Catarina Vitória da Silva nasceu com pouco mais de sete meses de gestação. Daiana havia descoberto a Covid-19 no dia 1º de dezembro e foi internada no dia seguinte, pois o estado de saúde se agravou rapidamente.
Conforme a cunhada da vítima, Tatiane da Silva Lima, a família esperava que Daiana melhorasse após o parto, mas o pulmão dela não reagiu aos procedimentos médicos. A vítima não tinha nenhuma comorbidade.
"Daiana foi muito valente, ela não conseguiu salvar a própria vida, mas salvou a vida da Catarina. Ela lutou muito e Catarina foi a sementinha que ficou", disse.
A bebê continua internada na UTI neonatal, mas não faz uso de medicamentos e nem de aparelhos. A família aguarda ela ganhar peso para ir para casa, o que deve ocorrer dentro de duas semanas.
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O enterro ocorreu neste domingo (27), em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, e contou com várias homenagens de amigos e familiares.
Catarina é a primeira filha de Daiana com o esposo Helton da Silva. A vítima também deixou uma filha menor de 11 anos de outro relacionamento.
"Esse vírus mata, esse vírus destrói famílias. Se cuidem! Se você está grávida, não saia, não é necessário ir em feira ou em shopping. Reserve a sua vida e de quem você ama", disse a cunhada.
Na época do parto, o marido da vítima disse à RPC que, em alguns momentos, deixou de acreditar no perigo da Covid-19 e pediu para as pessoas levarem a doença a sério.
Tatiane é irmã de Helton, esposo de Daiana, e madrinha de Catarina. Ela contou que fará de tudo para ajudar a criar a menina ao lado do irmão.
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O parto
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Os médicos resolveram fazer um parto de emergência porque não houve melhora no estado de saúde de Daiana.
A equipe chegou a tentar uma transferência para outro hospital, já que a instituição não possui UTI neonatal, mas não foi possível. A partir daí, vários profissionais do Hospital Santa Cruz foram mobilizados para o parto.
De acordo com o médico superintendente do Hospital Vita, Osni Silvestre, a cesária foi necessária porque a gravidez comprime parte do pulmão, fazendo com que o corpo da gestante tenha que se esforçar mais para se recuperar de uma doença.
Após o nascimento, Catarina foi transferida para UTI neonatal do Hospital Santa Cruz.
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O enterro ocorreu neste domingo (27), em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, e contou com várias homenagens de amigos e familiares.
Catarina é a primeira filha de Daiana com o esposo Helton da Silva. A vítima também deixou uma filha menor de 11 anos de outro relacionamento.
"Esse vírus mata, esse vírus destrói famílias. Se cuidem! Se você está grávida, não saia, não é necessário ir em feira ou em shopping. Reserve a sua vida e de quem você ama", disse a cunhada.
Na época do parto, o marido da vítima disse à RPC que, em alguns momentos, deixou de acreditar no perigo da Covid-19 e pediu para as pessoas levarem a doença a sério.
Tatiane é irmã de Helton, esposo de Daiana, e madrinha de Catarina. Ela contou que fará de tudo para ajudar a criar a menina ao lado do irmão.
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O parto
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Os médicos resolveram fazer um parto de emergência porque não houve melhora no estado de saúde de Daiana.
A equipe chegou a tentar uma transferência para outro hospital, já que a instituição não possui UTI neonatal, mas não foi possível. A partir daí, vários profissionais do Hospital Santa Cruz foram mobilizados para o parto.
De acordo com o médico superintendente do Hospital Vita, Osni Silvestre, a cesária foi necessária porque a gravidez comprime parte do pulmão, fazendo com que o corpo da gestante tenha que se esforçar mais para se recuperar de uma doença.
Após o nascimento, Catarina foi transferida para UTI neonatal do Hospital Santa Cruz.
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