Para se adequar aos moldes do que está sendo praticado no mercado atualmente, os preços do pedágio no Paraná deveriam ser reduzidos pela metade e a quantidade de obras nas rodovias tinha de dobrar.
O estudo reúne dados apurados pela empresa de consultoria Macrologística e também informações coletadas pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).
Não é um levantamento sobre a possibilidade de renovação de contratos de pedágio. Mas, na prática, aponta indícios de em quais situações seria vantajoso manter as empresas que já administram as rodovias. Também serve de parâmetro para o Ministério dos Transportes, que desde meados do ano passado está avaliando em que condições aceitaria estender a delegação das rodovias federais ao governo do Paraná e concordar com a renovação dos contratos. O resultado das análises preliminares deve sair no fim do mês.
O estudo conduzido pela Fiep busca, indiretamente, uma resposta para o dilema: manter as altas tarifas do pedágio, esperar os contratos acabarem em 2021 e fazer novas licitações; ou reduzir os preços agora, com novas exigências de obras, mas prorrogando os contratos atuais, com todos os defeitos que têm, por mais vários anos?

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