Eduardo Azeredo é um cara correto. Você acha que se fosse só o José Genoino ele iria para a cadeia?

ISTOÉ – O sr. vê uma diferença entre o José Genoino e os demais presos pelo mensalão?
FHC – Eu falei mais pela percepção da população. Racionalmente, eu acho que o Genoino tinha que ser preso porque ele assinou aqueles papéis. Mas ele não tem a imagem de um cara maquiavélico e que vai se locupletar. O Eduardo Azeredo também é um cara assim.

ISTOÉ – O Joaquim Barbosa é visto hoje como alguém que mudou a cara da Justiça do País, mas, ao mesmo tempo, como uma pessoa autoritária. O sr. acha que ele tem futuro na política?
FHC – Se ele fosse candidato, teria muitos votos. Porque tem esse lado da Justiça, que todo mundo quer, e porque ele é negro e teve coragem. São atributos valorizados. Mas ele teve o bom senso de não se candidatar. Iria esmaecer o que fez. Não acho que ele tenha aptidões políticas. Ele é justo. Mas política não é só isso. Impeachment, por exemplo, não é justiça. É julgamento político.

ISTOÉ – O STF é uma casa política?
FHC – É e tem que ser. Por isso acho que deveria se restringir a discutir assuntos constitucionais. Mas o julgamento do mensalão não foi político. Ele fez um julgamento comum, em última instância, um julgamento de crime. O Joaquim, que é promotor, aplicou a lei. E o povo gostou, porque ele aplicou a lei sobre poderosos. E foi importante, de fato.

ISTOÉ – Qual é a diferença do PSDB que pode chegar ao poder em 2015 daquele de 1994, quando o sr. foi eleito?
FHC – Em 1994, era um PSDB que começava a entender a mudança do mundo. Mas quem chegou ao poder não foi o PSDB, fui eu, por causa do sucesso do Plano Real. O povo viu que mudamos a vida dele. E ali eu ganharia sem apoio de ninguém. Não precisava de aliança. Fiz aliança com o PFL para conseguir governar. Era melhor fazer aliança antes do que depois. Mas eu ganharia sem o PFL. Como o Lula ganhou sozinho em 2002, não foi o PT. O Lula ganharia sozinho. Mas ele foi fazer aliança depois e deu no mensalão. Se tivesse feito antes, seria mais fácil. Ganhamos com o Plano Real e com o sentimento da população de que a vida melhorou. Hoje é diferente. Se o Aécio ganhar, não será ele que vai vencer só.

ISTOÉ – Por quê?
FHC – O peso do PSDB vai ser maior desta vez. O Aécio teve que articular bem. Ele está crescendo por causa da capacidade de articulação que tem.

ISTOÉ – Um dos problemas das últimas eleições foi que o partido rachou. O PSDB está unido hoje?
FHC – O PSDB uniu todo. O Aécio foi lá e fez. Foi, de fato, um dos problemas graves das últimas eleições. Agora, o Aécio vai enfrentar uma situação mais difícil que a minha, se ele ganhar a eleição. Os problemas se acumularam, não foram resolvidos e o PT será duro como oposição.

ISTOÉ – É um exagero dizer que aqui caminhamos para uma situação como a da Venezuela. Mas já se percebe que a campanha será muito acirrada. Há risco de o País sair dividido das urnas?
FHC – O Aécio tem uma grande capacidade pessoal de acabar com divisões. E a força de atração do poder é muito grande. O PT vai espernear, mas não tem capacidade de paralisar certos processos em marcha. Governar é sempre difícil. Você depende de sorte também. Como fazer o PIB crescer quando você tem crise no mundo? O governo Lula teve vacas gordas e não usou.

ISTOÉ – O que o sr. achou da denúncia sobre a construção, pelo governo de Minas Gerais, de um aeroporto dentro de uma área que pertenceu a um tio-avô do candidato do PSDB, Aécio Neves, e qual o impacto eleitoral disso?
FHC – O Aécio explicou que a construção se fez em área já desapropriada e pertencente ao Estado de Minas e que seu tio-avô contesta o valor da desapropriação. Se é isso, qual a acusação? Se há denúncia, que haja apuração, mas não creio que isso arranhe a candidatura.

