O juiz federal Sérgio Moro deve proferir nos próximos dias, a sentença referente à ação penal em que o ex-deputado André Vargas (ex-PT) responde pelos crimes de corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro, juntamente com seu irmão, Leon Vargas; e o publicitário Ricardo Hoffmann - primo distante da senadora Gleisi Hoffmann (PT). Com informações da Folha de Londrina.
Moro recebeu nesta segunda-feira, 14, os autos conclusos para a sentença depois que os advogados dos acusados protocolaram suas alegações finais, apresentando argumentos em defesa de seus clientes e pedindo a absolvição dos mesmos no julgamento.
Segundo os investigadores, Vargas recebeu por meio de suas empresas LSI Soluções e Limiar Consultoria, nas quais seu irmão Leon é sócio, e apontadas pelos investigadores como fachada para receber propinas de R$ 1,1 milhão.
O valor pago para o ex-deputado, conforme os procuradores, facilitou a contratação da agência de publicidade Borghi Lowe, da qual Hoffman era diretor, por órgãos públicos. O repasse dos valores, segundo as investigações, ocorreu da seguinte forma: a Borghi solicitava a empresas subcontratadas a realização de serviços de publicidade legais, entretanto as orientava a realizar pagamentos de comissões devidas - conhecidas como bônus volume, no valor de 10% dos contratos - para contas das empresas Limiar e LSI.
Vargas e Leon também são réus em outra ação penal que tramita na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba. Eles, juntamente com Edilaira Gomes Soares, esposa do ex-deputado, são acusados de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal na compra de uma mansão em Londrina.
Segundo os investigadores, Vargas recebeu por meio de suas empresas LSI Soluções e Limiar Consultoria, nas quais seu irmão Leon é sócio, e apontadas pelos investigadores como fachada para receber propinas de R$ 1,1 milhão.
O valor pago para o ex-deputado, conforme os procuradores, facilitou a contratação da agência de publicidade Borghi Lowe, da qual Hoffman era diretor, por órgãos públicos. O repasse dos valores, segundo as investigações, ocorreu da seguinte forma: a Borghi solicitava a empresas subcontratadas a realização de serviços de publicidade legais, entretanto as orientava a realizar pagamentos de comissões devidas - conhecidas como bônus volume, no valor de 10% dos contratos - para contas das empresas Limiar e LSI.
Vargas e Leon também são réus em outra ação penal que tramita na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba. Eles, juntamente com Edilaira Gomes Soares, esposa do ex-deputado, são acusados de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal na compra de uma mansão em Londrina.

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