Aniversario de Espigao Alto do Iguacu

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domingo, julho 11, 2010

Prefeitura inicia a construção de módulos sanitários em Laranjeiras do Sul

Parceria entre prefeitura e Funasa irá beneficiar 279 famílias de baixa renda do município

A prefeitura de Laranjeiras do Sul deu início, na semana passada, a construção dos 279 módulos sanitários domiciliares, que serão edificados em parceria com o Governo do Estado, num investimento de R$ 1 milhão.

Os módulos são formados por lavanderia, chuveiro, pia, vaso sanitário, fossa séptica e um sumidouro (fossa absorvente). Cada banheiro custará aproximadamente R$ 3,5 mil. Os beneficiários ficarão isentos do pagamento.

As obras começaram pelo Bairro Presidente Vargas, onde serão construídas 53 unidades. Além do Presidente Vargas, moradores de outros bairros serão contemplados. São eles: São Miguel (96); Santo Antônio de Pádua (34); Palmeiras (8); Bancário (5); Monte Castelo (20); João Fernandes (9); Loteamento Mineiro (16); Jardim Santana (18); Vila Móss (1); Jardim Panorama (2); Parque Industrial (4); Centro (9); Cristo Rei (1); Panorama (2).

De acordo com o secretário de Obras e Urbanismo Leoni Luiz Meletti, a previsão e que até meados de agosto todos os módulos estejam prontos. O Projeto da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) irá contemplar famílias de baixa renda cadastradas pela Secretaria Municipal de Assistência Social.

Fonte: http://www.laranjeirasdosul.pr.gov.br/exibeNoticia.php?cod=3290

Descobriram a identidade do Polvo

Até a imagem do pobre polvo foi usada....

Tucanos ainda na "jaula"? Quando vão descer do puleiro?

Em uma cidadezinha de pouco mais de 30 mil habitantes no interior do Paraná, a TUCANADA está ainda assustada , preferiram ficar na "jaula" do que sair a caça dos votos, isso mesmo, segundo a "lenda" algumas lideranças afastaram-se do atual grupo tucano por nao concordarem com a "ficha do IBAMA" de alguns que permaneceram por lá, assim um mandante pra lá de "ligeiro" poderá ter o comando simultaneamente das duas principais campanhas ao governo do Paraná (Osmar Dias e Beto Richa),coordenando uma campanha e manipulando a outra, enquanto isso alguns tucanos desfilam com as "viaturas" oficiais de campanha pela avenida principal em pleno domingão, sem esquecer das festinhas e churrascos realizados na "sede" principal dos tucanos nesta cidadezinha, mas tudo isso sem pedir sequer "um" voto para os candidatos tucanos, é ver pra crer....

O que será que o Serra pode esperar dessa tucanada? E o Beto Richa? e o presidente estadual do PSDB Valdir Rossoni?

Bom, cada tucano no seu galho, nós como não dependemos de partidos e muito menos de política estamos de olho aberto.....

Beto Richa critica a falta de eficiência no Porto de Paranaguá durante a festa da tainha

Ao participar da 25ª Festa da Tainha neste domingo (11), o candidato da coligação Novo Paraná ao Governo do Estado, Beto Richa, criticou a perda de importância estratégica do Porto de Paranaguá. “Nos últimos anos, o Porto de Paranaguá perdeu uma significativa movimentação de cargas para outros estados, em especial, para Santa Catarina. A modernização do Porto de Paranaguá é necessária para resgatar a eficiência e para não comprometer o desenvolvimento do Estado”, afirmou Richa, que estava acompanhado do candidato a vice-governador, Flávio Arns.

Para Richa, o setor do turismo no Litoral também precisa de um projeto estratégico de desenvolvimento. Richa propõe a criação de um corredor turístico ligando Paranaguá, Curitiba e Foz do Iguaçu. Essa proposta prevê a instalação de um terminal turístico de passageiros no Porto. Essa integração será possível, na visão do prefeito de Curitiba, com diálogo. “Queremos voltar aos bons tempos em que o Litoral tinha voz e conseguia que as suas reivindicações fossem efetivamente atendidas. Um governo que se sensibilizava com os problemas da região. Essa é a nossa ideia”, afirmou Richa.