Pitanga:CLUBE DE MÃES DESTACA-SE NA PINTURA

No calendário da Secretaria de Desenvolvimento Social, sexta feira (25) , foi o dia do Clube de Mães no Alto da Colina,confeccionar suas pinturas em toalhas, panos de prato transformando os tecidos em lindas peças para o enxoval. As mamães e avós que participam do Programa Municipal da Secretaria de Desenvolvimento Social podem levar seus filhos menores de 6 anos e uma sala preparada para estas crianças dá espaço a brincadeiras e atividades tambem de pintura com lápis de cor.
" É muito gratificante acolher todas as semanas no Clube tantas mães , avós e futuras mamães que vem para aprender a pintar, passar a tarde numa espécie de parceria entre elas e a Secretaria. Juntas somamos para uma sociedade melhor", diz a Secretaria Municipal do Desenvolvimento Social Cléa Marli
O Clube acontece toda sexta feira no Alto da Colina das 13:00 as 17:00 horas




Fonte: http://www.pitanga.pr.gov.br/noticias_abrir.php?sessao=427

Diamante do Sul:Tribunal de Contas do Paraná multa Prefeito Tireli por contratação da empresa Carrer e Carrer Assessoria e Consultoria

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) emitiu Parecer Prévio pela irregularidade da prestação de contas do prefeito Darci Tirelli, de Diamante do Sul (no Oeste do Estado), no exercício de 2012. A desaprovação ocorreu em função da terceirização indevida de atividades permanentes da administração pública, apontada no parecer do Ministério Público de Contas. 

O relator do processo, conselheiro Durval Amaral, considerou que a contratação da empresa Carrer e Carrer Assessoria e Consultoria Ltda., para assessorar o município nas áreas de recursos humanos, tributação, licitação e contratos e elaboração de projetos de lei, não configurou "excepcionalidade dos serviços a serem prestados". Além disso, "se tratavam de serviços rotineiros e passíveis de prestação por servidores de carreira do quadro funcional", afirmou no voto o relator. 

A irregularidade resultou em multa ao prefeito Darci Tirelli, responsável pelas contas, no valor de R$ 1.450,98. 

Em função da frustração do concurso realizado para o cargo de médico e de futuro concurso para engenheiro, o MPC recomendou à municipalidade para que "avalie a oportunidade e conveniência de rever a política remuneratória dos servidores efetivos de nível superior, adequando-a, dentro das possibilidades orçamentárias, a patamares mais próximos da realidade do mercado". O município deve respeitar o limite imposto pelo Artigo 37, Inciso XI, da Constituição Federal, sem que tal limitação implique, necessariamente, na previsão de uma jornada de trabalho de 40 horas semanais. 

Após o trânsito em julgado, o processo será encaminhado à Câmara de Diamante do Sul, que tem a obrigação constitucional de julgar as contas do chefe do Executivo Municipal. Para que a decisão do Tribunal seja alterada e as contas sejam julgadas regulares são necessários dois terços dos votos dos vereadores. O prefeito Darci Tirelli pode recorrer da decisão. 


TCE PR

Reportagem Hercules Folador

Pinhão:Governo municipal inaugura agências comunitárias dos correios no interior

O prefeito de Pinhão, Dirceu de Oliveira juntamente com o gerente dos Correios de Pinhão Lindomar de Paulo Nascimento, inauguraram na manhã de sexta-feira, dia 25 de julho, a Agência Comunitária dos Correios, na comunidade de São Roque. Foi anunciada novas agências nas comunidades de Pinhalzinho e Zattarlândia.
Na localidade de São Roque o posto funcionará na Escola Municipal São Roque, em Pinhalzinho na Escola Municipal Nossa Senhora do Rocio,no Zattarlândia será junto ao Posto de Saúde, além da agência do distrito de Faxinal do Céu, que funciona desde 2012. Atendendo a mais uma reivindicação da população, a prefeitura de Pinhão, junto aos Correios, atendeu todas as exigências legais  em relação à documentação para a implantação dos espaços.
Durante a inauguração, o prefeito aproveitou para anunciar novidades para a comunidade, a aquisição de um terreno para ampliar a escola São Roque, o aumento da capacidade de energia elétrica para a escola, que sofria com frequentes quedas de luz, ampliação do posto de saúde e ações de apoio ao esporte.
A solenidade simbólica da inauguração das agências comunitárias dos correios, aconteceu na Escola Municipal São Roque, no interior do município, com a presença do secretário de administração Orlei Diogo, secretário de saúde Ivonei O. Lima, secretária de assistência social Lucimere T. Oliveira, secretário de esportes Adaor Caldas, vereador Alexsandro Camargo, funcionários públicos, alunos da Escola São Roque e do Colégio Cornélio Pires Ribeiro e moradores da comunidade.
Fonte: 

