
Em assembleia em Maringá (região Norte) neste sábado, os professores e funcionários da rede pública estadual de ensino aprovaram greve a partir de 15 de março. A proposta de paralisar as atividades já na quarta-feira, 15 de fevereiro, quando se iniciam as aulas, foi rejeitada pela maioria dos cerca de 3 mil professores e servidores que participam da reunião.
A categoria decidiu pela greve em protesto contra as medidas do governo do Estado, de redução da hora-atividade e mudança nos critérios para distribuição das aulas.
Até o início da greve, segundo a APP-Sindicato, os professores e funcionários promoverão mobilizações para pressionar o governo a revogar a resolução 113/2017, que institui as mudanças.
Até o início da greve, segundo a APP-Sindicato, os professores e funcionários promoverão mobilizações para pressionar o governo a revogar a resolução 113/2017, que institui as mudanças.
A AAP obteve liminar na Justiça para suspender a redução da hora-atividade mas o governo recorreu. Outras ações também foram aprovadas, como recepção ao governador e deputados federais em todo Estado, tendo como pauta a revogação da chamada resolução das medidas e a "sensibilização" dos parlamentares sobre a reforma da previdência.
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