sexta-feira, outubro 17, 2014

Pinhão:Prefeito Dirceu de Oliveira prestigia evento da Agricultura Familiar

O prefeito Dirceu de Oliveira e a Primeira-Dama Lucimere Terleski Oliveira participaram durante os dias 14 e 15 de outubro, no Parque Coronel Lustosa, da 1ª Feira Exposição da Agricultura Familiar em Pinhão.
A 1ª Feira Exposição da Agricultura Familiar contou com debates, apresentações, oficinas, homenagens, café colonial, concurso de receitas, premiações, entre outros. O evento contou com o ministro do desenvolvimento agrário Laudemir André Muller e a senadora Gleisi Hoffmann na quarta feira (15).
A Feira contou com a parceria e apoio da Cresol e da Prefeitura de Pinhão e faz parte da comemoração do Dia Internacional da Mulher Rural.
Fonte:http://www.pinhao.pr.gov.br/prefeito-dirceu-de-oliveira-prestigia-evento-da-agricultura-familiar/

“Aécio Neves representa a mudança segura e ética que o Brasil precisa”, diz Paulo Litro

Eleito deputado estadual pelo PSDB no Paraná, Paulo Litro participou na segunda-feira (13) de um grande encontro com oito mil pessoas em Curitiba com Aécio Neves (PSDB) e Beto Richa (PSDB). Paulo Litro ressaltou que Aécio representa a mudança segura e ética que a população brasileira tanto deseja.

“O brasileiro está cansado do mundo de mentiras e fantasias da propaganda petista. Com Aécio Neves, temos um candidato com experiência e vontade para realizar as mudanças que o país tanto precisa, promovendo um governo mais ético, transparente e voltado para melhorar a qualidade de vida da população”, disse Paulo Litro.

Paulo Litro destacou que a economia do Brasil está estagnada, com um dos menores crescimentos do PIB (Produto Interno Bruto) da história do país e com o retorno da inflação. “Precisamos de um governo federal que fortaleça a economia e que contribua para o fortalecimento dos estados e municípios. Por isso tenho certeza que a população brasileira irá se unir a fazer a mudança junto com Aécio Neves no dia 26 de outubro”.

Dilma bate o pé e a Globo cancela entrevistas no JN

As entrevistas com Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) no "Jornal Nacional", previstas para ocorrer na próxima semana (dias 20 e 21), foram canceladas após impasse entre a Globo e as campanhas. PT e PSDB reclamavam do tempo de duração da entrevista e de quanto seria, de fato, destinado para que os candidatos pudessem responder.

Segundo a Folha de S. Paulo apurou, caso algum ponto não fosse suficientemente explicado, a avaliação é de que faltaria tempo hábil para réplicas no decorrer da semana, já que a campanha entra na reta final. Assim, como a Globo não aceitou que fosse estabelecido um tempo mínimo (leia abaixo a nota da emissora), as entrevistas foram canceladas.

Laranjeiras do Sul:Farmacêutico denuncia retalhação na Secretaria de Saúde Municipal

O Farmacêutico Cristian Ricardo Pinto esteve agora pela manhã na sede do Blog olho Aberto Paraná, Cristian contou que está sofrendo retaliações devido a ter tornado público o Corte de "algumas" RT (Responsabilidade Técnica) e de outros apadrinhados não... a matéria foi publicada no blog Olho Aberto na terça-feira, dia 14 de outubro (http://olhoabertopr.blogspot.com.br/2014/10/laranjeiras-do-sulo-caos-da-saude.html).

Retaliação

Cristian contou que mesmo estando de atestado médico por 3 dias, recebeu uma ligação pedindo para que ele fosse até a Secretaria de Saúde de Laranjeiras do Sul, chegando lá recebeu a notícia da Secretária de Saúde Giorgia Luchese que a viagem que ele iria fazer para Minas Gerais para fazer curso (Recursos Federais) e que já ESTAVA CONFIRMADA havia sido alterada, e que ele não iria mais ....... 


Passagem comprada

Abaixo vemos o extrato da compra da passagem aérea de Cristian, seu embarque seria dia 2 de novembro, mas devido a RETALIAÇÃO Cristian não irá mais fazer o curso em Minas Gerais, Cristian comprou sua passagem aérea com recursos próprios após ter a confirmação da viagem.
 Direitos

Cristian contou que irá procurar seus Direitos , que irá denunciar a retaliação ao Promotor de Justiça da Comarca de Laranjeiras do Sul , "Vou no MP e vou contar coisa que sei na Saúde Municipal", comentou Cristian.

