quinta-feira, julho 28, 2011

Morreu em São Paulo o leão "Ariel" de Maringá

O leão Ariel, de Maringá, que estava em tratamento para recuperar o movimento das patas, morreu nesta quarta-feira (27), em São Paulo. O drama do bicho, que estava tetraplégico e sofria de uma doença degenerativa, mobilizou usuários da rede social Facebook, que se uniram para ajudar no custeio do tratamento do felino.
A informação da morte de Ariel foi confirmada pela proprietária do animal, Raquel Borges. "No momento da morte, ele [Ariel] não estava sendo submetido a nenhum tratamento. Ele fez três sessões e faria a quarta", disse Raquel ao se referir a um tratamento parecido com uma hemodiálise pelo qual o animal passou nos últimos dias.
A causa da morte será investigada pelaUniversidade de São Paulo (USP), para onde o corpo do animal foi encaminhado. Raquel ainda não havia decidido, até esta quarta-feira (27), onde faria o enterro do bicho.
"Tenho outros animais em Maringá, e eu tenho que cuidar deles. De Ariel, vou lembrar do amor e o respeito pela vida. Era um animal selvagem que foi capaz de entender o ser humano. Ele veio para mudar a minha vida e a de milhares de pessoas. Veio para unir as pessoas e fazer com que acreditássemos no ser humano", diz Raquel.
Problemas começaram há um ano
Ariel se machucou em julho de 2010, em uma brincadeira no canil onde morava, em Maringá. O animal estava brincando com bexigas, no momento em que pulou e caiu e se machucou. A situação do leão piorou ainda naquele ano, quando os músculos das patas dianteiras começaram a se atrofiar, deixando o animal completamente dependente dos tratadores. Ele foi levado a São Paulo para se tratar.
O leão tinha 3 anos e vivia dentro da casa deAry Marcos Borges da Silva e de sua esposaRaquel Borges, em um canil especializado no treinamento de cães policiais. O casal também convive com onze tigres.
Nas últimas semanas, um tratamento parecido com uma hemodiálise voltou a dar esperanças aos criadores e fãs do leão. Segundo a proprietária do leão, Raquel Borges, o tratamento, doado por um empresário de São Paulo, consistia na transfusão do sangue de Ariel, como se faz na hemodiálise.
A técnica, chamada de plasmaferese, consiste na separação do plasma sanguíneo de outros elementos do sangue, pelo processo de centrifugação. O processo é utilizado, geralmente, na remoção de anticorpos e complexos auto-imunes. O tratamento era realizado na casa da veterinária responsável pelo leão, em São Paulo, onde o animal estava hospedado.
Drama de Ariel repercutiu nas redes sociais
O drama em torno de Ariel ganhou repercussão na imprensa e nas redes sociais. No Facebook, uma corrente de solidariedade foi mobilizada em prol do animal. A página virtual "Ajuda ao Leão Ariel" tinha, até esta quarta-feira (27), cerca de 60 mil seguidores, que arrecadam fundos para custear as despesas no tratamento.
Por causa da repercussão, três médicas israelenses especialistas em leões vieram ao Brasilexaminar o animal para tentar diagnosticar o problema. As despesas da viagem foram pagas pela modelo paranaense Graziela Barrette, que mora em Nova York, e por uma empresa de suco.

Nenhum comentário:

É DESTAQUE !!

COLISÃO DE VEÍCULOS SEGUIDA DE CAPOTAMENTO NA AVENIDA SANTOS DUMONT EM LARANJEIRAS DO, SUL

  COLISÃO DE VEÍCULOS SEGUIDA DE CAPOTAMENTO NO CRUZAMENTO DA\AVENIDA SANTOS DUMONT  COM TEIXA SOARES EM  LARANJEIRAS DO SUL MAIS INFORMAÇOE...

LARANJEIRAS DO SUL NO COMBATE A DENGUE

LARANJEIRAS DO SUL NO COMBATE A DENGUE