O presidente da Federação de Skate do Paraná, Adalto Elias Pereira, foi afastado da função por suspeita de exploração sexual na terça-feira (4).
A saída de Pereira ocorreu após um pedido do Ministério Público do Paraná (MP), que o denunciou por prática de exploração sexual, segundo a promotoria, contra três adolescentes de 15 e 17 anos.
A decisão é liminar.
O advogado Ygor Salmen é o responsável pela defesa de Adalto Pereira. Nesta quarta-feira (5), ele afirmou que vai recorrer da decisão e provar a inocência de Pereira.
Na avaliação de Salmen, a decisão de afastar o presidente foi precipitada e temerária. Ele afirma que houve um lapso temporal na investigação que, segundo ele, ocorreu há cinco anos e que não há provas contra Adalto Pereira.
A denúncia
O Ministério Público do Paraná afirma que Adalto Pereira cometeu o crime de exploração sexual contra três adolescente e que não descarta a possibilidade de haver mais vítimas.
De acordo com a Promotoria de Justiça de Infrações Penais contra Crianças, Adolescentes e Idosos de Curitiba, Adalto Pereira atraia jovens com a promessa de que daria, por exemplo, peças de skate.
Entretanto, ainda conforme a denúncia, a entrega era condicionada a realização de atos sexuais.
Os crimes teriam ocorrido na sede da Federação de Skate do Paraná, em Curitiba.
A saída de Pereira ocorreu após um pedido do Ministério Público do Paraná (MP), que o denunciou por prática de exploração sexual, segundo a promotoria, contra três adolescentes de 15 e 17 anos.
A decisão é liminar.
O advogado Ygor Salmen é o responsável pela defesa de Adalto Pereira. Nesta quarta-feira (5), ele afirmou que vai recorrer da decisão e provar a inocência de Pereira.
Na avaliação de Salmen, a decisão de afastar o presidente foi precipitada e temerária. Ele afirma que houve um lapso temporal na investigação que, segundo ele, ocorreu há cinco anos e que não há provas contra Adalto Pereira.
A denúncia
O Ministério Público do Paraná afirma que Adalto Pereira cometeu o crime de exploração sexual contra três adolescente e que não descarta a possibilidade de haver mais vítimas.
De acordo com a Promotoria de Justiça de Infrações Penais contra Crianças, Adolescentes e Idosos de Curitiba, Adalto Pereira atraia jovens com a promessa de que daria, por exemplo, peças de skate.
Entretanto, ainda conforme a denúncia, a entrega era condicionada a realização de atos sexuais.
Os crimes teriam ocorrido na sede da Federação de Skate do Paraná, em Curitiba.


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