O deputado federal Paulo Litro comentou o cenário político do Paraná e defendeu a continuidade das ações, obras e investimentos que estão sendo realizados no Estado.
Durante sua fala, o parlamentar afirmou que o Paraná vive um momento positivo e questionou a necessidade de uma mudança na condução do governo.
“O melhor grupo da história do Paraná está sendo administrado agora nesse momento. E por que a gente vai trocar se a gente tem um governo bom?”, afirmou Paulo Litro.
Na sequência, o deputado comentou sobre uma proposta de moratória que, segundo ele, vem sendo defendida por um dos candidatos ao Governo do Estado. Para Litro, uma medida desse tipo poderia provocar a suspensão temporária de contratos e obras em andamento.
“Já tem um candidato que está falando de moratória, suspensão de contratos. Se tiver isso aí, é seis meses o Estado parado. Porque essa obra de Pato Branco que vai ter medição vai parar. Vai parar por seis meses. Moratória é isso: acontece. Depois vai até continuar, mas para”, declarou.
Paulo Litro também defendeu a continuidade dos investimentos em grandes obras, mas destacou a necessidade de atenção aos pequenos municípios, que muitas vezes dependem de recursos estaduais e federais para realizar obras de maior porte.
“Eu acho que não é isso que o Paraná está precisando. O Paraná está precisando de continuidade, trabalho, de pensar em grandes obras, mas também não esquecer os pequenos municípios. Muitas vezes, com o orçamento de vocês, vocês não fazem grandes obras. Precisam do apoio do Governo do Estado e do Governo Federal”, afirmou.
Como contexto histórico, uma medida de suspensão de pagamentos por até 90 dias foi adotada pelo Governo do Paraná no início de 2003, durante o segundo mandato de Roberto Requião. A medida envolveu a revisão de despesas e contratos da administração estadual.
O episódio é citado como referência histórica no debate sobre os possíveis efeitos de uma eventual moratória no Estado, mas não foi mencionado por Paulo Litro durante a declaração.
As declarações do deputado ocorrem em meio às discussões políticas sobre os rumos do Paraná, especialmente em relação à continuidade de obras, investimentos e contratos públicos no Estado.
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