"Estamos descendo o valor dos produtos no máximo possível, para conseguir vender e o cliente sair satisfeito. Tem muita coisa que está sendo lançada, que o pessoa vê e quer comprar mesmo. Estavam com saudade do Paraguai", disse a gerente de marketing Laryssa Bombasoro.
Os descontos são necessários, principalmente, por causa do dólar. De janeiro até outubro, o dólar acumula uma alta de quase 40%, em relação ao final de 2019.
"Como a gente conhece o comércio de Cidade do Leste, a gente sabe que não dá para ir no primeiro preço que eles falam, tem que ir conversando, pechinchando até achar o preço que favorece a gente", disse a estudante Ana Julia Smaniotto.
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Depois das moedas da Zâmbia e da Venezuela, a brasileira foi a que mais se desvalorizou no mundo.
De acordo com o economista Henrique Kawamura, os investidores estão preocupados com o aumento dos casos de Covid-19 e isso impacta nos valores das moedas.
"Desde o ano passado, já tinha uma desvalorização do real por causa das instabilidades políticas. Depois, nesse ano, veio o coronavírus, que teve um impacto ainda maior porque diante de uma crise sanitária, econômica e política, você tem uma migração do capital do país para outros lugares, para países que são mais seguros.
Para a professora Valéria Tosta, a viagem de 1300 quilômetros, entre o Rio de Janeiro e Foz do Iguaçu, valeu a pena para as compras no Paraguai.
"Essa reabertura está maravilhosa. Os preços estão ótimos, independentemente do dólar, está tudo lindo e maravilhoso."
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