VIAS DE FATO
O solicitante (adolescente de 17 anos) relatou que por volta das 00h: 05min estava na Rua Marechal Candido Rondon, nas proximidades da distribuidora de bebidas do Rodolfo, quando foi agredido por uma pessoa com socos na cabeça.
Que não sabe as razões de tais agressões e que não é a primeira vez que é agredido.
A equipe efetuou patrulhamentos, porém o agressor não foi localizado, o adolescente foi orientado a procurar o hospital para ser atendido, pois sentia dores na cabeça e também a procurar a 2ª sdp para demais procedimentos.
Sd QPM 1- 0 Elenir Navarro
Plantão COPOM 2ºCia/16º BPM/4º CRPM
sábado, novembro 29, 2014
A face tucana do PT
Para tirar o País da recessão e disciplinar as contas públicas, a presidente Dilma adota o receituário do PSDB, que tanto criticou na campanha, e anuncia uma composição ministerial com jeito de oposição
Se os símbolos dos partidos políticos retratassem as posições das legendas e dos seus principais representantes, a estrela do PT no segundo mandato de Dilma Rousseff poderia ganhar um bico tucano, símbolo maior do PSDB. Mesmo sob os protestos do seu partido e de aliados fisiológicos, Dilma dá aos primeiros contornos do seu próximo governo uma aparência semelhante ao que seus opositores defenderam durante a eleição. A explicação para a mudança de rumo é simples: a presidente precisa tirar o País do atoleiro em que se encontra. E o sucesso do próximo mandato depende diretamente da retomada do crescimento e do controle dos gastos públicos, que andam desgovernados. Para fazer isso, foi preciso assumir, mesmo que a contragosto, que ela e sua equipe econômica erraram muito nos últimos anos. Ao reconhecer que algumas das propostas defendidas pelo adversário Aécio Neves (PSDB) durante a campanha eram mesmo vitais para a correção de rota, ficou difícil para Dilma fugir de uma composição ministerial com jeito de oposição e se livrar da acusação de ter cometido estelionato eleitoral.
Na última quinta-feira 27, a presidente confirmou as expectativas que rondavam o mercado há algumas semanas e oficializou sua nova equipe econômica. Em uma tentativa de reconstruir suas relações com investidores e grandes empresários, escolheu o economista Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda. O novo ministro é ligado aos tucanos e participou do governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Ele defende, sem subterfúgios, rigor no controle fiscal e arrocho das contas públicas, propostas que Dilma demonizou durante a campanha.
As ironias que envolvem a escolha não param por aí. Levy mantém relações próximas com Aécio Neves e segue a mesma linha do amigo Armínio Fraga, o economista que montou o plano de governo da área para o PSDB na última eleição. Durante a campanha, Dilma atribuiu a Fraga uma futura culpa pela recessão ou pela falta de comida e emprego para os brasileiros de baixa renda, em um eventual governo tucano. A opção por um ministro alinhado com o grupo do seu maior adversário causou estranheza. “É uma decisão da presidente. É um quadro qualificado, com quem tenho uma relação pessoal. Mas fico com uma expressão usada hoje pelo ministro Armínio Fraga: a indicação de Joaquim Levy é comparável a um grande quadro da CIA ser convidado para comandar a KGB.”
A inclinação de Dilma em direção às ideias da oposição, que ela combateu durante a campanha, ficou evidente também em relação aos juros. A presidente repetiu diversas vezes que as propostas econômicas do PSDB, e a promessa de perseguir o controle da inflação, iriam causar o aumento dos juros e provocar recessão e desemprego. Seus programas e seus discursos demonstravam que essas propostas estavam distantes dos planos do PT. No dia seguinte ao resultado do segundo turno da eleição, no entanto, ela anunciou o reajuste dos combustíveis. Dois dias depois, o Banco Central aumentou as taxas de juros para 11,25%, o maior patamar em três anos. A decisão pegou o mercado de surpresa e evidenciou quão pouco valiam as promessas eleitorais da presidente.
Embora a repercussão da escolha do novo ministro da Fazenda alinhado com as metas fiscais e o controle das contas desperte certo otimismo, ainda há um clima de desconfiança em relação à postura de Dilma, que sempre tentou comandar a política econômica ditando as regras pessoalmente. Agora, Levy assume com a promessa de independência e carta-branca para tomar o rumo de uma sonhada – e ainda improvável – guinada na economia. Em sua primeira aparição pública depois da confirmação de seu nome, Levy, acompanhado do escolhido para o Planejamento, Nelson Barbosa, e de Alexandre Tombini, que fica no Banco Central, deixou claro que é ortodoxo e que vai trabalhar para restabelecer o superávit primário nas contas públicas e atingir uma economia de 1,2% do PIB em 2015. “Alcançar essas metas será fundamental para um aumento da confiança e criará bases para a retomada do crescimento da economia e da evolução dos avanços sociais”, disse Levy.
Em muitos aspectos manifestados depois do resultado das urnas, a presidente reeleita parece outra pessoa. Antes, ela se armava com números – muitas vezes equivocados – sobre a economia, adotava um discurso repetitivo de que não havia descontrole de gastos e que a inflação a 6,5% estava controlada. Agora, sua nova equipe econômica vai promover cortes, trabalhar para puxar a inflação para a meta de 4,5% e adotar as medidas impopulares que a então candidata tantas vezes, em tom de ameaça de quem previa o caos, disse que seus adversários adotariam. Ao escalar seu time, Dilma mostrou que ficou impossível continuar atuando como a personagem que tem o controle de um País próspero, à imagem e semelhança do que era mostrado nos programas eleitorais elaborados pelo marqueteiro de campanha, João Santana.
As contradições entre o discurso de Dilma e do seu partido e as primeiras medidas que ela adotou depois de eleita despertaram reações em diversos setores que a apoiaram. Um manifesto com mais de 4.500 assinaturas de petistas resume a insatisfação. O texto afirma que é preciso manter a coerência e obedecer ao projeto de governo apresentado durante a eleição. Um dos articuladores do manifesto, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e conselheiro econômico da presidente Dilma, resume o sentimento de quem assina o documento. “O problema é que o projeto de governo que ganhou não vingou. Então, Dilma terminou comprando a versão da política e da economia que os adversários diziam que era a correta. Não vejo isso como um bom sinal. A sociedade não deve ser surpreendida com mudanças nos programas depois das eleições”, opina o economista.
As recentes decisões da presidente Dilma e suas escolhas afinadas com a cartilha da oposição irritaram petistas de todas as correntes. No partido, o sentimento é de que a presidente que assume o segundo mandato segue com o antigo defeito de não dialogar antes de decidir e ignorar as posições do PT sobre diversos assuntos. A incapacidade da presidente de ouvir aliados foi um dos principais empecilhos para a consolidação de alianças em torno do projeto de reeleição. Dilma sofreu resistências dentro do próprio partido e foi obrigada a prometer uma mudança de postura. Coisa que petistas experientes reclamam que não está acontecendo.
Mesmo diante da insatisfação generalizada, poucos militantes de peso admitem publicamente as críticas que fazem nos bastidores à presidente. Raros são os militantes históricos e influentes que levantam a cabeça para marcar posição de resistência às mudanças do segundo mandato. Ex-dirigente nacional, Valter Pomar é um bom exemplo dessa dualidade. Líder da corrente Articulação de Esquerda, ele assina o manifesto em defesa da coerência da presidente reeleita e do respeito ao programa do partido, mas concede: “Dadas a relação de forças no Congresso, as debilidades da esquerda e dos setores populares, para não falar de certas dificuldades estruturais, sabemos que não há condições de fazermos o governo dos nossos sonhos”, diz Pomar. “O que não pode acontecer é acharmos que esta situação difícil é imutável. Para evitar isso, o governo deve ajudar a democratizar a comunicação, ajudar a luta pela reforma política e fazer tudo o que estiver ao seu alcance para manter e melhorar a vida material e cultural da classe trabalhadora”, acrescenta. Pomar agora tem a expectativa de que, depois da escolha da equipe econômica, Dilma nomeie ministros que sinalizem na direção de suas preocupações.