LEIA ABAIXO MATÉRIA RELACIONADA


Laranjeiras do Sul:O caos da Saúde Municipal, a saúde em "péssimas mãos" .,.. agora a Secretária Giorgia Luchese cortou as "gratificações de responsabilidade técnica" de servidores que realmente trabalham.. e os apadrinhados não... (DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS) 

http://olhoabertopr.blogspot.com.br/2014/10/laranjeiras-do-sulo-caos-da-saude.html

POR OLHO ABERTO

Bom, não é por falta de avisar .. que a atual Secretária de Saúde já ESTA COM A VIDA ÚTIL VENCIDA naquela Secretaria... e a Prefeita Sirlene será que sabe dos "erros e desmandos" que vem acontecendo na Saúde??
Pelo jeito logo poderemos ter mais alguém saindo preso da Prefeitura... desta vez na Secretaria de Saúde após o farmacêutico contar  para o Dr.Danilo (Promotor de Justiça) o que nos contou sobre licitações de medicamentos....



Lula vaza

Mãos à obra - No fim de semana, Lula fez mais um diagnóstico da eleição. Disse a aliados que a vitória de Dilma é difícil, mas não impossível. Acrescentou que o PT "se encolheu muito" no primeiro turno e precisa ir às ruas.

Diz que fui por aí - Pressionado a se engajar mais na campanha de Dilma, o ex-presidente disse que também precisa se dedicar a disputas estaduais de Acre, Pará, Amazonas, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.


Painel, Folha de S. Paulo

Com receio de vaias, Dilma encurta caminhada no PR

O receio de vaias e manifestações contrárias fez Dilma Rousseff (PT) encurtar sua caminhada na sexta-feira (17) na Rua XV em Curitiba. A petista não vai até a Boca Maldita, tradicional espaço político da cidade, mas vai sair as 13h da Praça Santos Andrade e caminhar apenas cinco quadras, passar pela rua Rio Branco e discusar no Paço Municipal. 

Um grupo de cabo eleitorais que trabalhou na campanha de Roberto Requião (PMDB) vai ao encontro de Dilma, mas para se manifestar pela falta de pagamento dos dias trabalhados na campanha peemedebista. Dissidentes do PMDB também programaram levar os cavalos de Requião ao encontro de Dilma. A petista também será recebida com faixa e cartazes de bancários, estudantes e integrantes dos sem teto. Em outubro de 2010, Dilma foi recebida com bexigas d'águas, vaias e objetos atirados pelos eleitores dos prédios da XV. 

Os dissidentes do PMDB e os cabos eleitorais também prometem cobrar de Requião os dias trabalhados, a partir das 14h, durante encontro de peemedebistas na sede do diretório estadual na Avenida Vicente Machado. Requião quer levar o vice-presidente Michel Temer ao diretório. Temer não conformou o encontro.

Carta de Dilma para FHC

Carta enviada por Dilma Rousseff (PT), em 2011, no aniversário de 80 anos do ex-presidente FHC
"Em seus 80 anos há muitas características do senhor Fernando Henrique Cardoso a homenagear. O acadêmico inovador, o político habilidoso, o ministro-arquiteto de um plano duradouro de saída da hiperinflação e o presidente que contribuiu decisivamente para a consolidação da estabilidade econômica. Mas quero aqui destacar também o democrata. O espírito do jovem que lutou pelos seus ideais, que perduram até os dias de hoje.

Esse espírito, no homem público, traduziu-se na crença do diálogo como força motriz da política e foi essencial para a consolidação da democracia brasileira em seus oito anos de mandato. Fernando Henrique foi o primeiro presidente eleito desde Juscelino Kubitschek a dar posse a um sucessor oposicionista igualmente eleito.

Não escondo que nos últimos anos tivemos e mantemos opiniões diferentes, mas, justamente por isso, maior é minha admiração por sua abertura ao confronto franco e respeitoso de ideias. Querido presidente, meus parabéns e um afetuoso abraço!”

Dilma Rousseff
Presidenta do Brasil.