Laranjeiras do Sul:Deputado Federal João Arruda confirma presença junto com Requião nesta terça-feira (29)

O Deputado Federal João Arruda confirmou sua presença junto com Senador Roberto Requião nesta terça-feira (29) em Laranjeiras do Sul, Arruda por telefone confirmou com nossa redação sua presença no evento desta noite as 19 horas no Clube Operário. 

LEIA ABAIXO MATÉRIAS RELACIONADAS

Laranjeiras do Sul:Requião estará no município na próxima terça-feira (29) 

http://olhoabertopr.blogspot.com.br/2014/07/laranjeiras-do-sulrequiao-estara-no.html

Eleições 2014:Deputado Federal João Arruda é o entrevistado da semana do "olho aberto"

http://olhoabertopr.blogspot.com.br/2014/07/eleicoes-2014deputado-federal-joao.

Palmital:Categoria sub 11 esteve em Cândido de Abreu disputando a semi-final da copa paranaense de futsal

Apef Palmital categoria sub 11 esteve dia 26/07 em Cândido de Abreu disputando a semi-final da copa paranaense de futsal !! Infelizmente hoje perdemos !! Mais parabenizo todos os meus pequenos guerreiros que jogaram muito e que em tão pouco tempo de trabalho fizeram muito e mostraram garra, vontade disciplina e um grande espírito esportivo lutaram até o final, estão todos de parabéns !! Agora bola pra frente continuar os treinos e que venham as próximas competições !! Acima de tudo participar e participar bem !!
Resultado do jogo
Cândido abreu 3 x 2 APEF Palmital !!


FONTE:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=562006247233290&set=a.383596861740897.1073741826.100002717581062&type=1&theater

Laranjeiras do Sul:Candidato local visita blog olho aberto Paraná

Candidato Local

Jair Soares é um dos candidatos locais a Deputado, na manhã de segunda-feira (28) ele esteve visitando o Blog Olho Aberto Paraná juntamento com o coordenador Estadual de sua campanha, o Sr. Jackson Franzoni, e o coordenador regional Sr.Ariel Oro.

Na ocasião da visita, batemos um bom "dedo de proza" com Jair Soares, ele contou sobre suas estratégias de campanha, das projeções e votações esperadas em Laranjeiras do Sul e no Paraná, otimista Jair Soares reafirmou o convite para toda a população comparecer no pré-lançamento de sua campanha a deputado Estadual, o evento será realizado dia 8 de agosto nas dependências do Clube Operário em Laranjeiras do Sul.

LEIA ABAIXO MATÉRIA RELACIONADA

Laranjeiras do Sul:Jair Soares, candidato a deputado convida a todos para lançamento de sua campanha eleitoral 

http://olhoabertopr.blogspot.com.br/2014/07/laranjeiras-do-suljair-soares-candidato.html

Laranjeiras do Sul:Diretor do Campus da UFFS participa da reunião dos vereadores e aborda tema voltado ao Plano de Expansão da Universidade

A vigéssima terceira sessão ordinária de 2014 dos vereadores de Laranjeiras do Sul, foi realizada na noite de segunda-feira(28). Na oportunidade, foi apresentado dois pareceres, um da Comissão de Constituição e Justiça e outro da Comissão de Finanças e Orçamento, além de uma Moção de Pesar e dez indicações. Destas indicações, duas foram apresentadas pela vereadora, presidente da Câmara Ivone Portela, sendo assinada também pelos vereadores Junior Gurtat, Laureci Leal, Silvano Pereira e Clarice Bortoluzi Viola. “Estou solicitando do Poder Executivo, que providência a poda de árvores no quadro urbano, principalmente as que estão próximas às placas de trânsito, tendo como objetivo principal evitar acidentes e facilitar a visibilidade dos motoristas. A outra indicação, onde já apresentei a mesma em 2013, é que o Executivo coloque placas indicativas de acesso às comunidades do interior do município”, disse a presidente.