Richa também destacou a importância de retomar os estudos para a construção de um novo presídio no litoral. “Sabemos da situação precária da Cadeia Pública de Paranaguá. Em nosso governo vamos construir um presídio, para desafogar as cadeias da região”, disse. Richa defendeu adoção de ações que compensem o impacto do Porto na infraestrutura da cidade de Paranaguá. “A cidade precisa ser compensada por causa do impacto na região. A proposta é a criar ações para ajudar o município para recuperar os danos na malha viária, por exemplo”, disse Richa.

A comerciante de Divanir Muniz Souz, 74 anos, disse que Beto Richa está trazendo proposta novas para a cidade. “Beto tem propostas inovadoras para melhorar Paranaguá”, disse ela. Beto Richa esteva acompanhado de sua esposa, Fernanda Richa, do deputado federal Alex Canziani, do vice-prefeito de Paranaguá, Fabiano Elias, dos candidatos a deputado federal Rubens Bueno e Francisco Francischini, e a deputado estadual Alceu Maron Filho.

Via www.betoricha.com.br

Espanha faz 1 a 0 na Holanda e é campea da copa 2010


Iniesta fez o gol do título, no segundo tempo da prorrogação contra a Holanda.

A campea inédita da copa do mundo, Espanha chegou a sua primeira final de copa e sagrou-se a grande a campea, outra marca batida pela Espanha é de que nunca uma seleção campea de copa do mundo tinha estreiado na copa com derrota, a Espanha estreiou perdendo para Suiça em sua estréia.
A Holanda vai para casa com sua terceira derrota em finais de copa (74, 78 e 2010).

Parabéns Espanha e que venha a copa de 2014 no Brasil


VEJA COMO FOI A DECISÃO

inha de ser sofrido. A Espanha é campeã do mundo após vitória suada sobre a Holanda: 1 a 0. A conquista veio na prorrogação, após o placar ter ficado inalterado no tempo normal e durante boa parte da prorrogação. Em um jogo marcado pela marcação por muitas vezes violenta da Laranja, e por uma arbitragem pavorosa de Howard Webb, coube a Iniesta brilhar pela Fúria ao marcar o gol do título. Em tempo: o tal polvo acertou mais uma.

MUITA VIOLÊNCIA E POUCA CRIATIVIDADE

A Fúria, para variar, tomou conta do início do jogo. As trocas de passes quase intermináveis geraram duas boas chances de gol: na primeira, Sergio Ramos cabeceou para Stekelenburg fazer grande defesa; em seguida, o lateral espanhol fez boa jogada e Heitinga afastou o perigo quase sobre a linha do gol.

A partir daí o que se viu foi um jogo concentrado no meio de campo. Chegou a se tornar violento - De Jong deveria ter sido expulso ao entrar com o pé alto, bem alto, no peito de Piqué. A arbitragem de Howard Webb, o mais jovem a apitar uma final de Copa desde Pierre Capdeville em 1938 (na Itália) foi confusa.

CADÊ OS CRAQUES?

Sneijder e Robben quase não foram vistos na primeira etapa. Van Persie menos. Do outro lado, Xavi e Iniesta eram pouco criativos, muito por conta da forte marcação holandesa. Com poucos chutes a gol, o primeiro tempo foi embora sem deixar saudade - apenas a esperança de que o jogo melhorasse na etapa final.

