quarta-feira, julho 26, 2017

Doenças cardíacas tendem a aumentar no Inverno, principalmente em idosos


Nesta quarta-feira, dia 26 de julho é comemorado o Dia dos Avós, e por isso, é importante lembrar dos cuidados com os nossos velhinhos, principalmente quando o assunto é o coração. Muitos não sabem, mas no Inverno o número de doenças cardíacas tendem a aumentar em pessoas com mais idade. Isso acontece devido as baixas temperaturas, que podem causar em determinado momento, a diminuição da circulação sanguínea no músculo cardíaco.

“Nós costumamos prestar atenção nas doenças mais comuns dessa época, como gripes e resfriados. Mas é sempre bom ficar de olho no coração, principalmente das pessoas de mais idade. Com a chegada do frio e a diminuição do fluxo sanguíneo, as chances de um idoso ter uma angina cardíaca ou um infarto aumentam consideravelmente”, explica a médico cardiologista do aplicativo Docway.

Segundo a médica, nesse período o organismo é obrigado a trabalhar ainda mais para que o equilíbrio térmico corporal seja mantido. Tal esforço para evitar essas quedas bruscas de temperatura podem sobrecarregar todo o sistema cardiovascular do idoso. Por isso, é bom estar atento. Se uma pessoa de mais idade começar a apresentar espasmos dos vasos sanguíneos, respiração superficial e ofegante e aumento da frequência cardíaca é bom chamar um médico. “Com o passar dos anos, nós vamos ficando ainda mais suscetíveis as mudanças de temperatura, o frio pode agravar algumas doenças como as do coração, aumentando as chances do idoso tem um acidente cardiovascular grave”, completa.

Dados da Associação Americana do Coração (American Heart Association), de 2015, mostram que nessa época do ano, os casos chegam a aumentar entre 20% e 25%, com riscos ainda maiores para aqueles que já tenham uma predisposição ou sofrem de algum problema no coração. Para evitar esse tipo de situação, é bom ficar de olho nos hábitos dos idosos. “Uma boa alimentação aliada a exercícios físicos, ainda é a prevenção mais eficaz contra todo tipo de doença”, finaliza o médico.

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