Um levantamento feito pelo G1 aponta irregularidades em licitações envolvendo o transporte público em sete cidades do Paraná. O esquema, de acordo com documentos obtidos pela reportagem, tem como alvos o advogado do Sindicato das Empresas de Ônibus de CuritibaSacha Reck, a empresa Logitrans e as famílias Constantino e Gulin.
O estudo indicou irregularidades em outras cidades brasileiras. No Paraná, o problema foi identificado em Foz do Iguaçu, Maringá, Guarapuava, Telêmaco Borba, Paranaguá, Pontal do Paraná e Piraquara.
As fraudes já tinham sido apontadas pela Operação Riquixá, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em Curitiba e cidades do interior do estado no dia 29 de junho. O nome da operação faz referência a uma espécie de veículo utilizado para o transporte de carga e pessoas que pode ser pedalado ou puxado por alguém.Seis pessoas chegaram a ser presas, mas foram soltas dias depois.
G1
O ex-prefeito de Guarapuava Luiz Fernando Ribas Carli, a ex-secretária de Administração do município, o ex-diretor do departamento de licitações da prefeitura, além de dois ex-assessores e os donos da empresa Pérola do Oeste, concessionária que comanda o transporte coletivo guarapuavano, foram denunciados.
Também foram denunciados dois advogados e sócios de empresas especializadas em engenharia de transportes. Entre eles, está o advogado Sacha Reck, preso pela suposta fraude em 29 de junho. De acordo com o MP, eles seriam os operadores do esquema em Guarapuava em outros municípios.
O ex-prefeito de Guarapuava Luiz Fernando Ribas Carli, a ex-secretária de Administração do município, o ex-diretor do departamento de licitações da prefeitura, além de dois ex-assessores e os donos da empresa Pérola do Oeste, concessionária que comanda o transporte coletivo guarapuavano, foram denunciados.
Também foram denunciados dois advogados e sócios de empresas especializadas em engenharia de transportes. Entre eles, está o advogado Sacha Reck, preso pela suposta fraude em 29 de junho. De acordo com o MP, eles seriam os operadores do esquema em Guarapuava em outros municípios.

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