A equipe dirigida por Vicente del Bosque voltou do intervalo como entrou em campo: marcando em cima e jogando no campo do adversário. Nos primeiros minutos, Capdevilla por pouco não aproveitou desvio de Puyol em escanteio

ROBBEN PERDE A PRIMEIRA

A Holanda, então, parou de distribuir pontapés e passou a jogar futebol. Sneijder ganhou de Busquets e deu um belíssimo passe para Robben, que saiu frente a frente com Casillas. O canhotinho escolheu o canto e bateu firme, mas a bola desviou em Casillas e passou rente à trave.

Do outro lado Villa também desperdiçou uma chance clara de marcar. Jesús Navas fez boa jogada pela direita e cruzou rasteiro. Em um momento patético do fraco Heitinga - que tentou cortar e deixou a bola passar por entre suas pernas - o artilheiro espanhol ficou com o gol vazio, mas tocou a zaga conseguiu salvar.

ROBBEN PERDE A SEGUNDA!

O jogo se aproximava do fim e o nervosismo só aumentava. No fim do jogo, Robben teve novamente a chance de fazer o gol. Desta vez saiu atrás de Piqué e Puyol, mas venceu os zagueiros na velocidade e acabou desarmado por Casillas. Reclamando um pênalti não existente, acabou levando o amarelo.

O PLACAR FICOU INALTERADO. E VEIO A PRORROGAÇÃO. E A ARBITRAGEM...

De tanto ver Robben, Fàbregas acabou repetindo os erros do holandês: saiu cara a cara com Stekelenburg e conseguiu errar, logo no início do primeiro tempo da prorrogação. Isso depois de o árbitro não ter marcado um pênalti claro de Heitinga em Xavi. Na sequência, Mathijsen subiu de cabeça e assustou Casillas. O jogo ficava cada vez mais aberto.

No segundo tempo, Heitinga foi expulso - justamente e finalmente, diga-se de passagem. E quando tudo parecia se encaminhar para a decisão por pênaltis, Fernando Torres deu para Fàbregas na entrada da área em boas condições. O meia do Arsenal deu para Iniesta marcar o gol salvador, o gol do título. O gol que deu o primeiro título mundial à Espanha.

FICHA TÉCNICA

HOLANDA 0x1 ESPANHA


ESTÁDIO: Soccer City, Johanesburgo, África do Sul
DATA E HORA: Domingo, 11 de julho de 2010, às 15h30 (de Brasília)
ÁRBITRO: Howard Webb (ING)
PÚBLICO: 84.490 pagantes
CARTÕES AMARELOS: De Jong, Van Persie, Van Bommel, Van Bronckhorst, Heitinga, Robben, Van der Wiel, Mathijsen (HOL); Puyol, Sergio Ramos, Capdevilla, Xavi (ESP)
CARTÃO VERMELHO: Heitinga, 4'/2ºTP
GOLS: Iniesta, 12'/2ºTP

HOLANDA: Stekelenburg; Van der Wiel, Heitinga, Mathijsen, Van Bronckhorst (Braafheid, 15'/1ºTP); Van Bommel, De Jong (Van der Vaart, 9'/1ºTP) , Sneijder; Kuyt, Van Persie e Robben (Elia, 25'/2ºT)
T: Bert Van Marwijk

ESPANHA: Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Puuyol, Capdevilla; Xabi Alonso (42'/2ºT), Busquets, Xavi, Iniesta; Pedro (Jesús Navas, 15'/2ºT) e Villa (Torres, intervalo da prorrogação)
T: Vicente del Bosque

Transporte de doentes precisa ser seguro

Todos os dias, milhares de pessoas se deslocam até Curitiba, seja para trabalhar, passear, voltar para casa. E entre estes passageiros estão pacientes de outras cidades que viajam para consultas, exames e tratamentos médicos.

Eles vêm principalmente de municípios pequenos, onde a infraestrutura de saúde tem deficiências. São jornadas diárias e cansativas em busca da cura. Estes pacientes vão para os grandes centros, como Curitiba, em ambulâncias, automóveis, vans, micro-ônibus, ônibus de viagem e até ônibus escolares.