A revolta dos apoiadores de Dilma com a guinada ensaiada para os próximos meses se espalha por outros setores. Na Agricultura, por exemplo, a presidente promove uma incrível coleção de posições divergentes. Em agosto, quando estava em plena campanha, a então candidata participou de uma sabatina na Confederação Nacional da Agricultura (CNA). Diante de uma plateia lotada de grandes ruralistas e representantes de peso do agronegócio, Dilma não causou entusiasmo com seu discurso. Ela prometeu trabalhar pela “classe média rural” e afirmou que a proposta pleiteada por empresários sobre regulamentação dos contratos terceirizados deveria ser amplamente debatida com trabalhadores. A frieza com que os ruralistas receberam o discurso de Dilma contrastou, dias depois, com o entusiasmo que eles demonstraram na recepção ao candidato Aécio Neves. O tucano foi ovacionado ao defender a proposta de criar um superministério na área e repetir que o agronegócio precisava ter espaço no governo proporcional ao seu tamanho e importância.
Para quem assistiu ao duelo eleitoral, parecia que o cenário era de ideologias partidárias. Dilma, do PT, defendia os ruralistas e suas reivindicações com a cautela de quem representava um partido de esquerda, historicamente ligado a movimentos sociais e às minorias. Às vésperas de anunciar seu novo ministério, o cenário mudou. Dilma se prepara para enfrentar seus aliados e apoiadores por nomear como ministra da Agricultura a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO). A parlamentar é uma grande produtora rural, preside a CNA e é adversária histórica de entidades ambientalistas e dos movimentos sociais que lutam por terras. Ao convidar um símbolo do ruralismo e dos grandes latifúndios, Dilma ignora os apelos do PT e abre espaço para os pleitos da categoria, que antes ela parecia não apoiar. A indicação aumenta, além disso, o clima tenso entre PT e PMDB, que tem na pasta da Agricultura um dos seus feudos e na senadora do Tocantins – neófita no partido – uma concorrente pelo comando da pasta.
Ao se aproximar dos ruralistas nos moldes do que prometeu fazer o PSDB, Dilma deixou em alerta entidades e instituições historicamente aliadas ao PT. Quando percebeu as resistências que se formam nos mais diferentes setores, ela recebeu um grupo de intelectuais no Planalto durante duas horas na semana passada. Ouviu as críticas sem muita paciência, mas prometeu não abandonar as diretrizes que seu partido e aliados defendem. O problema é que a governabilidade construída por ela depende diretamente das forças antagônicas que deram respaldo à sua reeleição. O preço dessas alianças começa a pesar nas costas da presidente e as pressões para manter-se coerente já não surtem efeitos. Ao estilo Dilma, a presidente deixa de lado diretrizes das propostas e das ideias que defendeu ao longo da campanha sem fornecer explicações. Reeleita, dá sinais de que simpatiza com a cartilha tucana – ou de que pelo menos se convenceu de que o receituário do PSDB, tão criticado por ela na campanha, é o melhor caminho agora – e que seu segundo mandato terá menos a cara do PT. A tucanização do PT pode ser a receita para evitar um novo fiasco. O problema é se os próprios eleitores de Dilma começarem a pensar que, se era para copiar o ideário tucano, teria sido melhor ter escolhido o original, e não a imitação. O raciocínio faz todo sentido.
Por Izabelle Torres, na IstoÉ
Se os símbolos dos partidos políticos retratassem as posições das legendas e dos seus principais representantes, a estrela do PT no segundo mandato de Dilma Rousseff poderia ganhar um bico tucano, símbolo maior do PSDB. Mesmo sob os protestos do seu partido e de aliados fisiológicos, Dilma dá aos primeiros contornos do seu próximo governo uma aparência semelhante ao que seus opositores defenderam durante a eleição. A explicação para a mudança de rumo é simples: a presidente precisa tirar o País do atoleiro em que se encontra. E o sucesso do próximo mandato depende diretamente da retomada do crescimento e do controle dos gastos públicos, que andam desgovernados. Para fazer isso, foi preciso assumir, mesmo que a contragosto, que ela e sua equipe econômica erraram muito nos últimos anos. Ao reconhecer que algumas das propostas defendidas pelo adversário Aécio Neves (PSDB) durante a campanha eram mesmo vitais para a correção de rota, ficou difícil para Dilma fugir de uma composição ministerial com jeito de oposição e se livrar da acusação de ter cometido estelionato eleitoral.
Na última quinta-feira 27, a presidente confirmou as expectativas que rondavam o mercado há algumas semanas e oficializou sua nova equipe econômica. Em uma tentativa de reconstruir suas relações com investidores e grandes empresários, escolheu o economista Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda. O novo ministro é ligado aos tucanos e participou do governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Ele defende, sem subterfúgios, rigor no controle fiscal e arrocho das contas públicas, propostas que Dilma demonizou durante a campanha.
As ironias que envolvem a escolha não param por aí. Levy mantém relações próximas com Aécio Neves e segue a mesma linha do amigo Armínio Fraga, o economista que montou o plano de governo da área para o PSDB na última eleição. Durante a campanha, Dilma atribuiu a Fraga uma futura culpa pela recessão ou pela falta de comida e emprego para os brasileiros de baixa renda, em um eventual governo tucano. A opção por um ministro alinhado com o grupo do seu maior adversário causou estranheza. “É uma decisão da presidente. É um quadro qualificado, com quem tenho uma relação pessoal. Mas fico com uma expressão usada hoje pelo ministro Armínio Fraga: a indicação de Joaquim Levy é comparável a um grande quadro da CIA ser convidado para comandar a KGB.”
A inclinação de Dilma em direção às ideias da oposição, que ela combateu durante a campanha, ficou evidente também em relação aos juros. A presidente repetiu diversas vezes que as propostas econômicas do PSDB, e a promessa de perseguir o controle da inflação, iriam causar o aumento dos juros e provocar recessão e desemprego. Seus programas e seus discursos demonstravam que essas propostas estavam distantes dos planos do PT. No dia seguinte ao resultado do segundo turno da eleição, no entanto, ela anunciou o reajuste dos combustíveis. Dois dias depois, o Banco Central aumentou as taxas de juros para 11,25%, o maior patamar em três anos. A decisão pegou o mercado de surpresa e evidenciou quão pouco valiam as promessas eleitorais da presidente.
Embora a repercussão da escolha do novo ministro da Fazenda alinhado com as metas fiscais e o controle das contas desperte certo otimismo, ainda há um clima de desconfiança em relação à postura de Dilma, que sempre tentou comandar a política econômica ditando as regras pessoalmente. Agora, Levy assume com a promessa de independência e carta-branca para tomar o rumo de uma sonhada – e ainda improvável – guinada na economia. Em sua primeira aparição pública depois da confirmação de seu nome, Levy, acompanhado do escolhido para o Planejamento, Nelson Barbosa, e de Alexandre Tombini, que fica no Banco Central, deixou claro que é ortodoxo e que vai trabalhar para restabelecer o superávit primário nas contas públicas e atingir uma economia de 1,2% do PIB em 2015. “Alcançar essas metas será fundamental para um aumento da confiança e criará bases para a retomada do crescimento da economia e da evolução dos avanços sociais”, disse Levy.
