Na data, mais de 200 pessoas ficaram feridas no confronto entre a Polícia Militar (PM) e professores, que estavam em greve e protestavam em frente à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).
Eles foram apontados pelo MP-PR como os responsáveis pela operação policial realizada no dia do conflito. Entre as irregularidades cometidas pelos requeridos, conforme o Ministério Público, estão excesso de força e gastos indevidos.
A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) informou, por meio de nota, que "lamenta o comportamento da comissão nomeada pelo Ministério Público para investigar os fatos ocorridos em 29 de abril no Centro Cívico, que não permitiu ao Estado ter acesso aos autos da investigação"
Segundo a nota, a PGE apresentou requerimento, no dia 29 de maio, no procedimento preparatório de inquérito civil para ter acesso à investigação, porém, o requerimento não chegou a ser analisado.

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