segunda-feira, agosto 01, 2016

MPF denuncia Paulo Bernardo por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção

O Ministério Público de São Paulo denunciou o ex-ministro Paulo Bernardo e mais 19 pessoas, nesta segunda-feira (1). O grupo é acusado de desviar dinheiro do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, entre 2009 e 2015. A lavagem de dinheiro e o pagamento de propinas para agentes públicos e o Partido dos Trabalhadores, supera R$ 100 milhões. De acordo com e-mails apreendidos durante a operação, Bernardo era tratado como o “patrono” do esquema.

A Polícia Federal indiciou criminalmente o ex-ministro dos governos Lula e Dilma, no dia 26 de julho. No total, são três denúncias referentes à Operação Custo Brasil e um desdobramento das fases Pixuleco 1 e 2 da Operação Lava Jato.

A primeira denúncia é contra Paulo Bernardo e mais 12 pessoas. Trata dos crimes de organização criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e obstrução da investigação, dos fatos relacionados à organização criminosa criada em torno do contrato da Consist no Ministério do Planejamento.

A segunda tem como objeto principal o presidente mundial e representante da Consist no esquema, Natálio Saul Fridman. A terceira denúncia ajuizada pelo MPF se refere à participação do jornalista Leonardo Attuch, da viúva de Duvanier, Cássia Gomes, e da funcionária do PT, Marta Coarim, na lavagem de valores ilícitos.

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