16 de out. de 2026

Deputada Cristina Silvestri propõe incentivo à equoterapia no Paraná


A equoterapia, prática terapêutica que utiliza cavalos para auxiliar no desenvolvimento físico, emocional e social, poderá ganhar novos incentivos no Paraná. A deputada estadual Cristina Silvestri (PP) apresentou à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) o Projeto de Lei 796/2026. O texto estabelece diretrizes para fortalecer a atividade e ampliar o acesso, especialmente para pessoas com deficiência.

Apresentada na sessão plenária de 6 de outubro, a proposta reconhece a equoterapia como recurso complementar de reabilitação. Segundo Cristina Silvestri, busca estimular a formação de profissionais, pesquisas e parcerias entre instituições de ensino, entidades sociais e centros especializados.

A atividade conta com profissionais das áreas de saúde, educação e equitação. Os movimentos do cavalo podem contribuir para melhorar o equilíbrio, a postura, a coordenação motora e a interação social.

“Esses estímulos ajudam no desenvolvimento físico e emocional e melhoram a qualidade de vida, especialmente das pessoas com deficiência”.

INCLUSÃO E QUALIDADE DE VIDA


O projeto busca fortalecer iniciativas para tornar a equoterapia mais conhecida e acessível. A oferta depende de espaços adequados, equipes capacitadas e recursos para manutenção, fatores que podem dificultar o acesso de algumas famílias.

A proposta incentiva a cooperação entre instituições para ampliar e qualificar os serviços, respeitando as necessidades individuais dos pacientes.

“Precisamos divulgar as contribuições que a atividade pode oferecer ao equilíbrio, à coordenação motora, à postura e à interação social, respeitadas as particularidades de cada pessoa”.

O texto reforça a segurança nas sessões, com profissionais habilitados, equipamentos apropriados e acompanhamento individualizado. O bem-estar dos cavalos também está entre os cuidados previstos.

A proposta segue os princípios da Lei Federal 13.830/2019, que regulamenta a equoterapia no Brasil. O PL 796/2026 será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e pelas demais comissões competentes antes de seguir para votação em plenário.

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