Em muitos aspectos manifestados depois do resultado das urnas, a presidente reeleita parece outra pessoa. Antes, ela se armava com números – muitas vezes equivocados – sobre a economia, adotava um discurso repetitivo de que não havia descontrole de gastos e que a inflação a 6,5% estava controlada. Agora, sua nova equipe econômica vai promover cortes, trabalhar para puxar a inflação para a meta de 4,5% e adotar as medidas impopulares que a então candidata tantas vezes, em tom de ameaça de quem previa o caos, disse que seus adversários adotariam. Ao escalar seu time, Dilma mostrou que ficou impossível continuar atuando como a personagem que tem o controle de um País próspero, à imagem e semelhança do que era mostrado nos programas eleitorais elaborados pelo marqueteiro de campanha, João Santana.
As contradições entre o discurso de Dilma e do seu partido e as primeiras medidas que ela adotou depois de eleita despertaram reações em diversos setores que a apoiaram. Um manifesto com mais de 4.500 assinaturas de petistas resume a insatisfação. O texto afirma que é preciso manter a coerência e obedecer ao projeto de governo apresentado durante a eleição. Um dos articuladores do manifesto, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e conselheiro econômico da presidente Dilma, resume o sentimento de quem assina o documento. “O problema é que o projeto de governo que ganhou não vingou. Então, Dilma terminou comprando a versão da política e da economia que os adversários diziam que era a correta. Não vejo isso como um bom sinal. A sociedade não deve ser surpreendida com mudanças nos programas depois das eleições”, opina o economista.
As recentes decisões da presidente Dilma e suas escolhas afinadas com a cartilha da oposição irritaram petistas de todas as correntes. No partido, o sentimento é de que a presidente que assume o segundo mandato segue com o antigo defeito de não dialogar antes de decidir e ignorar as posições do PT sobre diversos assuntos. A incapacidade da presidente de ouvir aliados foi um dos principais empecilhos para a consolidação de alianças em torno do projeto de reeleição. Dilma sofreu resistências dentro do próprio partido e foi obrigada a prometer uma mudança de postura. Coisa que petistas experientes reclamam que não está acontecendo.
Mesmo diante da insatisfação generalizada, poucos militantes de peso admitem publicamente as críticas que fazem nos bastidores à presidente. Raros são os militantes históricos e influentes que levantam a cabeça para marcar posição de resistência às mudanças do segundo mandato. Ex-dirigente nacional, Valter Pomar é um bom exemplo dessa dualidade. Líder da corrente Articulação de Esquerda, ele assina o manifesto em defesa da coerência da presidente reeleita e do respeito ao programa do partido, mas concede: “Dadas a relação de forças no Congresso, as debilidades da esquerda e dos setores populares, para não falar de certas dificuldades estruturais, sabemos que não há condições de fazermos o governo dos nossos sonhos”, diz Pomar. “O que não pode acontecer é acharmos que esta situação difícil é imutável. Para evitar isso, o governo deve ajudar a democratizar a comunicação, ajudar a luta pela reforma política e fazer tudo o que estiver ao seu alcance para manter e melhorar a vida material e cultural da classe trabalhadora”, acrescenta. Pomar agora tem a expectativa de que, depois da escolha da equipe econômica, Dilma nomeie ministros que sinalizem na direção de suas preocupações.
A revolta dos apoiadores de Dilma com a guinada ensaiada para os próximos meses se espalha por outros setores. Na Agricultura, por exemplo, a presidente promove uma incrível coleção de posições divergentes. Em agosto, quando estava em plena campanha, a então candidata participou de uma sabatina na Confederação Nacional da Agricultura (CNA). Diante de uma plateia lotada de grandes ruralistas e representantes de peso do agronegócio, Dilma não causou entusiasmo com seu discurso. Ela prometeu trabalhar pela “classe média rural” e afirmou que a proposta pleiteada por empresários sobre regulamentação dos contratos terceirizados deveria ser amplamente debatida com trabalhadores. A frieza com que os ruralistas receberam o discurso de Dilma contrastou, dias depois, com o entusiasmo que eles demonstraram na recepção ao candidato Aécio Neves. O tucano foi ovacionado ao defender a proposta de criar um superministério na área e repetir que o agronegócio precisava ter espaço no governo proporcional ao seu tamanho e importância.
Para quem assistiu ao duelo eleitoral, parecia que o cenário era de ideologias partidárias. Dilma, do PT, defendia os ruralistas e suas reivindicações com a cautela de quem representava um partido de esquerda, historicamente ligado a movimentos sociais e às minorias. Às vésperas de anunciar seu novo ministério, o cenário mudou. Dilma se prepara para enfrentar seus aliados e apoiadores por nomear como ministra da Agricultura a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO). A parlamentar é uma grande produtora rural, preside a CNA e é adversária histórica de entidades ambientalistas e dos movimentos sociais que lutam por terras. Ao convidar um símbolo do ruralismo e dos grandes latifúndios, Dilma ignora os apelos do PT e abre espaço para os pleitos da categoria, que antes ela parecia não apoiar. A indicação aumenta, além disso, o clima tenso entre PT e PMDB, que tem na pasta da Agricultura um dos seus feudos e na senadora do Tocantins – neófita no partido – uma concorrente pelo comando da pasta.
Ao se aproximar dos ruralistas nos moldes do que prometeu fazer o PSDB, Dilma deixou em alerta entidades e instituições historicamente aliadas ao PT. Quando percebeu as resistências que se formam nos mais diferentes setores, ela recebeu um grupo de intelectuais no Planalto durante duas horas na semana passada. Ouviu as críticas sem muita paciência, mas prometeu não abandonar as diretrizes que seu partido e aliados defendem. O problema é que a governabilidade construída por ela depende diretamente das forças antagônicas que deram respaldo à sua reeleição. O preço dessas alianças começa a pesar nas costas da presidente e as pressões para manter-se coerente já não surtem efeitos. Ao estilo Dilma, a presidente deixa de lado diretrizes das propostas e das ideias que defendeu ao longo da campanha sem fornecer explicações. Reeleita, dá sinais de que simpatiza com a cartilha tucana – ou de que pelo menos se convenceu de que o receituário do PSDB, tão criticado por ela na campanha, é o melhor caminho agora – e que seu segundo mandato terá menos a cara do PT. A tucanização do PT pode ser a receita para evitar um novo fiasco. O problema é se os próprios eleitores de Dilma começarem a pensar que, se era para copiar o ideário tucano, teria sido melhor ter escolhido o original, e não a imitação. O raciocínio faz todo sentido.
Por Izabelle Torres, na IstoÉ
Nova Laranjeiras:Prefeitura vistoria a construção das cabeceiras em concreto usinado, da ponte que será construída na estrada principal do Rio Bananas
O prefeito de Nova Laranjeiras Lineu Gomes, acompanhado do Vereador Elvio Schafranski e da Vereadora Erna Muller Gomes, estiveram no final da manhã de sexta-feira(28), vistoriando a construção das cabeceiras em concreto usinado, da ponte que será construída na estrada principal do Rio Bananas, próximo a comunidade, onde hoje existe um "bueirão". O Prefeito Lineu, reitera a importância da troca do "bueirão", pela ponte de de concreto. “A nova construção diminuirá a possibilidade de estragos durante o período de cheias – unindo-se assim a segurança, o desenvolvimento e a sustentabilidade. Isso é fundamental”. O vereador Elvio, disse que "é uma obra prioritária para o povo que reside na região do Rio Bananas". Para a vereadora Erna, falou que" a ponte será de qualidade, trazendo mais segurança e garantindo que ela dure por muitos anos, sem precisar de manutenção".