A reunião contou também com a participação do Professor e Diretor do Campus da Universidade Federal da Fronteira Sul, Paulo Maier. Atendendo convite feito pela presidente Ivone Portela e pelos vereadores Laureci Leal e Silvano Pereira, Paulo Maier, abordou tema voltado ao Plano de Expansão da Universidade. Além de apresentar o Projeto, de forma qualificada ele falou sobre as obras que estão em andamento, pavimentação, trevo de acesso, número de alunos, bolsitas e sobre os próximos cursos já aprovados pelo Conselho do Campus para a Universidade. Com relação ao trevo de acesso, os recursos na ordem de R$2.000.000.00(dois milhões de reais) já estão garantidos e a obra será construída pela empresa Itax, a mesma que faz a manutenção da BR-158. “A Empresa já está fazendo a Topografia, mas a expectativa é que até o final do ano seja concluído e contará com uma avenida iluminada e que vai dar acesso de segurança para os alunos, professores, funcionários e comunidade”, disse Maier.
Sobre novos cursos disse que o Conselho Universitário aprovou recentemente a oferta de dez novos cursos nas áreas de Engenharia, Bacharelado e Licenciatura. “Na [área de Licenciatura, os cursos são de Biologia, Ciências Sociais, Matemática e Física. Já na área de Engenharias, Civil, Química e Mecânica e Bacharelado, nas áreas de Direito e Zootecnia. Trata-se de um planejamento. Para implantação dependemos da política de expansão do governo federal”, afirmou o diretor da UFFS.
A Presidente Ivone Portela, ficou contente com a explanação feita pelo professor Paulo Maier. “Ele nos deu uma aula. Fez uma explanação
com clareza respondendo inclusive os questionamentos dos vereadores. Inclusive cogitamos a possibilidade de realizar uma sessão Itinerante dentro da Universidade, no sentido que os alunos tenham a oportunidade de conhecer os trabalhos do Poder Legislativo de Laranjeiras do Sul”, afirmou a presidente.

Moção de Pesar

Outro assunto amplamente discutido durante a sessão foi a Moção de Pesar, assinada por todos os vereadores e que será encaminhada aos familiares, pelo passamento de Ademir Severino Alves. O mesmo desempenhou várias atividades e cargos públicos no município, e veio a falecer na noite de sexta-feira(25), vitima de infarto. Ademir Severino Alves, foi vereador e presidente da Câmara de Laranjeiras do Sul durante os anos de 1993 a 1996.

Ibema:Alunos da rede municipal de ensino recebem uniformes escolares.

Na última sexta-feira (25), mais de 850 kits de uniformes escolares foram distribuídos para a rede municipal de ensino. Pensando no bem estar dos alunos, a administração municipal através da secretaria de Educação, realizou a entrega do uniforme que é prático e referencial, sua utilização tem vários objetivos tais como: identificar alunos em outros ambientes caso aconteça qualquer incidente, evitar desgaste de roupas do dia-a-dia, expor o símbolo e a identificação da instituição, estar todos ao mesmo nível de igualdade.
Ibema investiu mais de R$ 100.000,00 com a aquisição dos kits de uniformes compostos de calça, jaqueta, calça e shorts padrão para todas as escolas e a camiseta com a identificação da escola em que a crianças estuda, material de qualidade e distribuição gratuita.
Segundo o prefeito Antônio Rabel (DEM), o compromisso da administração municipal é em melhorar cada dia mais o ambiente escolar e a qualidade da educação em Ibema.
Assessoria de Comunicação.

Laranjeiras do Sul:Vigilância em Saúde alerta profissionais de estética para esterilização correta de materiais


O departamento de Vigilância em Saúde informa os proprietários de salões de beleza, clínica de estéticas e barbearias que por força da resolução número 700 da Secretaria de Estado está proibido o uso de fornos elétricos, estufas e equipamentos a base de radiação ultravioleta, bem como processos químicos por imersão para esterilização de materiais. Pela normativa, os estabelecimentos deverão realizar o procedimento em autoclave.
Segundo informações da direção da Vigilância Sanitária de Laranjeiras do Sul, desde o ano passado o município vem adotando medidas, de forma especial com os profissionais da área, para minimizar o risco de proliferação de hepatites virais. De acordo com dados epidemiológicos, houve no município um aumento significativo nos casos de Hepatite B. Entre 2012 e 2013 foram notificados dez casos. Neste ano, só até junho sete casos foram confirmados.
FONTE;http://www.laranjeirasdosul.pr.gov.br/exibenoticia.php?id=4701