Mas com que segurança este tipo de passageiro é transportado? No último dia 2, duas pessoas morreram ao caírem de uma ambulância na BR-277, entre Curitiba e Campo Largo, na frente de um posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Marco Antônio Faria, de 25 anos, caiu quando a porta da ambulância abriu.

A mãe dele, Luzia Ricardo Faria, de 59 anos, foi tentar salvá-lo e também caiu. Não existe nenhuma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que trata especificamente sobre o transporte de pacientes entre municípios.

A informação foi confirmada tanto pelo Departamento de Trânsito (Detran) do Paraná quanto a PRF. No entanto, isto não significa que recomendações devem ser seguidas para que o trajeto seja percorrido em segurança. "Dentro da ambulância, a maca precisa estar presa e o passageiro fixado na maca.

Todos os acompanhantes devem estar com cinto de segurança. Também é necessário respeitar a capacidade do veículo", explica o inspetor Fabiano Moreno, da PRF no Paraná.

Foi exatamente isto o que não aconteceu no acidente. A ambulância poderia transportar no máximo seis pessoas e havia nove dentro da veículo. A PRF autuou o motorista por excesso de passageiros e falta de cinto de segurança para três pessoas.

As ambulâncias devem seguir o que está na portaria 2048 de 5 de novembro de 2002, do Ministério da Saúde. O documento traz, entre outros, os equipamentos corretos e qual deve ser a tripulação da ambulância.

Segundo a chefe da divisão de regulação e acesso à assistência da Secretaria de Estado da Saúde, Juliana Eggers, existem seis tipos diferentes de ambulâncias previstos na portaria.

As que levam pacientes de um município para o outro são do tipo A, para transporte de caráter eletivo e remoção simples. Devem estar na ambulância dois profissionais: um motorista e um técnico ou auxiliar de enfermagem.

Independentemente do tipo de veículo utilizado, o motorista deve respeitar a capacidade. Todos os passageiros devem usar cinto de segurança também. Entretanto, os cintos são obrigatórios apenas nos ônibus fabricados a partir de 1999.
Vem gente de todo lugar

Jacarezinho, Moreira Sales, Sarandi, Fernandes Pinheiro, Palotina, Paranaguá, Adrianópolis, Morretes, Cianorte, Rio Negro, Quatigá, Cantagalo, Marilândia do Sul, Papanduva (Santa Catarina), Campo Largo, Guaratuba, Mafra (Santa Catarina), Boa Vista, Rebouças, Ipiranga e União da Vitória.

Pacientes destas cidades foram flagrados na semana passada pela reportagem de O Estado em frente ao Hospital de Clínicas e ao Hospital Pequeno Príncipe, referência no atendimento de crianças e adolescentes. Estas pessoas chegam no início da manhã na capital e só voltam para casa à noite.

Os veículos de transporte destes pacientes fazem um "pinga-pinga" em diversos hospitais de Curitiba e até da Região Metropolitana, como o Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul.

Muitos pacientes conseguem cumprir o compromisso logo cedo e precisam esperar o dia todo para poder voltar para casa. "Vim trazer meu filho de 3 anos para fazer uma tomografia. Cheguei às 6h45. Na última vez que vim para cá, cheguei em casa às 22h", conta a dona de casa Maria Ione do Carmo, de Rebouças, na região centro-sul do Paraná. Junto com ela, vieram outras 30 pessoas do município.

O lavrador Pedro Luiz Oliveira, de Ipiranga, na região central do Estado, trouxe o filho de 5 anos no Pequeno Príncipe para tratamento. "São três horas de viagem. Já fizemos tudo de manhã e agora estamos esperando aqui na frente pelo carro. É muito cansativo", comenta.