Pedido de vista adia decisão do TSE sobre André Vargas

Por um pedido de vista, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou quarta-feira (15) a decisão sobre o processo em que o PT pede a perda de mandato do deputado federal André Vargas por ele ter se desfiliado do partido. Até agora, apenas a relatora do caso, ministra Luciana Lóssio, votou. Ela foi favorável ao PT, ou seja, opinou pela perda de mandato. O julgamento será retomado em outra sessão do plenário do TSE. As informações são de Thiago Resende do Valor Econômico.

Em abril, pressionado pelo PT, o deputado do Paraná enviou uma carta pedindo a desfiliação, após denúncias de suposto envolvimento de Vargas com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Operação Lava-Jato da Polícia Federal. Na petição, o PT alega "que Vargas deixou o partido sem que houvesse justa causa para fazê-lo, o que deve ter como consequência a perda do mandato a fim de que seja entregue a outro afiliado", explicou a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), quando opinou contra o deputado.

Ontem, durante a sessão, o advogado de Vargas, Michel Saliba, disse que o deputado, em meio a "um massacre da mídia", não encontrou "o devido respaldo, o devido apoio e perdeu até mesmo condições e ambiente para permanecer no seio do partido que ele militava antes". Segundo Saliba, isso, então, acabou levando Vargas a pedir a desfiliação partidária por "não encontrar mais dentro do partido [PT] condições para exercer seu mandato parlamentar de modo satisfatório".

Ao emitir o parecer, a PGE explicou que em apenas quatro hipóteses o parlamentar pode deixar o partido com justa causa e, assim, sem que haja perda de mandato. São elas: incorporação ou fusão do partido; criação de novo partido; mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; grave discriminação pessoal.

A ministra Luciana Lóssio, ressaltou que Vargas apenas apresentou matérias jornalísticas em sua defesa e não provou que houve uma grade discriminação no partido. Por isso, ela se manifestou pela perda de mandato do deputado federal. Mas, logo após o voto, o ministro Gilmar Mendes pediu vista do processo.

Saneparianos declaram apoio a Aécio

O governador Beto Richa participou na noite de segunda-feira (13), em Pinhais, de um grande evento organizado por funcionários da Sanepar em apoio à eleição de Aécio Neves a Presidência. “O maior patrimônio da Sanepar são os funcionários, que trabalham incansavelmente para que o Paraná tenha o melhor saneamento do Brasil. É uma honra contar com o apoio de vocês, que acreditam que a política de nosso país pode e irá avançar com Aécio Neves.”

“Aécio Neves afirmou hoje que irá reconciliar o governo federal com o Paraná e recuperar o tempo perdido que tivemos com a discriminação que sofremos com o governo do PT”, disse Beto Richa, que também destacou o compromisso de Aécio com o fortalecimento das empresas de economia mista e ampliação dos programas estaduais que melhoram a qualidade de vida dos paranaenses.

O presidente da Sanepar, Fernando Ghignone, ressaltou que o governo Beto Richa promoveu melhorias de 80% nos salários dos funcionários da Sanepar, melhorou as condições de trabalho com novos veículos, mobiliário e informatização da empresa e ampliou a participação acionária do governo do estado de 78% para 90% desde 2011.

“Mesmo sofrendo com a discriminação do governo federal, o Paraná avançou muito nestes quatro anos. Com a eleição de Aécio Neves, finalmente teremos um parceiro no governo federal que irá contribuir para o desenvolvimento de nosso estado e melhoria da qualidade de vida de nossa população”, disse Fernando Ghignone.

Cerca de 450 saneparianos participaram do evento. A funcionária Flavia Teixeira de Carvalho, que trabalha em Curitiba, fez questão de declarar seu apoio a eleição de Aécio Neves. “Estou aqui por acreditar em um ideal político e no futuro do país, que está com sua economia estagnada e com o governo federal afundado em escândalos. Precisamos de lideranças competentes como Aécio Neves, que já fez muito por Minas Gerais e tenho certeza que fará pelo Brasil.”

“Precisamos de alternância no governo federal, pois muito tempo no poder gera a corrupção e o comodismo que vemos no governo do PT atualmente. Apoio Aécio Neves porque ele está preparado para assumir o governo e promover as mudanças necessárias para o Brasil voltar a se desenvolver”, disse Andrei de Oliveira, que trabalha como advogado da Sanepar.