No Norte Pioneiro, 23 prefeitos apoiam reeleição de Beto Richa

Em reunião na manhã de sábado (26), em Santo Antonio da Platina, o governador Beto Richa (PSDB) recebeu o apoio de 23 dos 26 prefeitos das cidades que integram a Amunorpi (Associação dos Municípios do Norte Pioneiro). “Cada vez mais prefeitos se unem ao projeto, que com diálogo e respeito, vai manter o Paraná no rumo do desenvolvimento”, disse Beto Richa. “Esse apoio só aumenta minha responsabilidade e me dá a certeza de que estamos no caminho certo”, completou Beto Richa ao do senador Álvaro Dias (PSDB), candidato à senador pela coligação que reúne 17 partidos.

Beto Richa fez um balanço do governo nas áreas de educação, segurança e saúde e afirmou que não fez discriminação partidária entre prefeitos. “Faço um governo sem olhar para a bandeira do partido, mas sim para as necessidades da população. Fui prefeito, sofri discriminação e sei o quanto isso prejudica o cidadão”, disse.

O presidente da Amunorpi e prefeito de Barra do Jacaré, Edimar de Freitas Alboneti, o Edão (PP) disse que esse apoio é um reconhecimento dos prefeitos para o governador. “Tenho certeza que oi um dos que mais trabalhou pelo Norte Pioneiro. O Beto Richa fez muito, mas muito mesmo, foi um governador municipalista e que ajudou demais nossa região. Não à toa temos 23 prefeitos juntos com ele”, afirmou.

Alboneti citou algumas importantes conquistas como o curso de Odontologia para a UENP (Universidade Estadual do Norte do Paraná), em Jacarezinho, além de várias unidades básicas de saúde construídas pelo Estado nos municípios. “Tivemos programas em praticamente todas as áreas. As secretarias do governo foram atuantes com ações que em especial no nosso Norte Pioneiro ajudaram muito. Um exemplo bom disso são os programas da agricultura, como o de calcário e óleo diesel”, continua Edão.

APOIO – Com apoio de 23 prefeitos, de forma inédita, Beto Richa consegue o apoio da maioria dos prefeitos da região. Em todo o Paraná mais de 300 prefeitos apoiam a reeleição do governador. O prefeito de Cambará, João Mattar (PSB) declarou apoio a reeleição de Richa. A cidade tem 25 mil moradores. “Todo município pequeno tem muitas dificuldades e precisa da ajuda do governo estadual. Eu sou Beto porque ele investiu na nossa cidade”, disse. Ele citou uma nova ambulância, obras de pavimentação e incentivos para a agricultura. “E esse reconhecimento é geral, todos os prefeitos aqui no Norte Pioneiro vão com Beto Richa”, afirmou.

Beto Richa apresentou dados dos três anos e meio e defendeu sua reeleição. “Não podemos interromper essa boa parceria em favor dos municípios. O melhor ainda está por vir. Agora, que conseguimos sanear as finanças, terá mais recursos para obras nos municípios”, disse. Na educação, os professores tiveram 60% de reajuste salarial e aumento de 50% de hora atividade. Além disso, Beto Richa melhorou a qualidade da merenda e investiu quatro vezes mais no transporte escolar.

O governador disse ainda que herdou o Paraná com o menor efetivo de policiais militares do Brasil. Para reverter isso, irá contratar até final do ano 10 mil novos policiais. “A maior contratação da história do Estado”, diz. Beto Richa explica ainda que equipou as forças policiais com 1,5 mil novas viaturas e garantiu aumento salarial ao policiais. “Hoje, o praça da polícia militar tem o maior salário do Brasil”, afirmou.

Na saúde, em parceria com os municípios, foram construídas unidades de saúdes e entregues novas ambulâncias. Com isso, o Paraná tem reduzido a mortalidade materna e infantil e aumentado os transplantes de órgãos. Beto Richa instalou em Londrina, Cascavel e Guarapuava bases de salvamento aéreo com helicóptero para resgate. Beto Richa destacou ainda o aumento na geração de empregos com carteira assinada e o programa de habitação que está construindo 70 mil casas no Parana. Em oito anos da gestão anterior, foram construídas apenas 18 mil unidades.