"Trouxe meu filho ao HC para internar para uma cirurgia. Eu já vim várias vezes, vindo de manhã e voltando de tarde, para as consultas dele. Agora a prefeitura pagou as nossas passagens de ônibus porque vamos ficar aqui mais tempo", relatou Sandra Maria Soares Alves, cortadora de cana de Moreira Sales, município da região Noroeste do Paraná. "Vim para um reconsulta porque fiz uma cirurgia na semana passada. Viajei na van da prefeitura, que estava lotada", declara Márcia Regina Costa e Silva, caixa de loja da cidade de Sarandi, no noroeste do Estado. (JC)
Responsável é o município de origem

O transporte entre cidades é de responsabilidade do município do paciente. A prefeitura deve arcar com os custos para o deslocamento e de uma eventual hospedagem.

"Todos os municípios fazem isto diariamente", confirma Moacyr Elias Fadel Junior, prefeito de Castro (região dos Campos Gerais) e presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP).

O município gasta cerca de R$ 9 mil por mês somente com o aluguel de um ônibus que todos os dias leva 50 pessoas para Curitiba para exames e consultas médicas.

"Por isto, lutamos pela regulamentação da Emenda 29. Se fossem aplicados os 12% do orçamento em saúde, como prevê a legislação, seriam R$ 170 milhões a mais em investimentos. Os municípios cumprem os seus 25% previstos, mas falta o Estado e a União entrar com nisto", opina.

De acordo com Fadel Junior, existe um hospital em Castro que poderia atender uma grande quantidade de pessoas, mas que não tem um equipamento para tomografia computadorizada, por exemplo. Ele afirma que fica de "mãos amarradas" e que já tentou a compra do aparelho com outros órgãos.

Muitos dos pacientes que vem até Curitiba poderiam ser tratados em suas cidades de origem. Os deslocamentos seriam necessários apenas para especialidades de referência, como é o caso do transplante de medula óssea do Hospital de Clínicas (HC), da Universidade Federal do Paraná.

"A maioria dos pacientes de outras cidades são de municípios da Região Metropolitana de Curitiba e do litoral", conta Mariangela Honorio Pedrozo, diretoria de assistência do HC. (JC)

Via Parana online

Candidatos apostam em apelidos para se aproximar dos eleitores

Jogadores de futebol, cantores, atores de novelas. No ambiente de trabalho, boa parte destes profissionais costuma adotar um nome artístico. Na política, a tendência é a mesma e as eleições costumam reunir diversos candidatos com ”apelidos” curiosos.

Na disputa eleitoral do próximo mês de outubro não será diferente. Uma rápida passada pela lista divulgada nesta semana pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) e, entre os 922 candidatos do estado, é fácil encontrar alguns nomes chamativos.

Algumas pessoas escolhem o nome político baseado em características físicas. Neste grupo estão candidatos como Baixinho, Pequena, Baixinho da Motoca, Gordinho do Suco e Chik Jeitoso. Outros preferem ligar o nome a alguma personalidade famosa. Neste quesito a lista é longa e inclui Marcelino Pão e Vinho, Pedro Biau Ross, Sérgio Reis, Meu Amigo Erasmo, Tiburcio do Faustão, Zezé de Camargo e Kleber Machado.

Uma estratégia que também costuma ser utilizada é a de ligar o candidato ao ambiente de trabalho ou a um hobby. Optaram por esse método Nego da Rádio; Carlinhos, o ciclista; Benedito, o cobrador; Félix da Academia, Oscalino Copel, entre outros. Sem contar o “grupo militar”, composto por diversos candidatos soldados, sargentos e coronéis.

Nomes de animais como Pardal, Grilo, Joaninha, Galo di Ouro, Sheila da Cobra e Neri Tigrão também ganham espaço nesta relação curiosa.

Riscos


Para a professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e especialista em Comunicação Política, Luciana Panke, o apelido pode ajudar quando representa uma forma de aproximação com os eleitores. “O nome é uma marca e é o que vai expor a pessoa. Às vezes o apelido é necessário, pois é a maneira como o candidato é conhecido no ambiente em que circula”, afirma Panke.