Debate teve boa audiência nos bares e restaurantes

A Abrabar (associação brasileira de bares e restaurantes) diz que foi muito positivo a audiência de terça-feira, (14) do debate presidencial da Band TV nos bares, cafés, lanchonetes, churrascarias, restaurantes e casas noturnas de Curitiba. A associação recomendou os estabelecimentos a sintonizar os televisores no debate. A orientação agradou clientes que poderão acompanhar os próximos confrontos - a partir das 18h no SBT, e no domingo (19), a partir das 22h, na TV Record - junto de amigos e familiares. 

Com risco de ser eliminado como “queima de arquivo” Gaievski é transferido à Curitiba

O ex-assessor de Gleisi Hoffmann (PT) na Casa Civil, Eduardo Gaievski, condenado a mais de 18 anos de prisão pelos crimes de estupro de vulnerável, estupro presumido e estupro qualificado, foi transferido da Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão. De acordo com informações da Rádio RBJ de Francisco Beltrão, Gaievski foi levado de volta à Casa de Custódia de Curitiba, onde deve aguardar o julgamento de outros 16 processos que responde na justiça, também por crimes sexuais contra adolescentes. A data da transferência não foi confirmada. A única informação é que o pedido para tirar o ex-prefeito de Francisco Beltrão partiu de seus advogados, por medida de segurança.

Gleisi atribui derrota a “ódio contra o PT”

Terceira colocada na disputa pelo governo do Paraná, com 14,87% dos votos válidos, a senadora Gleisi Hoffmann diz que o principal fator para o fraco resultado nas urnas foi uma campanha de “desconstrução” do PT promovida pelos tucanos. “As pessoas me cumprimentavam e diziam assim: ‘Olha, gosto muito de você, mas não vou votar em você porque você é do PT’. As pessoas estavam emocionalmente envolvidas com esse ódio. Aí ficava difícil argumentar”, descreve a petista.

Gleisi, que contou na chapa com PDT e PCdoB, também reclamou da “ausência” do ex-senador pedetista e vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Osmar Dias. “Se você me perguntar o sentimento que eu tenho em relação à participação do Osmar na campanha, é de decepção.” Na última segunda-feira, Osmar entrou em licença não remunerada para trabalhar na campanha de Dilma Rousseff.

Qual é o diagnóstico da derrota na disputa pelo governo do estado?Eu tinha que ter feito esse debate, em defesa do futuro do Paraná. Nós tivemos fatores que foram preponderantes para esse resultado. Um atinge não só o Paraná, mas vários estados brasileiros, concentrados no Sul e no Sudeste, que é uma campanha de desconstrução e de ódio contra o PT. Eu já fiz várias campanhas, não apenas como candidata, e essa foi uma das mais difíceis. Foi emocionalmente difícil. Parecia que o PT era responsável por todos os problemas da sociedade brasileira, inclusive dos problemas pessoais das pessoas. Não estou dizendo que o PT não tem erros e problemas, mas se cobra do nosso partido de forma muito mais veemente que de outros.

Como foi lidar com esse ódio no cotidiano da campanha?Nunca tive nenhuma situação de animosidade, de cumprimentar alguém e não ser cumprimentada... Mas as pessoas me cumprimentavam e diziam assim: “Olha, gosto muito de você, mas não vou votar em você porque você é do PT”. As pessoas estavam emocionalmente envolvidas com esse ódio. Aí ficava difícil argumentar. Outro problema, e eu acho que esse é de minha responsabilidade, foi minha ausência política do estado. Eu fui chamada para ser ministra da Casa Civil, aceitei e me dediquei de corpo e alma. Eu sabia que era um ministério interno, de “retranca”, quase sem exposição. Eu não fiz uma política de comunicação adequada para mostrar de que forma eu estava ajudando. E sem informação as pessoas não tinham como ter referência desse trabalho. 

De que forma a sra. acredita que esse ambiente foi construído?No Paraná foi algo construído politicamente, deliberadamente mesmo. Eu não dei a devida importância a isso, achei que as pessoas refletiriam melhor. Reiteradamente o governador falou que eu não colaborava com o estado. Eu pensava que não ia colar, afinal, tinha tantas coisas do governo federal acontecendo, programas, obras... Achei que as pessoas não iam se deixar levar por um argumento raso desses. 

