domingo, fevereiro 01, 2026

PREFEITO SEM VOTO PEDE PARA SAIR: SE VALMIR VIOLA DEIXAR A GESTÃO, MUDA O TOM DA GAITA EM LARANJEIRAS DO SUL


SE VALMIR VIOLA DEIXAR A GESTÃO,  MUDA O TOM DA GAITA EM LARANJEIRAS DO SUL

Do Gabinete vaza mais uma e o boato pode virar fato e os bastidores da Prefeitura de Laranjeiras do Sul voltaram a ferver.

Comentários ácidos de assessores desgostosos anteciparam:

O supersecretário Valmir Viola, conhecido popularmente como o “Prefeito Sem Voto”, pediu para sair e deve deixar oficialmente a gestão no próximo mês. A saída expõe rachaduras internas, desafina o discurso de unidade e redesenha o tabuleiro político local.

MANDATO SEM URNA, PODER DE SOBRA

Valmir Viola nunca precisou de voto para mandar. Instalado em uma das cadeiras mais influentes da administração, construiu poder longe das urnas e perto das decisões. O apelido “Prefeito Sem Voto”, cunhado pelo eleitor digital, não surgiu por acaso: a sensação popular sempre foi a de que decisões estratégicas passavam mais por seu gabinete do que pelo do prefeito eleito.

Nas redes sociais, a ironia virou método de fiscalização. Para muitos, Viola governava nos bastidores enquanto a caneta oficial apenas homologava.

SAÍDA CALCULADA, SILÊNCIO ESTRATÉGICO

Segundo fontes internas da administração, a decisão de deixar o cargo foi tudo, menos impulsiva. Viola teria optado por sair de cena sem barulho, evitando embates diretos e, principalmente, preservando espaços políticos sensíveis — incluindo cargos ocupados por familiares, tema recorrente nas críticas online, ainda que nunca oficialmente esclarecido pela gestão.

Em política, o silêncio raramente é inocente. Às vezes, é pura sobrevivência.

MDB NO RADAR E PADRINHOS POLÍTICOS

A saída não significa aposentadoria política. Muito pelo contrário. Nos bastidores, é dada como certa os compromissos de Valmir Viola com o ex-deputado estadual e pré-candidato pelo MDB, Nereu Moura, além do alinhamento com o projeto de Hermes Frangão Parcianello para deputado federal.

A leitura é direta: o “Prefeito Sem Voto” percebeu que a atual gestão desafina demais para quem pretende continuar no jogo grande e é melhor preservar seus antigos parceiro políticos.

DA SECRETARIA PARA A URNA: AGORA VAI?

O novo destino já está sendo sussurrado — e ensaiado: a vereança. Depois de anos exercendo poder sem voto, Viola parece disposto a testar sua popularidade novamente no campo mais democrático (e arriscado) da política: a urna.

A ironia é inevitável. Aquilo que sempre lhe foi cobrado — voto — agora vira necessidade.

A reação de aliados e parceiros políticos foi imediata. Bastou o vazamento da informação para os comentários dominarem os grupos e rodas de conversas: “O verdadeiro prefeito está saindo.”; “Agora vamos descobrir quem mandava de verdade.”; “Acabou o mandato sem voto.”

A pergunta é, ele vai assumir um cargo em Quedas do Iguaçu? Ele não quer ser vinculado a algum grupo político contra o Governador Ratinho Jr.? Ou as desavenças internas ficaram insustentáveis?

Entre memes e críticas, uma coisa ficou clara: o eleitor estava mais atento do que a gestão imaginava.

CONCLUSÃO: SAI O MAESTRO OCULTO, ENTRA O DESAFIO REAL

A saída de Valmir Viola se confirmada, porque nesta gestão nada é palpável, vai além de uma simples mudança administrativa. Ela escancara disputas internas, reacende críticas sobre concentração de poder e coloca pressão direta sobre o prefeito e sua equipe.

Resta saber se a Prefeitura ganha autonomia ou perde articulação. Para a comunidade, o impacto é imediato: menos um maestro oculto nos bastidores — e a dúvida se, sem ele, a gaita da gestão finalmente encontrará o tom certo. A população segue ouvindo. E, desta vez, sem fones....

Por Minotto 

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