Os mais de 200 policiais paranaenses incorporados à Força Nacional de Segurança para ajudar no esquema de segurança durante as Olimpíadas têm tirado do próprio bolso o dinheiro para ter condições mínimas de permanência no Rio de Janeiro.
Eles chegaram à capital fluminense no fim de junho e, em vez do alojamento, foram alocados em um conjunto habitacional da Caixa Econômica Federal. Sem mobília, nem colchões, nem lâmpadas, nem chuveiro, os agentes foram obrigados a fazer uma “vaquinha” para providenciar o necessário, e pior: muitos ainda não receberam as diárias prometidas.
Eles passaram por um rigoroso teste de seleção e sonhavam com uma temporada menos penosa na “cidade maravilhosa”. Mas, até agora, só dificuldades. Quem conta é um desses paranaenses, que conversou com a BandNews e prefere não ser identificado.
Além do atraso nas diárias, fixadas em R$ 224 cada, outra reclamação é sobre os valores repassados. É que a promessa teria sido a de que, sendo um evento do porte dos Jogos Olímpicos, esses pagamentos seriam dobrados. Mas isso também não aconteceu.

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