Então a sra. avalia agora que subestimou os ataques que recebeu como ministra?Subestimei. Achei que não seria tão eficiente. Aí juntou com minha ausência política. Aliás, se eu como ministra fizesse articulações voltadas para o Paraná, isso com certeza seria motivo de críticas não só a mim, mas à presidente. Eu procurei fazer a boa política – levar ao estado programas, investimentos, mas não me utilizar do cargo para fazer articulação em benefício próprio. Vou dar um exemplo: eu participei de todos os Planos Safra, que interessam diretamente ao Paraná, mas quem dava entrevista sobre o assunto era o ministro da Agricultura. Tudo isso, finalmente, também teve consequência na formação de alianças eleitorais. 

A coligação da sra. contou só com PCdoB e PDT. Além disso, houve prefeitos do PDT que apoiaram a reeleição do governador. A sra. se sentiu traída por algum aliado? Alguns nomes como Gustavo Fruet e Osmar Dias deixaram a desejar?O Fruet teve presença na campanha, gravou para o meu horário de televisão, participou de reuniões. Nós ainda não avaliamos o porquê do nosso resultado em Curitiba. É possível que a presença não tenha sido a que era necessária, mas ele teve presença. Em relação ao Osmar, foi uma absoluta ausência. E acho que isso refletiu muito no posicionamento do partido no estado. Se você me perguntar o sentimento que eu tenho em relação à participação do Osmar na campanha, é de decepção. Não só por conta da minha campanha, mas principalmente pela da presidenta. A presença dele no estado, dando esse depoimento do que foi feito, seria muito importante para que a presidenta tivesse se saído melhor no Paraná. 

Osmar costuma falar que não pode fazer campanha devido ao cargo que ocupa, de vice-presidente do Banco do Brasil.Ele poderia ter tirado uma licença. Foi o que eu tinha sugerido inclusive. Não precisava ser de três meses, mas de 30, 40 dias. É plenamente possível. Não sei se ele consegue agora, no segundo turno, tirando uma licença de 15 dias, reduzir o estrago que foi feito lá, a desconstrução da imagem do PT. Você conversa com certos representantes da agricultura do Paraná e parece que o PT e a presidenta Dilma são os responsáveis por uma situação de insustentabilidade no setor. Quando na realidade estamos bem. E contra isso o Osmar teria sido muito importante. 

Mas o que ele falou à sra.?Falou que estava vendo, avaliando, que ia falar com a presidenta. Não sei avaliar o que motivou. O que eu sei é que decepcionou. 

Dilma fez 33% dos votos no Paraná e o Aécio, 49%. Apesar dessa questão de rejeição ao PT, a sra. não poderia ter feito mais votos, no mesmo patamar dela?Eu e o Requião [que também apoiou Dilma] fizemos juntos 42%. Então, ela é que poderia ter feito cerca de 10 pontos a mais. E como o agronegócio é fundamental para o estado, esse setor foi preponderante para impor uma derrota desse tamanho à presidente. Se eles reconhecessem o que foi feito por nós. 

Como a sra. vai ajudar ago­­ra Dilma no 2.º turno?Vou me dedicar à campanha. Só tirei este último fim de semana para vir a Brasília ficar com meus filhos, passar pelo Senado e encaminhar meu mandato. Vou estar ativa na campanha da Dilma. 

Qual é a perspectiva políti­­ca da sra. a partir de agora?Eu sou senadora, represento o estado e vou continuar trabalhando pelo Paraná. E vou exercer, com muita responsabilidade e firmeza, meu papel de fiscalizar e cobrar do governador reeleito as promessas que ele fez durante a campanha.


