
Segundo as primeiras informações, foram expedidos pela Justiça 15 mandados de prisão de pessoas envolvidas nos escândalos da Asssembleia Legislativa do Paraná revelados pela Gazeta do Povo e pela RPC TV na série de reportagens intitulada Diários Secretos. Além das prisões, o Ministério Público com apoio de policiais tenta também cumprir 26 mandados de busca e apreensão de documentos.
Nassif teve cumprido o pedido de prisão preventiva e já foi encaminhado para a sede do Gaeco em Curitiba. Ele deve ser transferido para o Quartel General da Polícia Militar em Curitiba, onde já esteve preso e saiu beneficiado pela concessão de um habeas-corpus. No quartel também está o ex-diretor-geral da Assembleia Legislativa do Paraná, Abib Miguel, conhecido como Bibinho, que voltou para a cadeia por volta da 1h30 da madrugada de sexta-feira depois de ficar apenas cinco horas em liberdade. Contra Abib Miguel foi aprovado mais um pedido de prisão preventiva.
O diretor da gráfica da AL, Luis Carlos Monteiro, foi preso em sua residência, no Bairro Seminário, em Curitiba, e conduzido à Asssembleia Legislativa. Ele está acompanhado por vários promotores e auditores do Ministério Público.
Prisão
Os policiais do Gaeco prenderam Abib Miguel quando ele saiu de casa para levar os filhos, por volta da 1 hora da madrugada de sexta-feira. Isso porque a lei não permite que policiais entrem nas residências até as 6 horas da manhã para efetuar prisões.
Bibinho foi levado para o Gaeco, por volta das 1h10, e depois foi levado novamente para o Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, no Centro de Curitiba, de onde havia sido solto por volta das 20h30 de quinta-feira (6).
Denúncia do MP
O Ministério Público denunciou criminalmente os ex-diretores e o servidor João Leal de Matos na segunda-feira (3). Eles são acusados de envolvimento no esquema de contratação de funcionários fantasmas e lavagem de dinheiro na Assembleia e foram denunciados pelos crimes formação de quadrilha, por cometer 1.182 vezes o crime de peculato (crime contra a administração pública), lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Cinco parentes de Matos ainda respondem por peculato. Todas as irregularidades podem render aos acusados uma pena que varia de 42 anos a 297 anos de prisão.
Aguarde mais informações em instantes
Um comentário:
o GAECO tinha e ir na alep em dia de expediente, imaginem a correria de deputados tentando deixar o prédio kkkkkkkkk
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