A ideia surgiu após o tornado que atingiu Rio Bonito do Iguaçu, em 2025. Ao acompanhar de perto os impactos da tragédia, percebi a necessidade de criar mecanismos que ajudem as cidades a responder com mais rapidez e eficiência em momentos de emergência.
A madeira poderá ser utilizada na construção de moradias populares, recuperação de edificações danificadas e obras de infraestrutura comunitária. A lei também permite a destinação do material para entidades sem fins lucrativos que atuam no apoio às famílias atingidas.
É uma iniciativa que une sustentabilidade, combate ao desperdício e solidariedade.
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