No entanto, a “criatividade” em excesso pode custar caro. “Tem que haver cuidado, pois muitos nomes podem expor à pessoa ao ridículo. Existe o risco de associar o nome a alguém que não gera credibilidade alguma”, analisa a especialista.

Confiança

O empresário Paulo Duarte vai disputar as eleições pela quarta vez. Nas duas primeiras disputas (2004 e 2006), ele optou pelo nome verdadeiro, mas quando disputou uma vaga na Câmara Municipal de Curitiba, em 2008, escolheu o apelido “Papai Noel”, em razão de um trabalho social realizado com crianças. Neste ano, ele vai repetir a fórmula.

Duarte garante que o Papai Noel não surge apenas em época de festas e de eleições. “Todos os dias eu uso gorro, camisa e calça vermelha. Meu fusca é um trenó e sempre distribuo balas pelas ruas”, afirma.

Para o empresário, o Papai Noel é uma figura necessária no poder público. Ele espera conseguir muitos votos associando a sua candidatura ao bom velhinho. “O Papai Noel representa o respeito e o bom caráter. A política precisa dele para ser moralizada”, diz.

Via Gazeta do Povo

Aliança rachada ameaça Osmar e Requião

Começam a surgir fissuras e fraturas na aliança PMDB-PT-PDT-PSC. O esquema do ministro Paulo Bernardo só trabalha por Gleisi Hoffmann, embora simule atender também os interesses eleitorais de Osmar Dias.

O PMDB está fora do jogo. É tolerado, mas não apoiado. Os velhos guerreiros estudam como dar o troco. A primeira providência é não trabalhar pela candidatura de Gleisi Hoffmann, só pela de Requião.

No PMDB o quadro é mais complexo porque o partido está rachado em duas alas. Uma que segue a liderança do ex-governador Roberto Requião e outra que adotou o comando de Pessuti. Os que são mais ligados a Pessuti não pretendem trabalhar por Requião.

Especialistas em eleições analisam que o clima entre os partidos da aliança pode vir a piorar ao longo da campanha gerando prejuízos difíceis de avaliar.

Um caso a ser recordado é o da eleição de 2002 em que uma trombada mortal entre Paulo Pimentel e Tony Garcia acabou beneficiando a candidatura ao Senado de Flávio Arns, que entrou na disputa como azarão absoluto.

Nas eleições deste ano quem corre riscos parecidos são as candidaturas de Osmar Dias e Roberto Requião. Ninguém espera que o esquemão de Paulo Bernardo opere em favor de Requião e não se acredita que a máquina do PT seja colocada a todo vapor em benefício de Osmar.

Lula com os sanguinários
Os ditadores que Lula visita e confraterniza são tão criminosos quanto os traficantes que os jogadores de futebol visitam e convivem fraternalmente.

O saque é de Arnaldo Jabor e resume com rara felicidade essa política externa debilóide do PT.

O jornalista nota que ao confraternizar com o Comando Vermelho da política internacional Lula não o faz por não ter orientação ou por ser "amigo de infância" desses ditadores. Age assim de forma completamente deliberada.

O batom na cueca do PT
Reinaldo Azevedo detecta mais uma do PT. Essa envolve a curiosa metamorfose do programa de governo de Dilma, que tem duas versões. Uma com o programa real da petista e outro ao estilo me engana que eu gosto.

Confira:
"Como vocês sabem, o PT tem sempre uma explicação para o batom e para os dólares na cueca. Confrontados com a rubrica, os petistas criaram, então, uma história ainda mais inverossímil: como o texto tinha de ser mandado às pressas para o TSE - ??? - e tendo sido entregue o documento errado para Dilma e Dutra, ambos assinaram o papelório sem ler. Entendi! Dispenso-me de indagar se, uma vez eleita, Dilma vai se interessar em saber onde põe a sua assinatura. E me dispenso porque a história parece falsa como nota de R$ 3."