André Gonçalves, Gazeta do Povo

quinta-feira, outubro 16, 2014

Aécio lembra corrupção na Petrobras e se compromete governar para unir o Brasil

Durante debate promovido pela TV Bandeirantes, Aécio Neves voltou a afirmar que não vai congelar recursos para a Segurança Pública e que vai fortalecer Saúde e Educação.
 O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, afirmou nesta terça-feira, em debate promovido pela Rede Bandeirantes, que seu governo vai promover a reconciliação do Brasil com o seu futuro. "Vamos fazer um governo generoso, sem divisão do país, sem Norte e Sul."
 "Quero que vocês tenham absoluta certeza de que saberei, nos próximos quatro anos, se vier a ser o presidente, honrar os compromissos assumidos. Vou fazer um governo honrado e eficiente na qualidade da saúde pública. Que enfrente com coragem o drama da criminalidade, que melhore a nossa qualidade da educação. Eu não permitirei um governo de 'nós e eles'. Vou fazer um governo da convergência, da generosidade, um governo que permita que você viva melhor", afirmou Aécio.
 Aécio agradeceu a votação que teve no primeiro turno e fez uma homenagem a duas mulheres: Renata Campos, viúva do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, morto em acidente aéreo em agosto, e Marina Silva, que concorreu à Presidência pelo PSB e declarou seu voto e apoio ao candidato no último domingo.
 Os questionamentos e a maneira assertiva como Aécio conduziu o debate deixaram a candidata petista bastante nervosa. Ela evitou responder às perguntas, fugiu do debate e não apresentou propostas para os próximos quatro anos do Brasil.
 Já Aécio reafirmou seus compromissos em fortalecer a Educação, melhorar a saúde brasileira e, especialmente, fortalecer a segurança pública, garantindo a aplicação total dos recursos destinados ao setor - ao contrário do que acontece hoje, quando apenas 13% dos gastos com segurança pública vêm do governo federal.
 Aécio reiterou que não vai congelar os recursos repassados para segurança pública e prometeu protagonismo na atuação do combate ao crime, especialmente aos casos de violência contra a mulher.
 Ainda no tema da segurança pública, o candidato da Coligação Muda Brasil também deu especial atenção à questão da fiscalização das fronteiras. "No meu governo, eu vou assumir o comando de uma política nacional de segurança pública. Controlando as nossas fronteiras, fortalecendo as nossas Forças Armadas, também abandonadas no atual governo, e dando também à Polícia Federal a estrutura que ela deixou de ter".
 Credibilidade
 Aécio prometeu fazer um governo para retomar a credibilidade do país e o crescimento da economia. "Qualquer que seja o próximo presidente, vai assumir uma herança perversa, com a inflação saindo do controle, perda de credibilidade e redução de todos os indicadores sociais", disse.
 O candidato da Coligação muda Brasil detectou no discurso da adversária a estratégia do medo, mas destacou que o medo hoje está na sociedade. "Há medo de o PT governar por mais quatro anos. Os empregos estão indo embora. País que não cresce não gera empregos", afirmou. "Não será crescendo zero, como vamos crescer neste ano, que vamos retomar os empregos. Seu governo afastou os investimentos, sem investimento não há emprego, e os mais penalizados são os mais pobres, os detentores de programas de transferências de renda", acrescentou.
 Durante o debate, a candidata petista tentou desconstruir a gestão de Aécio no governo mineiro, no qual ele teve 92% de aprovação.  Em resposta, Aécio lembrou que o Estado de Minas Gerais tem a melhor saúde da região Sudeste e que o PT reduziu os investimentos no setor de 56% no início do governo de Luiz Inácio Lula da Silva para 45% no governo de Dilma Rousseff.
 "O que eu quero é mais saúde e mais investimentos", afirmou Aécio, acrescentando que vai fortalecer o programa 'Mais Médicos' e reajustar a tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) e das Santas Casas.
 Aécio citou que Minas tem a melhor educação fundamental do Brasil e reiterou a criação de 6.000 creches, universalização de acesso das crianças de 4 anos à pré-escola, aprimorar o ensino fundamental e flexibilizar o ensino médio.
  Transferência de renda
 Aécio afirmou, ainda, que o maior programa de transferência de renda foi o Plano Real, que estabilizou a economia e acabou com a inflação, que corroía o rendimento do trabalhador.
 "O Plano Real trouxe a estabilidade da moeda que o PT combateu com toda a força", afirmou, reforçando que o Bolsa Família - que só foi possível a partir de programas sociais iniciados no governo tucano - será mantido e reforçado, assim como o Minha Casa Minha Vida.
 Sobre o programa habitacional, Aécio denunciou que o governo federal deve cerca de R$ 10 bilhões em pagamentos atrasados. "Hoje o Tesouro deve à Caixa Econômica Federal R$ 10 bilhões. A Caixa está pagando, com seus recursos próprios, até o Bolsa Família."
 Inflação e Petrobras
 Aécio reiterou que o governo de Dilma Rousseff levou ao descontrole da inflação e que, por isso, hoje as famílias brasileiras não conseguem comprar os mesmos produtos que compravam há quatro anos.  "Vocês fracassaram na política econômica, e a herança que vocês deixarão para o Brasil vai ser muito ruim para o próximo presidente", afirmou.
 Ainda sobre credibilidade, Aécio manifestou sua indignação com o fato de que a presidente da República se indignou com o vazamento das denúncias feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e não com o conteúdo das acusações. Costa denunciou que recursos da estatal foram desviados de contratos e abasteceram o caixa do PT, que, à época, seria administrado pelo tesoureiro do partido, João Vaccari Neto. 

