Lutei pela abertura do Hospital Regional de Guarapuava e, desde o início, me posicionei contra terceirizar a sua gestão. Infelizmente, o tempo mostrou que nossas preocupações eram legítimas.
A empresa responsável pela administração descumpriu a lei e não garantiu direitos trabalhistas básicos aos profissionais da saúde. O resultado dessa irresponsabilidade foi o desligamento de 270 trabalhadores nesta semana: uma medida injusta, desumana e que afeta diretamente a qualidade do atendimento prestado à população.
O Hospital Regional de Guarapuava é referência para dezenas de municípios. Não podemos aceitar que decisões administrativas irresponsáveis coloquem em risco um serviço tão essencial.
A vida das pessoas deve estar acima de qualquer interesse.
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