Marquinho:Município recebe caravana do Natal Encantado do Paraná neste domingo (30)
Crianças receberão presentes e a visita do Papai Noel com música, teatro e muita alegria durante o mês de dezembro.
Pelo quarto ano consecutivo a caravana do Natal Encantado do Paraná vai levar o espírito natalino para todo o Estado. Duas caravanas irão percorrer 40 cidades do interior e do litoral levando a magia do natal e muitos presentes na bagagem para a criançada. Com início no dia 29 de novembro, a viagem segue até o dia 21 de dezembro.
O principal objetivo do Natal Encantado do Paraná é promover a cultura e a solidariedade em comunidades de situação de vulnerabilidade social. Acompanhando o Papai Noel, dois grupos de teatro levarão a magia do Natal para as comunidades. A Trupe Parabolé apresenta o espetáculo “A Caixa do Tempo” e o Grupo Rosy Greca apresenta “Sim, Papai Noel existe”.
Segundo Carlise Kwiatkowski, presidente do Provopar Estadual, a previsão com as caravanas do Natal Encantado é de atender a cerca de 40 mil crianças com doação de brinquedos. Ainda há tempo para quem quiser doar brinquedos, recursos ou alimentos, basta procurar as agências do Banco do Brasil, prefeituras e as unidades do Provopar. “Essa é uma grande festa e a oportunidade de trazer alegria para quem mais precisa”, afirmou Carlise.
As caravanas - Partindo de Curitiba, as caravanas farão uma viagem por 20 cidades cada uma. Cada caravana do Natal Encantado do Paraná tem a presença do Papai Noel com o seu baú de brinquedos e apresentação de uma companhia de teatro: Trupe Parabolé e o Grupo Rosy Greca. As crianças de cada cidade que forem até a caravana vão ganhar presentes por meio de distribuição antecipada de senhas.
A realização do Natal Encantado do Paraná é do Governo do Estado do Paraná, Provopar Estadual (Programa de Voluntariado Paranaense), CANAL/mkt e Ministério da Cultura; com patrocínio do Instituo Renault, Rodonorte, Caminhos do Paraná, Copel, Compagás, Sanepar, Viapar, Triunfo Econorte, Fomento Paraná e Usina Elétrica a Gás de Araucária. O apoio é das empresas Sindafep, Consórcio Servopa, Banco do Brasil, Dunlop, RPCTV, BRDE - Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, Cattalini, AERP - Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná, RCI Brasil. O Natal Encantado do Paraná é um projeto incentivado pela Lei Rouanet do Ministério da Cultura.
Música, teatro e circo levam o encanto do Natal para os municípios paranaenses
As companhias que irão acompanhar o Papai Noel são o Grupo Rosy Greca e o Grupo Parabolé Educação e Cultura (Trupe Parabolé). O primeiro grupo vai apresentar o espetáculo “Sim, Papai Noel Existe”. Com duração de aproximadamente trinta minutos, o Auto de Natal foi especialmente montado para o Natal Encantado com muita música e dança.
Composto de cinco personagens/bonecões, a história gira em torno da amizade entre o pequeno Nicolau, um menino cheio de fantasia e imaginação, e a menina Virgínia que, influenciada pela onda consumista, vive o conflito da descrença na figura do Papai Noel.
Completam a história Rodolfo, a rena do nariz luminoso, o Anjo da Fé, e o próprio Papai Noel. O texto e as músicas são da premiada compositora e artista Rosy Greca e a direção cênica da conceituada dramaturga e diretora teatral, Fátima Ortiz.
Na outra caravana, da qual o Grupo Parabolé faz parte, o espetáculo apresentado será "A caixa do Tempo". A Trupe mostra uma família que comemora o aniversário do seu filho que completa seus 18 anos e vai se mudar da casa dos pais. Para a data tão especial, os pais têm uma surpresa: durante toda a vida do menino, eles guardaram suas memórias em uma caixa, sem que ele soubesse.
O que poderia ser colocado dentro de uma caixa para alguém que está de partida e que remetesse toda sua vida até aquele momento? O público vai se encantar com essa história que fala de amizade, amor e respeito.
O texto é de Maíra Weber, cenografia de Levi Brandão e figurino Rennan Negrão de Queiroz.
O texto é de Maíra Weber, cenografia de Levi Brandão e figurino Rennan Negrão de Queiroz.
SERVIÇO:
Marquinho - apresentação será DOMINGO (30/11), às 19h30.
LOCAL: Ginásio João Carlos Baptistel, Rua XV de Novembro s/nº
LOCAL: Ginásio João Carlos Baptistel, Rua XV de Novembro s/nº
Grupo de teatro: Trupe Parabolé e VISITA DO PAPAI NOEL.
Confira as cidades que irão receber as caravanas do Natal Encantado
DATA
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CARAVANA 1 – Trupe Parabolé
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CARAVANA 2 – Grupo Rosy Greca
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29/nov
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Mallet
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Paranaguá
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30/nov
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Marquinho
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Sengés
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02/dez
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Porto Barreiro
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Siqueira Campos
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03/dez
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Bom Jesus do Sul
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Cornélio Procópio
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04/dez
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Capanema
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Ibiporã
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05/dez
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Santa Lúcia
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Rolândia
|
06/dez
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Lindoeste
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Faxinal
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07/dez
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São José das Palmeiras
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Rio Branco do Ivaí
|
09/dez
|
Ubiratã
|
Rosário do Ivaí
|
10/dez
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Jesuítas
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Grandes Rios
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11/dez
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Jaguapitã
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Borrazópolis
|
12/dez
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Centenário do Sul
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Kaloré
|
13/dez
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Lupionópolis
|
Lidianópolis
|
14/dez
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Cafeara
|
Jardim Alegre
|
16/dez
|
Bela Vista do Paraíso
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Ivaiporã
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17/dez
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Alvorada do Sul
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Arapuã
|
18/dez
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Cambé
|
Ariranha do Ivaí
|
19/dez
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Califórnia
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Altamira do Paraná
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20/dez
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Imbituva
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Juranda
|
21/dez
|
Prudentópolis
|
Mamborê PR - Curitiba
|
sexta-feira, novembro 28, 2014
Marquinho:Gloriosa Policia Militar apreende dois jovens com maconha, eles estavam com um veículo Gol de Cascavel
Drogas para consumo pessoal, dirigir sem possuir CNH ou PPD
A equipe em patrulhamento na área central da cidade, quando avistou na Rua Tiradentes o veiculo VW/gol com placas de Cascavel-Pr com dois ocupantes em atitude suspeita, e que ao visualizar a viatura os mesmo mudaram de direção, e se evadiram, foi iniciada a tentativa de aproximação ao veiculo, momento em que adentrou ao pátio de uma residencia que não tem cercas, porem a equipe tinha conhecimento de que os mesmos não eram moradores daquela residencia. Diante disso a equipe realizou a abordagem, em busca pessoal nos ocupantes nada de ilícito foi encontrado, porem no interior do veiculo foi encontrado duas buchas de substancia análoga a maconha, sendo que um dos ocupantes assumiu ser sua as buchas, após consulta nos documentos dos indivíduos foi constatado que o condutor não é habilitado e que o veiculo encontra-se com débitos, diante dos fatos foi lavrado as notificações cabíveis e o veiculo recolhido ao pátio do DPM, os dois ocupantes foram encaminhados até a 2ª SDP para as providencias cabíveis.
Sd. QPMG 1-0 Renato Marcondes Rocha
DPM de Marquinho.