Povo brasileiro quer se libertar do governo PT, diz Aécio em debate

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, afirmou, na terça-feira (14/10), em São Paulo, que o povo brasileiro já está cansado da incompetência que permeou o governo federal durante os 12 anos da gestão petista. O candidato destacou que o pedido que mais tem ouvido de eleitores em suas andanças pelo Brasil é o de "libertação".
 "Trago aqui a indignação dos brasileiros e brasileiras com os quais encontro, em toda a parte do Brasil. Sabe qual a palavra que eu mais tenho ouvido? Libertação. Os brasileiros têm me pedido o seguinte: 'Aécio, nos liberte desse governo do PT. Nós não merecemos tanta irresponsabilidade, tanto descompromisso com a ética e tanta incompetência'", disse.
 Em debate com a candidata a reeleição à Presidência da República, Dilma Rousseff, na Rede Bandeirantes, Aécio agradeceu o voto de confiança de "mais de 30 milhões de brasileiros que acreditaram na proposta de mudança" e o levaram ao segundo turno das eleições, e lembrou as recentes adesões da candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, e da viúva do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), morto em agosto deste ano.
 "Tenham absoluta certeza de que saberei a cada dia dos próximos quatro anos, se vier a ser o presidente da República, honrar cada um dos compromissos que juntos assumimos. Eu me preparei para dar aos brasileiros um governo honrado, eficiente, que avance na qualidade da saúde pública, que enfrente com coragem o drama da criminalidade, que melhore a nossa qualidade da educação. Não permitirei que esse país seja dividido entre nós e eles. Quero fazer o governo da convergência, da solidariedade, da generosidade", ressaltou Aécio.
 "É possível, sim, termos um governo que permita que você viva melhor, que dê novas oportunidades para os seus filhos, que respeite as obras de outros governos. É para isso que eu me preparei e vou assumir a Presidência da República, para honrar cada apoio e cada voto que vier a receber", salientou.
 Mais saúde
 Durante o debate, Aécio detalhou diversas propostas de seu governo para a área de saúde, segundo ele negligenciada pela gestão petista. O candidato à Presidência da República lembrou que, durante seu governo em Minas Gerais (2003-2010), o Estado apresentou o melhor atendimento de saúde de toda a região Sudeste. Ele prometeu investir no programa Saúde da Família, criado no governo de Fernando Henrique Cardoso, cuidar das Santas Casas, reajustar a tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), e ampliar o atendimento em especialidades médicas.
 "O que quero no Brasil é mais saúde, com mais investimento do governo federal. Lamento que a senhora [Dilma] tenha cuidado disso, ou se preocupado com isso, no momento em que seu governo termina. Não cuidou disso nos últimos 12 anos. A impressão que tenho é que  temos aqui dois candidatos de oposição. Não temos um candidato de continuidade. Quem vê a sua campanha acha que a senhora não governou o Brasil ao longo de todos esses anos. Lamento que não tenha feito, ao longo do seu mandato, o que se propõe a fazer agora", criticou.
 Mais educação
 Para Aécio, a educação é "essencial para que qualquer país avance na busca de um futuro melhor". Tendo isso em vista, o candidato a presidente do Brasil defendeu o aperfeiçoamento de programas de ensino profissionalizante como o Pronatec, que foi inspirado nas Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) do governo de Geraldo Alckmin, em São Paulo, e no Programa de Educação Profissional (PEP) iniciado em seu governo em Minas Gerais.
 "Um orgulho que tenho na vida foi ter levado Minas Gerais a ter a melhor educação fundamental do Brasil quando eu era governador, não sendo o mais rico dos Estados brasileiros e tendo o maior número de municípios. O Pronatec é um bom programa, mas precisa ser aperfeiçoado. A grande maioria dos alunos do Pronatec tem uma carga horária muito pequena, até 120 horas. Precisamos fazer cursos técnicos de maior duração, porque muitos que estão se formando no Pronatec não estão encontrando uma colocação adequada", avaliou.
Ele acrescentou que se orgulha de ter contribuído para inspirar o governo de Dilma Rousseff "a fazer um bom programa, que precisa ser aperfeiçoado rapidamente".
 Mais segurança
 Aécio Neves destacou que o governo Dilma Rousseff também falhou em outro importante setor, a segurança. Apenas 13% do conjunto de investimentos em segurança pública no Brasil vem da União. O restante, 87%, sai dos cofres de Estados e municípios. Aécio prometeu que seu governo vai dar prioridade a uma Política Nacional de Segurança Pública, que vai proibir o contingenciamento de recursos para o setor.
 "No meu governo, vou assumir o comando de uma Política Nacional de Segurança Pública. Controlando as nossas fronteiras. Fortalecendo as nossas Forças Armadas, também abandonadas no governo PT, dando à Polícia Federal a estrutura que ela deixou de ter. Vamos enfrentar, em uma discussão altiva, os países que hoje produzem droga ou matéria prima de droga, que vem matar gente aqui no Brasil. Vou proibir o contingenciamento, que é o represamento dos recursos de segurança pública, para que cada Estado possa saber com o que contar e planejar os seus investimentos", detalhou.
 Aécio também reafirmou a necessidade de se avançar no enfrentamento da violência contra a mulher. Para ele, o governo federal não tem oferecido a estrutura adequada aos programas de Disque-Denúncias e às delegacias especializadas.
 "Tenho absoluta convicção de que temos como avançar muito no que diz respeito à proteção à mulher, a oportunidades para as mulheres terem um salário mais justo, mais próximo daqueles que têm os homens. Ainda estamos extremamente longe disso. Infelizmente, os próprios fundos, sejam do Fundo Penitenciário, do Fundo de Segurança, extremamente importantes para apoiar os Estados a fazer investimentos para ampliar, por exemplo, as delegacias de proteção à mulher, não chegam. Não há planejamento", lamentou.
 Menos corrupção
 Aécio também propôs à presidente Dilma Rousseff que elevasse o nível do debate durante a campanha presidencial. Ele criticou a postura da adversária petista, pautada por "ataques violentos" e "inverdades", e mostrou-se estarrecido com as crescentes denúncias de corrupção no atual governo.
 "Todos nós, brasileiros, acordamos a cada dia surpresos com novas denúncias. O que acontece na Petrobras é algo extremamente grave, que jamais ocorreu nessa República. É preciso muito mais do que um conjunto de boas intenções em final de governo para o resgate da credibilidade da vida pública. A senhora [Dilma], infelizmente, não tem tomado a atitude que o Brasil espera nesse caso", completou Aécio.

