O governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior (PSD), afirmou que não considera traição uma eventual saída do ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca (PSD), do partido para disputar o Governo do Estado em 2026. A declaração foi dada após Greca afirmar, em entrevista à RIC TV que não veria como deslealdade deixar o PSD caso entenda ser o melhor caminho para viabilizar sua candidatura, já que pode não ter o apoio do governador.
Curi no Republicanos
O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi, sondado pelo Republicanos, também pode sair do PSD para concorrer ao Executivo estadual.
Segundo Ratinho, é natural que lideranças políticas busquem seus espaços no cenário eleitoral. “Não, de forma alguma. É natural cada ator político, nós temos vários importantes, muitas vezes buscarem seu espaço e anseio pessoal de candidatura seja ela qual for. É natural que agora estas conversas aconteçam”, afirmou.
Continuidade e união como prioridade
Ratinho Junior reforçou que sua principal responsabilidade é garantir a continuidade do projeto de governo no Paraná, independentemente de quem venha a ser o candidato escolhido pelo PSD. “Minha responsabilidade como governador é buscar ter alguém que possa representar esse momento de união, paz política e continuidade, que não é só pelo governador Ratinho, mas por toda uma equipe. Foi muito trabalho para seguir aqui”, declarou.
Ele acrescentou que o perfil desejado é de alguém com capacidade de manter o ritmo de desenvolvimento do Estado e preservar o ambiente político construído ao longo dos últimos anos. “Responsabilidade de ter uma pessoa que tenha a capacidade de construir o desenvolvimento do estado e, ao mesmo tempo, manter esse ambiente de união e paz”, disse.
Disputa interna no PSD
Nos bastidores, os nomes mais comentados dentro do PSD para a disputa ao Governo do Paraná incluem o próprio Rafael Greca, o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi, e o secretário estadual de Cidades Guto Silva,.
Ratinho ressaltou que a escolha não será individual, mas fruto de diálogo com diferentes setores. “É uma construção com prefeitos, secretários, associação comercial, são essas pessoas que vão moldar a pessoa ideal para o nosso governo”, concluiu.
Com portal nosso dia

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