A equipe em patrulhamento na área central da cidade, quando avistou na Rua Tiradentes o veiculo VW/gol com placas de Cascavel-Pr com dois ocupantes em atitude suspeita, e que ao visualizar a viatura os mesmo mudaram de direção, e se evadiram, foi iniciada a tentativa de aproximação ao veiculo, momento em que adentrou ao pátio de uma residencia que não tem cercas, porem a equipe tinha conhecimento de que os mesmos não eram moradores daquela residencia. Diante disso a equipe realizou a abordagem, em busca pessoal nos ocupantes nada de ilícito foi encontrado, porem no interior do veiculo foi encontrado duas buchas de substancia análoga a maconha, sendo que um dos ocupantes assumiu ser sua as buchas, após consulta nos documentos dos indivíduos foi constatado que o condutor não é habilitado e que o veiculo encontra-se com débitos, diante dos fatos foi lavrado as notificações cabíveis e o veiculo recolhido ao pátio do DPM, os dois ocupantes foram encaminhados até a 2ª SDP para as providencias cabíveis.
Sd. QPMG 1-0 Renato Marcondes Rocha
DPM de Marquinho.
Ações de fiscalização do CREA-PR em concessionárias contribuem para melhorar condições das rodovias do Estado
De acordo com a Pesquisa Confederação Nacional dos Transportes (CNT) de Rodovias 2014 - uma das principais fontes de informação sobre a situação das rodovias pavimentadas do País –, 74,1% das estradas concedidas à iniciativa privada obtiveram classificação ótimo ou bom, apresentando condições melhores que aquelas geridas pelo poder público.
O estudo avaliou mais de 98 mil quilômetros de rodovias, que correspondem a toda a malha federal pavimentada e aos principais trechos estaduais. Praticamente a metade (49,9%) do pavimento apresenta algum tipo de deficiência, sendo classificado como regular, ruim ou péssimo, por apresentar buracos, trincas, afundamentos, ondulações, entre outros problemas. Em relação à superfície do pavimento, 44,7% da extensão pesquisada está desgastada. Também foram verificados problemas na sinalização e na geometria da via pesquisada.
Para o presidente da CNT, Clésio Andrade, de uma maneira geral a situação do sistema rodoviário brasileiro continua grave, comprometendo a segurança das pessoas, tanto de motoristas, quanto de passageiros e pedestres, além da logística, devido ao elevado custo do transporte, tornando o país menos competitivo.
Fiscalização
Para minimizar os problemas verificados nas condições das estradas brasileiras, são necessários pesados investimentos por parte dos governos e das concessionárias de rodovias. O Plano CNT de Transporte e Logística indica a necessidade de R$ 293,88 bilhões somente para o modal rodoviário. Neste ano, o investimento público federal autorizado para as rodovias é de apenas R$ 11,93 bilhões. E, até o dia 30 de agosto, somente R$ 6,54 bilhões (54,8%) tinham sido pagos.
Visando contribuir para ampliar a qualidade da trafegabilidade das rodovias, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR) realiza ações de fiscalização nas empresas que detêm a concessão de trechos da malha rodoviária do Paraná. Os agentes de fiscalização do Conselho verificam se as concessionárias possuem equipe técnica de profissionais, na modalidade de engenharia civil, no acompanhamento de obras de construção e manutenção das rodovias no Estado. Por meio desse trabalho, o Conselho garante ainda a responsabilidade técnica pelos serviços, promove a valorização profissional e reafirma seu compromisso com a sociedade.
Segundo a agente de fiscalização do Departamento de Fiscalização (DEFIS) do CREA-PR, Tatiane Michele da Luz, a mais recente ação foi completada no início desse ano, com a vistoria de mais de 330 serviços nas concessionárias Autopista Planalto Sul, Ecovia, Rodonorte, Caminhos do Paraná, EcoCataratas, Econorte e Viapar e, ainda, na Autopista Litoral Sul e Autopista Régis Bittencourt, sediadas em Santa Catarina e São Paulo, respectivamente, mas que administram trechos de rodovias no Paraná. O CREA-PR verificou a regularidade do registro das empresas envolvidas e o registro das ARTs (Anotação de Responsabilidade Técnica) para os serviços técnicos. A ART é o documento legal e obrigatório que define os responsáveis técnicos pelo serviço realizado.
Constatações
Tatiane destaca que, dentre as principais inconformidades constatadas pelo CREA-PR, em algumas situações, estão a ausência da ART e a falta de registro da empresa contratada. “É essencial que as concessionárias possuam corpo técnico envolvido com o gerenciamento e fiscalização das obras e melhorias necessárias ao sistema viário”, diz o agente de fiscalização Tiago de Souza Godoi Junior. Ele enfatiza ainda que as empresas também devem manter profissionais regularizados exercendo serviços de diversas modalidades como, por exemplo, serviços em pavimentos e obras de arte correntes, instalação e inspeção de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas, equipamentos de monitoramento de tráfico, destinação de resíduos sólidos, inventários florestais, estudos de segurança do trabalho, recomposição de revestimento vegetal.
Para ambos os agentes fiscauis, cabe ao CREA-PR a cobrança desses registros, evitando o exercício ilegal da profissão e realizando um trabalho de conscientização junto às concessionárias quanto à importância de contratarem empresas e profissionais devidamente habilitados. “Outro item observado durante as fiscalizações refere-se aos serviços da modalidade engenharia elétrica. Instalação e manutenção de sistemas de monitoramento de eletricidade, de circuito fechado de televisão, cancelas eletrônicas, entre outros, não estavam sendo considerados afetos ao Sistema CONFEA/CREA pelas concessionárias de rodovias, e não estavam tendo suas devidas ARTs emitidas. As empresas contratantes foram orientadas a solicitar ART nestes tipos de serviços”, enfatiza Tiago
Cida e Beto juntos na luta contra o câncer de mama
A deputada federal e vice-governadora eleita, Cida Borghetti (PROS), entregou uma camiseta do Dia Nacional de Luta contra o Câncer de Mama, comemorado quinta-feira, 27 de Novembro, ao governador Beto Richa.
Cida é reconhecida nacionalmente pelo trabalho por mais informação, diagnóstico precoce e melhores tratamentos. Ela é a idealizadora dos modernos Centros de Diagnósticos e Tratamento do Câncer que já estão funcionando em Londrina e Maringá, e em breve em Cascavel.
"O diagnóstico precoce aliado a um tratamento rápido e eficaz são fundamentais para preservar vidas", disse a deputada que participou nesta manhã, ao lado de Beto Richa, da inauguração do Contorno de Mandaguari, na região Norte.
Cida é reconhecida nacionalmente pelo trabalho por mais informação, diagnóstico precoce e melhores tratamentos. Ela é a idealizadora dos modernos Centros de Diagnósticos e Tratamento do Câncer que já estão funcionando em Londrina e Maringá, e em breve em Cascavel.
"O diagnóstico precoce aliado a um tratamento rápido e eficaz são fundamentais para preservar vidas", disse a deputada que participou nesta manhã, ao lado de Beto Richa, da inauguração do Contorno de Mandaguari, na região Norte.
O juiz que sacode o Brasil
Sergio Moro é um dos nomes mais comentados do país desde que prendeu executivos
No topo do caso Petrobras, que investiga o possível desvio organizado de mais de 9 bilhões de reais e está abalando as estruturas institucionais do Brasil, está um juiz federal de 42 anos: Sergio Moro, considerado um dos maiores especialistas em lavagem de dinheiro do país (senão o maior). No último dia 14, ao assinar uma ordem de prisão contra 21 dos membros mais ricos e poderosos do establishment empresarial, ele se tornou também uma das personalidades mais respeitadas e comentadas do país.
