Desgoverno do estagiário segue afundando a Prefeitura de Laranjeiras do Sul
Episódio inédito
Episódio inédito de Pink e o Cérebro, só que com um detalhe extra: o Prefeito sem voto entrou em cena para garantir que o plano dê errado novamente e que toque a gaita.
O que vamos fazer essa noite, Cérebro???
A mesma coisa que fizemos todas as noites de 2025 Pink: tentar conquistar o mundo!!!
DESGOVERNO DO ESTAGIÁRIO DO VIOLA: TECNOLOGIA PARA UNS, EXCLUSÃO PARA OUTROS
O Desgoverno do Estagiário do Viola parece ter encontrado uma nova prioridade: mexer no que está funcionando, mesmo que isso custe alunos, recursos públicos e coerência administrativa.
A mais nova “ideia genial” da vez é transferir o Laranjeiras Tecnológico para dentro do prédio ocupado pela ACILS — detalhe nada pequeno: um prédio público da Prefeitura que vem sendo utilizado de forma, no mínimo, irregular pela entidade. Mas, como de costume, esse detalhe parece não incomodar quem governa no improviso.
O ponto central, que curiosamente não aparece nos discursos oficiais, é grave: mais de 40 alunos estão fora do projeto. Jovens que estavam em formação, em capacitação, em preparação para o mercado de trabalho — simplesmente deixados de lado em nome de uma mudança que ninguém consegue explicar de forma técnica, pedagógica ou econômica.
E o enredo fica ainda mais indigesto quando entra o dinheiro público em cena.
Fala-se abertamente em “usar” cerca de R$ 100 mil reais em reformas no prédio anexo à ACILS para receber o projeto. Cem mil reais. Dinheiro que poderia ampliar vagas, comprar equipamentos, fortalecer cursos ou, no mínimo, manter o que já estava dando certo.
Para justificar a mudança, o discurso oficial tenta vender a ideia de economia com aluguel. Mas bastava uma conta básica, coisa que qualquer estagiário de verdade faria, para perceber o absurdo.
O aluguel do barracão onde funcionava o Laranjeiras Tecnológico girava em torno de R$ 6 mil mensais. Valor absolutamente compatível — e em muitos casos mais barato — do que o metro quadrado de qualquer sala comercial decente no centro de Laranjeiras do Sul. Em outras palavras: não havia desperdício, havia custo-benefício.
Mas o problema nunca foi o aluguel.
O problema é outro — e político.
O Estagiário do Viola parece obcecado em desfazer tudo o que foi feito na gestão Berto Silva, mesmo aquilo que comprovadamente deu certo. Não por critério técnico, não por planejamento, não por necessidade. Mas para “deixar sua marca”, a qualquer preço.
Ainda que essa marca seja uma KHDA administrativa, paga com dinheiro público, oportunidades perdidas e jovens excluídos.
Estamos diante de um governo que prefere reformar prédio irregularmente ocupado, gastar R$ 100 mil em obra questionável e tirar alunos de sala de aula, do que reconhecer que um projeto anterior funcionava — e funcionava bem.
E há um agravante que ultrapassa o campo da má gestão e entra diretamente no terreno da legalidade. A ACILS não abre mão de ao menos uma sala do prédio público para a realização de cursos terceirizados, e a pergunta é inevitável: o auditório também estaria sendo alugado? Caso isso se confirme, o problema deixa de ser político e passa a ser jurídico. A legislação é clara ao vedar a exploração econômica de bem público por terceiros sem autorização legal específica, processo formal e interesse público comprovado. Aquele prédio é patrimônio do povo de Laranjeiras do Sul, não da ACILS, não do Estagiário e muito menos moeda de troca administrativa. Tratar espaço público como ativo privado afronta diretamente os princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade e do interesse público.
Não se trata de inovação.
Não se trata de economia.
Muito menos de gestão eficiente.
Trata-se de vaidade política travestida de decisão administrativa.
E, mais uma vez, quem paga a conta não é o Estagiário, não é a ACILS e não são os gabinetes refrigerados.
Quem paga são os alunos que ficaram de fora, as famílias e a cidade de Laranjeiras do Sul.
Aqui no Olho Aberto Paraná, seguimos atentos.
Porque quando o discurso não fecha com a conta, alguém precisa fazer a conta — e mostrar o resultado.

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