Gilmar Cardoso disse que a participação feminina na política é uma das questões que têm ganhado destaque. E o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é um dos protagonistas no assunto, com iniciativas para promover a ampliação da presença das mulheres nos espaços de poder, em busca de uma sociedade mais justa e igualitária.
A manifestação do advogado e poeta Gilmar Cardoso deu-se para elogiar uma Portaria assinada nesta quinta (10) que destina às mulheres pelo menos 30% das vagas de participantes em ações institucionais e educacionais promovidas pela Escola Judiciária Eleitoral. “ A EJE/TSE adota busca pela paridade de gênero como diretriz dos eventos promovidos pela Escola, ou seja, dá o exemplo para poder incentivar a sociedade”, afirmou.
A partir de agora, os cursos, seminários, concursos e demais atividades institucionais e educacionais promovidas pela Escola Judiciária Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (EJE/TSE) contarão com, no mínimo, 30% de mulheres nos papéis de palestrantes, professoras, entrevistadas e avaliadoras, entre outras funções de destaque.
A cota de gênero foi instituída pela Portaria TSE nº 665/2020 e determina que no caso de eventos que contem com apenas um participante, a EJE/TSE priorizará a alternância de gênero em ações subsequentes, de modo a garantir oportunidades igualitárias a especialistas em Direito Eleitoral dos dois gêneros.
O advogado Gilmar Cardoso frisou que dentre as razões que motivaram a edição desse ato oficial, foram destacados a importância de promover espaços de igualdade entre homens e mulheres e de adotar medidas apropriadas para eliminar a discriminação contra a mulher,a fim de assegurar- lhe a igualdade de gênero na esfera da educação,nos termos da Constituição Federal; especialmente a necessidade de se adotarem práticas que efetivem as ações afirmativas,no intuito de incrementar a voz ativa do gênero feminino, disse.
Além disso, por meio da portaria, a EJE/TSE passa a estimular a realização de atividades nas Escolas Judiciárias dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) nos Estados, buscando conscientizar sobre a importância da valorização da igualdade de gênero, além de promover debates acerca da necessidade da participação institucional feminina na Justiça Eleitoral, concluiu Gilmar Cardoso.

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