Os petistas são mestres também no "enrolation". No Estadão de hoje, André Vargas, secretário de comunicação do PT, afirma:

"Por volta de 15h30 recebi uma ligação que indagava sobre algo que eu não sabia responder. Fui à página do TSE verificar o que estava ocorrendo e percebi a troca dos programas. Foi uma terrível falha nossa, que certamente vai nos dar dor de cabeça por uns dias, talvez semanas."

Agora leiam trecho de reportagem da Folha de ontem:
No início da noite, o secretário de comunicação do partido, André Vargas (PR), ainda sustentava que a decisão de apresentar o texto foi da coordenação da campanha. "Não há problema em ter pontos polêmicos nele. Nós somos polêmicos. Isso não é problema, é qualidade. Agora, é um texto provisório que vai ser sempre discutido."

Vargas, como vocês vêem, é um petista típico. O partido tem dois programas, e ele tem duas versões. Num post abaixo, vocês lêem trecho de uma reportagem do Estadão com a justificativa oficial do PT para o imbróglio: "Dilma teria ficado verdadeiramente furiosa. Como a gente sabe, o radicalismo não lhe cai bem. Onde já se viu tomar champanhe na casa de Abílio Diniz e depois propor controle da mídia e fim da propriedade privada? Isso é coisa que não se faz. Não é elegante!"

Fonte: http://horahnews.com.br/coluna-schneider.htm

sábado, julho 10, 2010

Governo Pessuti aumenta absurdamente 15 % o preço da energia elétrica no Pr

Demorou mas começa acontecer as barbaridades do Governo Pessuti, essa semana foi autorizado um aumento em 15 % no preço da energia elétrica do Paraná, pior é que segundo informações o valor arrecadado com esse aumento absurdo de tarifa será investido no estado de São Paulo.
Segundo informações a copel arrecada 1 bilhão e 500 milhões ao ano no Paraná.

"Quer conhecer um homem, de poder a ele"

Ainda bem que faltam somente alguns meses .....

Alvaro Dias declarou que o DEM já tinha lhe aceitado na vice de José Serra

Temos [com Beto Richa] uma relação partidária. Não há nenhuma ponte destruída.”

Na primeira vez em que comentou publicamente a confirmação da candidatura do senador Osmar Dias (PDT) ao governo do Paraná e a retirada do próprio nome como vice na chapa presidencial do PSDB, o senador Alvaro Dias preferiu não revelar os bastidores das negociações que definiram o quadro eleitoral no estado e no país. De acordo com o tucano, como “isso já é fato consumado, é preciso olhar para frente”. Ao longo da entrevista que concedeu à Gazeta do Povo, porém, Alvaro garantiu que o DEM já havia aceitado seu nome na vice de José Serra (PSDB) na disputa à Presidência da República e só teria voltado atrás ao receber a notícia de que Osmar disputaria o governo do Paraná.

Alvaro revelou ainda que, por razões familiares e de legislação, se manterá “distanciado” da campanha ao governo do estado. Segundo ele, para fortalecer o projeto de Serra, participará apenas da campanha do deputado federal Gustavo Fruet (PSDB) ao Senado.

Como se deram as negociações entre as possíveis candidaturas do senhor e do seu irmão, o senador Osmar Dias?

Preferia não falar sobre esse assunto, porque acho que ele não é importante mais. É fato consumado. Temos que olhar para frente, pensar no que é prioridade para o país e contribuir, se possível, com o mínimo de grandeza, com o projeto do Serra.

Mas algum dos dois desistiu para o outro ser candidato?

O DEM havia concordado em apoiar o meu nome para vice. Isso só não se concretizou porque chegou a notícia da candidatura do Osmar e aí é que houve o recuo do DEM. Eles trabalharam a favor da unidade. O recuo só ocorreu em razão do fato novo do Paraná. Da minha parte, não tenho nenhum ressentimento do DEM.

Como está hoje a relação entre os senhores?