Nas ruas de Curitiba, onde o escritório de Moro centraliza as investigações da Operação Lava Jato, o magistrado já é uma figura popular. “Ele é um juiz com impulso, não se detém diante de nada”, afirma o diretor de uma importante emissora local que tenta dissimular seu entusiasmo. Outros jornalistas intervêm para elogiar seu “sentido de justiça”. A crescente reputação de Moro intimida até os advogados de defesa dos 13 empresários ainda presos. “Ele tem muito respaldo na Justiça Federal”, reconhece Pedro Henrique Xavier, advogado da importante construtora Galvão Engenharia SA. Na delegacia da Polícia Federal onde dividem a cela e prestam depoimentos os milionários detidos, os letrados reclamam diariamente porque seus clientes ainda não abandonaram a cadeia. No entanto, seus pedidos de habeas corpus (contra prisões arbitrárias) são sistematicamente negados por outros magistrados. “Ele é um juiz metódico e com muita iniciativa”, admite outro advogado durante um recesso.
Pouco se sabe sobre a vida privada de Sergio Moro que, apesar da sua juventude, é um dos três candidatos a ocupar o lugar deixado por Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal (a máxima autoridade judicial do país) este ano. Casado e com dois filhos, apaixonado por ciclismo, Moro nasceu na cidade paranaense de Maringá, onde estudou direito antes de completar a sua formação na Universidade de Harvard (EUA). Doutor em Direito, juiz desde 1996 e também professor universitário, Moro se especializou em crimes financeiros e cursou um mestrado prático no caso Banestado, um processo judicial desenvolvido entre 2003 e 2007, que levou à condenação de 97 pessoas pelo envio ilegais de divisas ao exterior de vários bancos brasileiros. Um dos condenados foi outro cidadão paranaense chamado Alberto Youssef, doleiro de profissão, transformado hoje um elo crucial no caso da Petrobras.
Existe unanimidade de que o caso Banestado foi o passo final na formação de um juiz “justiceiro”, na opinião de uma fonte policial, que também alcançou alguma reputação acadêmica: seu livro Crimes de Lavagem de Dinheiro (2011) é uma referência nacional na área. Moro colaborou inclusive com a juíza Rosa Weber na fase final do caso mensalão, na época o maior caso de corrupção da história moderna do Brasil. Por tudo isso, a Assembleia Legislativa do estado do Paraná prepara-se para conceder o título de Cidadão Ilustre ao juiz.
A crescente reputação de Moro intimida até os advogados de defesa dos empresários ainda presos
Adjetivos coletados em várias conversas informais com agentes, advogados e estudantes de Curitiba permitem ver um perfil de juiz teimoso, reservado, técnico, frio (embora educado), extremamente competente, razoavelmente distante dos olhares da imprensa e sem medo de enfrentar figurões. Apesar das críticas feitas pelos advogados dos empresários, atua com cautela: na semana passada, quando a Polícia Federal relacionou José Carlos Cosenzo, atual diretor de Abastecimento da Petrobras, com a corrupção, Moro exigiu provas. Horas mais tarde, a pedido do juiz, a polícia enviou uma nota oficial admitindo o “erro” da menção de Cosenzo, que foi amplamente distribuído pela Petrobras.
O expediente Lava Jato cresce à medida que mais acusados (nove, por enquanto) são adicionados ao esquema das delações premiadas, o que espalha o pânico entre empreiteiros, políticos, diretores da Petrobras e até mesmo banqueiros. O trabalho de Moro, de qualquer maneira, tem uma data de validade: o indiciamento provável de políticos (como reconhece abertamente um fiscal relacionado com o caso). É um segredo bem conhecido que a Polícia Federal está tentando atrasar a imputação de políticos (com foro privilegiado), pois implicaria a imediata transferência do caso para o Supremo Tribunal Federal, localizado em Brasília. “Moro vai seguir o rastro do dinheiro, não importa quem atingir”, insiste outro promotor que prefere o anonimato. “O resto não depende mais dele.”
Esta manobra levou a muitas críticas mais menos explícitas de opinólogos e advogados. Os ataques somam-se às censuras feitas por funcionários do PT durante a recente campanha eleitoral por supostos vazamentos com interesses eleitorais. O advogado Alberto Zacharias Toron da construtora UTC argumenta que Moro incorre em uma forma de “extorsão de confissões e delações [...] Quem colabora é liberado. Quem não cooperar tem a prisão preventiva decretada”. Os escritórios de advocacia mais exclusivos do Brasil estão esperando que o juiz cometa um erro grave o suficiente para impedir ou alterar uma causa “que recai sobre a forma de atuação das elites brasileiras”, observa o analista Adriano Pires: “O sistemático de superfaturamento e subornos”.
Em seu já famoso mandado de prisão do último dia 14, o juiz se referia às declarações do presidente, Dilma Rousseff, e seu adversário do PSDB-MG, o senador Aécio Neves, que durante a disputa eleitoral defenderam a continuidade da investigação. Moro escreveu: “As chamadas provenientes de duas das principais autoridades políticas do país, localizadas em campos políticos opostos, confirmam a necessidade de resposta institucional imediata para interromper o ciclo delitivo descoberto pelas investigações criminais, tornando inevitável o remédio amargo, isto é, a prisão preventiva.” Para muitos um herói, para outros um “justiceiro” incômodo, ninguém dúvida já que o juiz Moro poderia mudar para sempre o futuro do Brasil a partir de um escritório em Curitiba.
Do El País
No topo do caso Petrobras, que investiga o possível desvio organizado de mais de 9 bilhões de reais e está abalando as estruturas institucionais do Brasil, está um juiz federal de 42 anos: Sergio Moro, considerado um dos maiores especialistas em lavagem de dinheiro do país (senão o maior). No último dia 14, ao assinar uma ordem de prisão contra 21 dos membros mais ricos e poderosos do establishment empresarial, ele se tornou também uma das personalidades mais respeitadas e comentadas do país.
Nas ruas de Curitiba, onde o escritório de Moro centraliza as investigações da Operação Lava Jato, o magistrado já é uma figura popular. “Ele é um juiz com impulso, não se detém diante de nada”, afirma o diretor de uma importante emissora local que tenta dissimular seu entusiasmo. Outros jornalistas intervêm para elogiar seu “sentido de justiça”. A crescente reputação de Moro intimida até os advogados de defesa dos 13 empresários ainda presos. “Ele tem muito respaldo na Justiça Federal”, reconhece Pedro Henrique Xavier, advogado da importante construtora Galvão Engenharia SA. Na delegacia da Polícia Federal onde dividem a cela e prestam depoimentos os milionários detidos, os letrados reclamam diariamente porque seus clientes ainda não abandonaram a cadeia. No entanto, seus pedidos de habeas corpus (contra prisões arbitrárias) são sistematicamente negados por outros magistrados. “Ele é um juiz metódico e com muita iniciativa”, admite outro advogado durante um recesso.
Pouco se sabe sobre a vida privada de Sergio Moro que, apesar da sua juventude, é um dos três candidatos a ocupar o lugar deixado por Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal (a máxima autoridade judicial do país) este ano. Casado e com dois filhos, apaixonado por ciclismo, Moro nasceu na cidade paranaense de Maringá, onde estudou direito antes de completar a sua formação na Universidade de Harvard (EUA). Doutor em Direito, juiz desde 1996 e também professor universitário, Moro se especializou em crimes financeiros e cursou um mestrado prático no caso Banestado, um processo judicial desenvolvido entre 2003 e 2007, que levou à condenação de 97 pessoas pelo envio ilegais de divisas ao exterior de vários bancos brasileiros. Um dos condenados foi outro cidadão paranaense chamado Alberto Youssef, doleiro de profissão, transformado hoje um elo crucial no caso da Petrobras.
