domingo, maio 24, 2015
Angela é condenada a 36 anos e Aparecida a 34 anos
Após cerca de 14 horas de julgamento o Corpo de Jurados condenou Ângela Nicoliche a 36 anos e Aparecida Marta Nicolete a 34 anos. As sentenças foram proferidas pela juíza Carmen Mondin, que presidiu o júri.
Desde o início o promotor Felipe Gehr do julgamento, pediu a condenação das rés, indiciadas por homicídio qualificado consumado, tentativa de homicídio, incêndio, falsificação de documento público e tentativa de subtração de incapaz.
Caso
Os crimes aconteceram no dia 1 de junho de 2013 numa casa perto do Campo do Pavão em Guarapuava quando as duas mulheres tentaram sequestrar um bebê.
Já defesa de Angela Nicoliche “patrocinada” pelos advogados Silvaney Oliveira e Eduardo Morais sustentou a tese da auto defesa. A ré negou a autoria dos crimes, depondo que ao chegar na casa de Ana Paula Galeski, que morreu após ter 42% do corpo queimado no incêndio criminoso, encontrou dois homens que discutiam com a vítima, cobravam dívidas, quebraram o que tinha dentro da residência e depois atearam fogo. Numa das contradições das rés, Aparecida disse que ela e Angela tinham sido contratadas por Ana Paula para fazer um “trabalho” e que a mistura de produtos colocados numa panela, pegou fogo e provocou o incêndio.
O advogado Jairo Cavalaro, defensor de Aparecida Nicolete, pediu a absolvição da ré no crime de falsificação de documento público. Uma certidão de nascimento contendo Angela como mãe de uma menina, mas com nome masculino foi comprovadamente falsificada. A certidão estava na sacola utilizada pelas mulheres para colocar o bebê sequestrado. Também forma encontradas roupas infantis cor de rosa e o documentos das duas mulheres.
As condenadas retornam ao presidio feminino de Tremembé, no interior de São Paulo, onde já cumprem pena por sequestro de outro bebê.
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