Os laços familiares são sólidos, inquebrantáveis. Não há nenhuma mudança em relação a isso. Se o Osmar quiser conversar sobre família, sobre futebol, podemos conversar a qualquer hora. Sobre política, só depois da eleição, porque ele está com a Dilma [Rousseff] e eu estou com o Serra. E esses dois projetos são distintos.

Qual será a posição do senhor nas eleições ao governo do Paraná?

Não posso apoiar o meu irmão em função da legislação eleitoral. A outra razão é política: apoiar o Osmar significa fortalecer o projeto da Dilma Rousseff (candidata presidencial do PT), que eu combato há quase oito anos. Seria uma incoerência dar força a esse projeto. Por outro lado, me sinto impedido de apoiar o Beto Richa (candidato do PSDB a governador), por razões éticas e familiares. Como a população entenderia eu apoiando um candidato contra o meu próprio irmão?

O senhor se manterá neutro no estado?

Não gosto da palavra neutralidade. Prefiro o distanciamento da campanha para o governo do estado, a menos que surja algum fato novo que justifique uma mudança.

Por exemplo...

Não posso avaliar hipóteses. Mas minha intenção é permanecer distanciado do projeto local até o final em favor do projeto nacional. O meu objetivo é contribuir da melhor forma possível para que o Serra seja eleito presidente da República.

Então, que tipo de participação o senhor terá na campanha no Paraná?

Vou participar da campanha do PSDB por meio da candidatura do Gustavo Fruet ao Senado, pela qual farei o maior esforço. Participarei ativamente da campanha dele, vinculada à campanha do Serra no estado. Como já disse, por razões de legislação de um lado e pelos laços de família do outro, estou afastado do pleito pelo governo do Paraná.

Há alguma divergência entre o senhor e o ex-prefeito Beto Richa?

Temos uma relação partidária. Não há nenhuma ponte destruída. É uma relação civilizada. Mas isso não é importante, e sim no que podemos ajudar para construir um projeto de nação.

No plano nacional, qual será sua atuação durante a campanha?

Vou participar ativamente como se eu fosse o próprio candidato, com o maior entusiasmo e dando a exata importância ao projeto de nação que o Serra lidera. Disse nesta semana ao senador Sérgio Guerra, (presidente nacional do PSDB), que o partido e o Serra me valorizaram, me prestigiaram ao máximo nesse episódio e que eu sou absolutamente leal a eles. Quero ser coadjuvante. Vou estar à disposição para cumprir missões. Pelo que eu ouvi do próprio Serra enquanto era seu vice, durante uma semana, a minha participação será pelo país afora, fazendo a sua pregação, multiplicando sua proposta. Imagino que a minha tarefa será externa e não burocrática.

Ficou alguma mágoa do Serra nesse processo?

O Serra foi absolutamente correto, leal e transparente em relação à sua posição. O que ele disse é absolutamente verdadeiro. Por essa razão, peço àqueles que ficaram com alguma dúvida em relação ao comportamento dele, que tenham certeza absoluta de que o comportamento dele foi irrepreensível nesse episódio. Vou participar da campanha sem nenhum ressentimento.

Como o senhor avalia a escolha do deputado Índio da Costa (DEM-RJ) para vice do Serra?

Foi uma questão partidária. A reivindicação do DEM era legítima, afinal eles sempre ocuparam esse lugar de vice. É bom destacar que em nenhum momento reivindiquei o lugar de vice. Foi uma decisão do partido e do Serra.

Foi um bom negócio trocar o senhor pelo Índio da Costa?

Não me cabe fazer essa avaliação. Eu seria suspeito ao falar pelo fato de ter sido envolvido nesse episódio. Não conheço o deputado Índio da Costa. O Lula não conhece, diz que o Serra não conhece e eu também não conheço. Foi uma indicação do DEM, que temos de assimilar. Imagino que ele deve ter virtudes, mas não posso descrevê-las porque não o conheço.

Via Gazeta do povo