Cantagalo:Carnê de IPTU 2014 está disponível

A Administração Municipal de Cantagalo comunica a todos que o carnê para pagamento do IPTU 2014 já encontra-se disponível no Departamento de Arrecadação, na Prefeitura. Quem optar por pagar em parcela única até o dia 10 de setembro tem o desconto de 10% no valor total ou ainda, há a opção para o parcelamento em três vezes. Retire seu carnê e pague em dia. "Com sua contribuição, Cantagalo avança!”

Assessoria de Comunicação - Prefeitura Municipal de Cantagalo

Laranjeiras do Sul:Membro da Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Rurais quer explicações sobre Despesas da entidade

A Agricultora Maria Edite Schadler (foto acima) procurou nossa reportagem para reportar uma situação que ela vem sofrendo referente ao Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Laranjeiras do Sul.
Dona Maria Edite contou que é membro da Diretoria do Sindicato, ela é da Secretaria de Formação Sindical, jovens e gênero, mas que sempre esteve presente no Sindicato, auxiliando, ajudando organizar eventos e etc...
Mas que tem algumas dúvidas sobre fatos que possam estar acontecendo dentro do Sindicato, e por isso resolveu pedir explicações ao Presidente do Sindicato o Sr. José Antonio Brugnara, mas segundo Dona Maria Edite, os constantes pedidos de explicações feito por ela pode ter "irritado" o Presidente, e este segundo ela proibiu ela de ter acesso a qualquer informação do Sindicato.

Estatuto do Sindicato

Segundo o Estatuto do sindicato, lavrado e registrado em Cartório, no capítulo II, o artigo 6º dos Direitos dos Associados, no inciso "F" diz o seguinte: "FISCALIZAR, COM LIVRE ACESSO A TODOS OS DOCUMENTOS DO SINDICATO INCLUSIVE O ESTATUTO"... (Imagem acima)
Mas na realidade não é isso que vem sendo feito pelo atual Presidente do Sindicato.

Equipe acompanhou dona Maria Edite

Após o relato feito por dona Maria Edite, uma equipe do Blog olho aberto Paraná acompanhou a mesma até a Sede do Sindicato em Laranjeiras do Sul, lá foi confirmado as informações da dona Maria Edite, nossa reportagem registrou que o Presidente não se encontrava no momento na Sede do sindicato, e mais uma vez uma vez voltou para casa sem as informações que deseja ter....

Dona Edite comentou que caso esta situação persista, com a negatividade de informações por parte do Presidente do Sindicato, ela irá procurar auxílio junto a Promotoria de Justiça da Comarca de Laranjeiras do Sul.

Veja no vídeo abaixo a reportagem completa

Dona Edita, além de Agricultura associada no Sindicato, faz parte da diretoria do Sindicato Rural de Laranjeiras do Sul e faz parte  da Coordenação regional da FETAEP.


STF nega pedido de Vargas para anular processo no Conselho de Ética

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF, negou o pedido do deputado André Vargas (ex-PT) para anular o processo disciplinar a que ele responde no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Vargas é acusado de receber vantagens do doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal. 

A defesa de Vargas pediu ao Supremo a anulação do processo, alegando que não tem amplo acesso à íntegra do processo disciplinar que tramita no Conselho de Ética. Segundo os advogados, a restrição impede a elaboração da defesa de Vargas. 

Na decisão, Lewandowski aceitou os argumentos da defesa , mas somente para garantir acesso a todo o processo disciplinar. "[É] plausível a alegação dos impetrantes no tocante ao cerceamento de defesa, estando evidenciados, nesse ponto, a fumaça do bom direito e o perigo na demora ensejadores do deferimento da medida cautelar. Já quanto ao pedido de paralisação do procedimento disciplinar, entendo que os mencionados requisitos não se revelam de plano, ao menos nessa análise perfunctória dos autos, própria deste momento processual", disse o ministro. 

Reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo em abril deste ano, diz que Vargas usou um avião do doleiro Alberto Youssef para viajar a João Pessoa. Segundo o jornal, o empréstimo da aeronave foi discutido entre os dois por mensagens de texto no início de janeiro. Em outras mensagens, Vargas e o doleiro discutiram assuntos relacionados a contratos com o Ministério da Saúde, por meio do Laboratório Labogen.