Existe unanimidade de que o caso Banestado foi o passo final na formação de um juiz “justiceiro”, na opinião de uma fonte policial, que também alcançou alguma reputação acadêmica: seu livro Crimes de Lavagem de Dinheiro (2011) é uma referência nacional na área. Moro colaborou inclusive com a juíza Rosa Weber na fase final do caso mensalão, na época o maior caso de corrupção da história moderna do Brasil. Por tudo isso, a Assembleia Legislativa do estado do Paraná prepara-se para conceder o título de Cidadão Ilustre ao juiz.
A crescente reputação de Moro intimida até os advogados de defesa dos empresários ainda presos
Adjetivos coletados em várias conversas informais com agentes, advogados e estudantes de Curitiba permitem ver um perfil de juiz teimoso, reservado, técnico, frio (embora educado), extremamente competente, razoavelmente distante dos olhares da imprensa e sem medo de enfrentar figurões. Apesar das críticas feitas pelos advogados dos empresários, atua com cautela: na semana passada, quando a Polícia Federal relacionou José Carlos Cosenzo, atual diretor de Abastecimento da Petrobras, com a corrupção, Moro exigiu provas. Horas mais tarde, a pedido do juiz, a polícia enviou uma nota oficial admitindo o “erro” da menção de Cosenzo, que foi amplamente distribuído pela Petrobras.
O expediente Lava Jato cresce à medida que mais acusados (nove, por enquanto) são adicionados ao esquema das delações premiadas, o que espalha o pânico entre empreiteiros, políticos, diretores da Petrobras e até mesmo banqueiros. O trabalho de Moro, de qualquer maneira, tem uma data de validade: o indiciamento provável de políticos (como reconhece abertamente um fiscal relacionado com o caso). É um segredo bem conhecido que a Polícia Federal está tentando atrasar a imputação de políticos (com foro privilegiado), pois implicaria a imediata transferência do caso para o Supremo Tribunal Federal, localizado em Brasília. “Moro vai seguir o rastro do dinheiro, não importa quem atingir”, insiste outro promotor que prefere o anonimato. “O resto não depende mais dele.”
Esta manobra levou a muitas críticas mais menos explícitas de opinólogos e advogados. Os ataques somam-se às censuras feitas por funcionários do PT durante a recente campanha eleitoral por supostos vazamentos com interesses eleitorais. O advogado Alberto Zacharias Toron da construtora UTC argumenta que Moro incorre em uma forma de “extorsão de confissões e delações [...] Quem colabora é liberado. Quem não cooperar tem a prisão preventiva decretada”. Os escritórios de advocacia mais exclusivos do Brasil estão esperando que o juiz cometa um erro grave o suficiente para impedir ou alterar uma causa “que recai sobre a forma de atuação das elites brasileiras”, observa o analista Adriano Pires: “O sistemático de superfaturamento e subornos”.
Em seu já famoso mandado de prisão do último dia 14, o juiz se referia às declarações do presidente, Dilma Rousseff, e seu adversário do PSDB-MG, o senador Aécio Neves, que durante a disputa eleitoral defenderam a continuidade da investigação. Moro escreveu: “As chamadas provenientes de duas das principais autoridades políticas do país, localizadas em campos políticos opostos, confirmam a necessidade de resposta institucional imediata para interromper o ciclo delitivo descoberto pelas investigações criminais, tornando inevitável o remédio amargo, isto é, a prisão preventiva.” Para muitos um herói, para outros um “justiceiro” incômodo, ninguém dúvida já que o juiz Moro poderia mudar para sempre o futuro do Brasil a partir de um escritório em Curitiba.
Do El País
Pinhão:Jovens dos Centros de Convivência e Fortalecimento de Vínculos participam de Campeonato de Xadrez
A Secretaria Municipal de Assistência Social e Secretaria de Esportes de Pinhão, realizaram nos dias 25 e 26 de novembro, um campeonato de xadrez para os alunos dos grupos dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (S.C.F.V.).
O campeonato foi realizado nas dependências do Sifumpi. O encerramento aconteceu ontem, 26, com entrega de premiação aos ganhadores e de kits escolares, contendo caderno, lápis, borracha, apontador e canetas a todos os participantes.
Fonte:http://www.pinhao.pr.gov.br/jovens-dos-centros-de-convivencia-e-fortalecimento-de-vinculos-participam-de-campeonato-de-xadrez/
Rocha Loures, sem mandato,demite funcionários do PMDB sem justa causa
As ameaças de demissão coletiva de funcionários do Diretório do PMDB do Paraná foram concretizadas nesta semana. Passado o período eleitoral, o atual presidente do partido, Rodrigo Rocha Loures, que não conseguiu se eleger deputado, resolveu dar um presente de Natal aos cinco funcionários. A demissão sem justa causa foi motivada pelas divergências políticas internas.
Em agosto, o grupo do então candidato ao governo, Roberto Requião, invadiu a sede do partido e destitui parte da executiva, comandada pelo deputado federal Osmar Serraglio (presidente) e Orlando Pessuti (secretário), nomeando Rocha Loures e Sérgio Ricci para os respectivos cargos.
Na época Requião disse que iria inaugurar uma nova política de “higienização” do partido. Ao que tudo indica, essa “higienização”, não incluía apenas as questões políticas, mas também colocar para fora os trabalhadores do partido.
Já na primeira reunião da nova executiva, Rocha Loures avisou que os funcionários seriam demitidos. Entretanto a medida gerou protestos dos parlamentares do PMDB. A decisão foi amenizada em razão do período eleitoral. Foi um período tenso entre os funcionários que passara a viver o dia a dia sem saber do seu futuro.
A demissão dos funcionários, alguns com dez anos de serviços prestados, chegou nesta semana. A decisão arbitrária e truculenta, cheia de irregularidades, de acordo com o estatuto partidário, fez com que os funcionários apelassem para sensibilidade e espírito de justiça dos parlamentares do PMDB, conforme carta abaixo:
Senhores deputados
Contrariando a história política do PMDB, onde a justiça social sempre foi uma das principais bandeiras, não podemos nos calar diante das demissões a que estamos sendo vítimas. Somos trabalhadores e entendemos que essa iniciativa contraria todos os princípios democráticos apregoados pelo partido que sempre defendemos.
A decisão de dispensar seus funcionários, em bloco, foi totalmente arbitrária, truculenta, sem justa causa, tipificando o assédio moral em função de perseguição política. O PMDB sempre lutou em defesa do trabalhador e na sua proteção. Agora somos vítimas dessa injustiça.
Por esse motivo, apelamos para a sensibilidade dos nossos deputados, para que essa injustiça seja corrigida. Depois da invasão da sede do PMDB e da destituição de parte da executiva, não podemos mais assistir calados mais essa violação dos nossos direitos.
O ex-deputado Rocha Loures, atual presidente do nosso partido, ao tomar essa atitude, violenta o próprio estatuto do partido. A carta de demissão foi assinada pelo contador. De acordo com o estatuto, no seu artigo 31, parágrafo 3º “é da competência colegiada dos órgãos da direção partidária toda matéria não incluída na competência privada de seus respectivos membros”.
Diante do exposto, pedimos que nossa bancada se posicione em favor dos funcionários que são trabalhadores e não merecem ter seus direitos violados. Não desejamos esse presente de Natal para nossas famílias.
