
Não foram só os pré-candidatos a deputado estadual do PT que chiaram com a imposição de um “chapão” com o PMDB para as eleições proporcionais. A coligação com o partido de maior bancada assustou partidos menores que veem poucas chances de eleger parlamentares nesta aliança.
Enquanto, pelo projeto, alguns partidos dizem que aceitam o sacrifício, o PRB mudou drasticamente de lado e, após aprovar em convenção a coligação com o PT, coligou-se, ontem, com o PSDB.
“A permanência na coligação com PT e PMDB inviabilizaria o partido. Seria uma atitude suicida”, disse o deputado estadual Pastor Praczyk (PRB). “Tínhamos um acordo com o PT, mas o PMDB não estava nos planos. Como, por imposição da nacional do PT, eles não puderam cumprir o acordo, buscamos o PSDB, que nos ofereceu uma coligação bem mais justa”, disse o deputado, justificando que, enquanto teria o direito de indicar sete candidatos no chapão PT, PDT e PMDB, pôde inscrever 24 nomes numa coligação com PSDB, PP, DEM, PTB e PRB.
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