Campo Bonito:Festa do Agricultor

No dia 25 de julho de 2014 no pavilhão católico na comemoração do dia do agricultor estiveram prestigiando o evento o prefeito Gilmar L. Bernardi, primeira dama Ilsce , presidente da câmara de vereadores Luciano entre outros, houve show de Zé Milton e Adilson  e venda de lanches e bebidas das  associações comunitárias de agricultores, e mesmo com o frio a  população  se fez presente.

FONTE: http://www.campobonito.pr.gov.br/?p=713

Laranjeiras do Sul:Direção Perigosa e tráfico de drogas foram as ocorrências em destaque atendidas pela Gloriosa Policia Militar

imagem ilustrativa
Direção Perigosa - Uma equipe PM deslocou até a escola municipal José Bonifácio no Bairro Palmeiras onde a funcionária do estabelecimento informou que um VW Voyage vermelho adentrou ao pátio e o condutor realizou uma manobra perigosa chamada de "cavalo-de-pau", que após tal manobra ela fechou o portão de entrada da escola, impossibilitando a saída do veículo. A equipe no local abordou o condutor o qual não possuía carteira de habilitação. Diante disso o condutor foi encaminhado a 2ª SDP de Laranjeiras do Sul para as providências cabíveis. O veículo foi encaminhado ao pátio da 2ª Cia/PM e feito as notificações necessárias.

Trafico de Drogas - Após denuncia anônima de que no ônibus da empresa Princesa dos Campos, estaria uma jovem trazendo substancia entorpecente, foi abordado o referido ônibus com o apoio de uma equipe do Pelotão de Choque do 16° BPM, onde foi localizada uma adolescente, com dois invólucros com substancia análogos a cocaína que após pesados totalizou a quantia de 197 gramas, a adolescente informou ter comprado a droga pelo valor de duzentos reais na favela do Jupira em Foz do Iguaçu, e relatou que venderia em Guarapuava, foi dada voz de apreensão a menor e conduzida a delegacia de policia de Laranjeiras do Sul para as providencias cabíveis, acionado o conselho tutelar para acompanhar a situação.

Sd. QPM 1-0 Josmar.
Plantão COPOM 2ºCia/16º BPM/4º CRPM.

Laranjeiras do Sul:Município sedia no dia 30 evento regional de desenvolvimento industrial e comercial


A oficina contará ainda com a participação de órgãos e entidades governamentais que pertencem ao sistema operacional do desenvolvimento econômico do Estado. O evento acontece no dia 30 de julho, a partir das 13h30 no auditório da Acils. Sobre a construção dos dez barracões industriais o secretário revela que deverão ficar prontos até o final de agosto para que a prefeitura comece a entregar às empresas que irão se instalar no município e gerar no mínimo 250 novos empregos.


as do Sul foi escolhido para sediar a 9ª Oficina Regional de Desenvolvimento Industrial e Comercial na próxima quarta-feira (30), a partir das 13h30, na sede da Associação Comercial e Industrial (Acils). Ao todo, representantes dos 21 municípios de abrangência da Associação dos Municípios Cantuquiriguaçu participarão do evento que tem o apoio do Governo Municipal.

Para o secretário de Indústria e Comércio, Danilo Giacobo, o evento busca mobilizar e sensibilizar as lideranças da região, sobre os instrumentos de apoio ao desenvolvimento industrial e comercial, assim como, debater com o secretário de Estado Horácio Monteschio as oportunidades de negócios e investimentos municipais. No caso de Laranjeiras do Sul, o secretário considera que o evento vem colaborar com a soma de ações que a administração realiza para industrializar a cidade.