Em agosto, o grupo do então candidato ao governo, Roberto Requião, invadiu a sede do partido e destitui parte da executiva, comandada pelo deputado federal Osmar Serraglio (presidente) e Orlando Pessuti (secretário), nomeando Rocha Loures e Sérgio Ricci para os respectivos cargos.
Na época Requião disse que iria inaugurar uma nova política de “higienização” do partido. Ao que tudo indica, essa “higienização”, não incluía apenas as questões políticas, mas também colocar para fora os trabalhadores do partido.
Já na primeira reunião da nova executiva, Rocha Loures avisou que os funcionários seriam demitidos. Entretanto a medida gerou protestos dos parlamentares do PMDB. A decisão foi amenizada em razão do período eleitoral. Foi um período tenso entre os funcionários que passara a viver o dia a dia sem saber do seu futuro.
A demissão dos funcionários, alguns com dez anos de serviços prestados, chegou nesta semana. A decisão arbitrária e truculenta, cheia de irregularidades, de acordo com o estatuto partidário, fez com que os funcionários apelassem para sensibilidade e espírito de justiça dos parlamentares do PMDB, conforme carta abaixo:
Senhores deputados
Contrariando a história política do PMDB, onde a justiça social sempre foi uma das principais bandeiras, não podemos nos calar diante das demissões a que estamos sendo vítimas. Somos trabalhadores e entendemos que essa iniciativa contraria todos os princípios democráticos apregoados pelo partido que sempre defendemos.
A decisão de dispensar seus funcionários, em bloco, foi totalmente arbitrária, truculenta, sem justa causa, tipificando o assédio moral em função de perseguição política. O PMDB sempre lutou em defesa do trabalhador e na sua proteção. Agora somos vítimas dessa injustiça.
Por esse motivo, apelamos para a sensibilidade dos nossos deputados, para que essa injustiça seja corrigida. Depois da invasão da sede do PMDB e da destituição de parte da executiva, não podemos mais assistir calados mais essa violação dos nossos direitos.
O ex-deputado Rocha Loures, atual presidente do nosso partido, ao tomar essa atitude, violenta o próprio estatuto do partido. A carta de demissão foi assinada pelo contador. De acordo com o estatuto, no seu artigo 31, parágrafo 3º “é da competência colegiada dos órgãos da direção partidária toda matéria não incluída na competência privada de seus respectivos membros”.
Diante do exposto, pedimos que nossa bancada se posicione em favor dos funcionários que são trabalhadores e não merecem ter seus direitos violados. Não desejamos esse presente de Natal para nossas famílias.
Richa inaugura Contorno de Mandaguari e destaca o apoio estratégico do Estado
O governador Beto Richa inaugurou na quinta-feira (27) o Contorno de Mandaguari, na BR-376, Noroeste do Paraná. Richa destacou a importância da obra para a população de Mandaguari e para a região e ressaltou a participação do Governo do Estado para viabilizar o projeto.
“Uma das maiores obras de engenharia rodoviária do Paraná, que atende a forte e antiga reivindicação da população e que, além de mais segurança para os usuários e qualidade de vida para a população de Mandaguari, vai contribuir para um desenvolvimento mais vigoroso da região”, afirmou Richa.
Com a liberação do novo trecho da rodovia, os moradores da cidade não irão mais conviver com fluxo pesado no centro do município. Os usuários da rodovia não terão mais de trafegar por trecho urbano, com ruas estreitas, semáforos e quebra-molas.
Richa lembrou que o contorno deveria ter sido entregue em 2008, mas que o projeto não pode ser executado porque a gestão anterior do governo estadual não viabilizou as desapropriações de terrenos. As desapropriações, em torno de R$ 4,5 milhões, foram feitas na atual gestão.
“Na época, a concessionária tinha dinheiro em caixa, o que faltou foi sensibilidade do governo, faltou que ele cumprisse sua obrigação”, disse o governador. “Nós entendemos a necessidade da obra para Mandaguari. Nosso governo fez a sua parte e hoje temos a alegria de inaugurar essa obra belíssima”, afirmou Richa. O investimento total foi de R$ 100 milhões, feitos pela concessionária Viapar.
O secretário estadual da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, afirmou que a obra representa um grande avanço na infraestrutura rodoviária do Paraná. “Uma realização esperada há mais de 20 anos pela região. Mais de 12 mil veículos passavam diariamente pelo centro de Mandaguari”, disse ele.
A inauguração do Contorno de Mandaguari com a presença da vice governadora eleita Cida Borghetti, dos deputados federais Ratinho Junior e Ricardo Barros, dos deputados estaduais Doutor Batista, Evandro Junior e Wilson Quinteiro, além de prefeitos e deputados eleitos da região.
“Uma das maiores obras de engenharia rodoviária do Paraná, que atende a forte e antiga reivindicação da população e que, além de mais segurança para os usuários e qualidade de vida para a população de Mandaguari, vai contribuir para um desenvolvimento mais vigoroso da região”, afirmou Richa.
Com a liberação do novo trecho da rodovia, os moradores da cidade não irão mais conviver com fluxo pesado no centro do município. Os usuários da rodovia não terão mais de trafegar por trecho urbano, com ruas estreitas, semáforos e quebra-molas.
Richa lembrou que o contorno deveria ter sido entregue em 2008, mas que o projeto não pode ser executado porque a gestão anterior do governo estadual não viabilizou as desapropriações de terrenos. As desapropriações, em torno de R$ 4,5 milhões, foram feitas na atual gestão.
“Na época, a concessionária tinha dinheiro em caixa, o que faltou foi sensibilidade do governo, faltou que ele cumprisse sua obrigação”, disse o governador. “Nós entendemos a necessidade da obra para Mandaguari. Nosso governo fez a sua parte e hoje temos a alegria de inaugurar essa obra belíssima”, afirmou Richa. O investimento total foi de R$ 100 milhões, feitos pela concessionária Viapar.
O secretário estadual da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, afirmou que a obra representa um grande avanço na infraestrutura rodoviária do Paraná. “Uma realização esperada há mais de 20 anos pela região. Mais de 12 mil veículos passavam diariamente pelo centro de Mandaguari”, disse ele.
A inauguração do Contorno de Mandaguari com a presença da vice governadora eleita Cida Borghetti, dos deputados federais Ratinho Junior e Ricardo Barros, dos deputados estaduais Doutor Batista, Evandro Junior e Wilson Quinteiro, além de prefeitos e deputados eleitos da região.
Barbosa Neto, de novo, é acionado pelo MP
O Ministério Público (MP) entrou com uma nova ação contra o ex-prefeito de Londrina, Homero Barbosa Neto. Ele está sendo processado por improbidade administrativa. Barbosa teria mantido em seu gabinete um suposto funcionário fantasma contratado pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU). Mário Sérgio Marques Martins, o suposto funcionário fantasma, foi nomeado como assessor técnico da CMTU, no entanto só teria trabalhado no gabinete de Barbosa Neto na prefeitura. Ele teria recebido mais de R$ 34 mil. O MP pede a devolução de dinheiro e a condenação dos envolvidos.
do Cláudio Osti, no Paçoca com Cebola
do Cláudio Osti, no Paçoca com Cebola
Laranjeiras do Sul:Vereador Aldemar Becker deu parecer pela REPROVAÇÃO das contas do ex-prefeito Berto Silva
O vereador Aldemar Becker durante a ultima sessão na Câmara deu seu parecer pela '' REPROVAÇÃO'' das contas de 2012 do ex prefeito Berto Silva , e pediu ao primeiro secretário que se fizesse a leitura da sua justificativa a qual aponta algumas irregularidades que o próprio Tribunal de Contas apontou, tudo isso com direito de recurso.
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