FONTE:

http://www.laranjeirasdosul.pr.gov.br/exibenoticia.php?id=4699

Oito desistem

Até domingo (27), oito candidatos desistiram de concorrer às eleições deste ano no Paraná. Os desistentes da vaga a deputado federal são Edilson Fogaça de Almeida (PMDB) e Jaziel Baioni (PSD). Dos candidatos a deputado estadual, seis renunciaram. Eles são: Aramis Linhares Serpa (PV), Felipe Lucas (PPS), Flavio de Jesus Ceruti (PT), José Augusto Felippe (PSD), Ketleen Andreia Zani (PV) e Neudi Mosconi (SDD). Os dados são do TRE-PR. Para as eleições de 2014, foram registrados oito candidatos ao cargo de governador, oito ao de senador, 332 a deputado federal e 837 a deputado estadual.

segunda-feira, julho 28, 2014

Pitanga:ESTRADAS DE VILA NOVA RECEBEM OBRAS DE READEQUAÇÃO E CASCALHAMENTO

A Secretaria do Interior está efetuando Obras de Readequação e Cascalhamento em mais uma estrada na Localidade de Vila Nova dos Alemães.
Esta obra irá beneficiar aproximadamente 20 Agricultores/Moradores desta localidade.
a Secretaria do Interior esta trabalhando tambem em outras localidades recuperação de pontes ,bueiros e estradas afetados pela enchente.

FONTE: http://www.pitanga.pr.gov.br/noticias_abrir.php?sessao=425

Saudade do Iguaçu:Adesão total dos professores e servidores em curso de capacitação e reciclagem promovido pela secretaria de educação

Foi maciça a participação de professores e servidores da rede pública de educação de Saudade do Iguaçu em dois eventos promovidos nesta quinta-feira, com objetivo de proporcionar oportunidade de reciclagem e capacitação para o funcionalismo. 

O saguão da Escola Municipal Padre Felipe ficou lotado com a participação de servidores das escolas municipais e d representantes Colégio Estadual Duque de Caxias e da Escola Especial Daizi Trento.

Foram palestrante a servidora municipal e psicóloga Fernanda Ceni Scolaro Sgarbozza, com a palestra Saúde Mental e Vilson Cechetti, com palestra e show motivacional, “Em Busca do professor Integral”.

O secretário Darlei Trento disse ter ficado satisfeito com a excelente participação dos servidores. “Espero que todos tenham assimilado ao máximo os conteúdos e que isso possa contribuir para melhorar a qualidade do ensino, suas atividades pessoais e suas vidas”, disse Darlei.

O prefeito Mauro Cenci enalteceu a qualidade dos palestrantes e a importância dos temas abordados, dizendo que a administração vai continuar dando todo apoio para que os professores e funcionários possam aprimorar seus conhecimentos e potenciais. “Assim como incentivamos os alunos do ensino fundamental, com transportes, uniforme e material escolar, os acadêmicos com bolsa universitária e transporte, nossos professores e servidores merecem todo apoio e respeito”, disse Mauro.

A diretora da Escola Padre Felipe, Rosymara Zamarchi disse que todos os professores e servidores gostaram da palestra e do show motivacional. “Certamente depois desses eventos cada participante agregou algo mais em termos de conceitos sobre o modo de encarar e resolver os problemas, sejam eles na área específica da educação, ou no plano pessoal. Cursos assim somente contribuem para melhorar o ser humano”, disse.

O diretor do Colégio Duque de Caxias, Gilmar Bertoldi lembrou que o estabelecimento conta com excelente quadro de profissionais e que frequentemente estão se reciclando, mas que este é mais um passo importante nesse processo. Ele elogiou a iniciativa da secretaria de educação em promover os eventos.

Nova Laranjeiras:A Associação de Municípios Cantuquiriguaçu convida para entrega das hortas comunitárias na aldeia indígena

A Associação de Municípios Cantuquiriguaçu, no cumprimento de sua missão de promover o desenvolvimento da região, o bem estar, como também buscar parcerias e a boa harmonia de convivência entre as pessoas, vem por intermédio desta, convidar vossa senhoria a participar conosco da entrega das hortas comunitárias na Aldeia Indígena Rio das Cobras, em Nova Laranjeiras, que acontece no dia 08 de agosto de 2014, às 14 horas na sede da Aldeia e 15 horas na comunidade da Lebre.

Dentro do projeto de sustentabilidade econômica em parceria que envolveu a Associação, Concessionária Ecocataratas, Sebrae, prefeitura e Conselho Indígena.

Certos de contarmos com sua presença, nossa estima pelo trabalho desenvolvido.


Atenciosamente,

Edson Jucemar Hoffmann Prado
Prefeito Municipal de Quedas do Iguaçu
Presidente da Associação dos Municípios CANTUQUIRIGUAÇU

Via João Muniz - Diretor da Cantuquiriguaçu