Nova Laranjeiras:Vem aí mais um grande evento, Jeann & Julio no Beco da Fulia

Vem aí mais um grande evento em Nova Laranjeiras!!
Jeann e Julio + Dj + Dupla Angelo Rheis e Gustavo

Sábado, dia 1º de novembro no Beco da Folia S H O W's em Nova Laranjeiras

Laranjeiras do Sul:Denúncia feita pelo Ex-Vereador Deoclécio De Nez coloca Ex-Prefeito Berto Silva no banco dos réus, Berto é acusado de fraude em licitação

Uma denúncia feita pelo Ex-Vereador Deoclecio De Nez quando era "adversário político" do Então Prefeito Berto Silva a respeito de uma possível fraude na licitação do Asfalto que liga o trevo do Cemitério até o Centro de Eventos de Laranjeiras do Sul está movimentando os "comentários" na cidade nesta quinta-feira (16), a movimentação foi devido a que nesta tarde estava marcada uma audiência sobre o caso, onde tanto o Ex-Prefeito Berto Silva, como o Ex-Vereador Deoclecio De Nez iriam prestar depoimentos sobre o caso.
Deoclecio De Nez

Na época, o Vereador Deoclecio De Nez denunciou a suposta irregularidade ao Ministério Público Estadual, pois ele tinha as informações que a obra teria sido feita sem licitação.

O Ministério Público acatou a Denuncia e propôs a Ação Civil Pública, sendo que na época os bens do Prefeito Berto Silva foram bloqueados.

Eleições 2014

Deoclecio De Nez foi coordenador de campanha do Ex-prefeito Berto Silva neste ano, Berto foi candidato a Deputado, mas não conseguiu se eleger.
De Nez comandava o Escritório em Laranjeiras do Sul.

Veja abaixo a matéria divulgada pela Prefeitura Municipal de Laranjeiras do Sul

Na tarde desta quinta-feira (16), no Fórum de Laranjeiras do Sul foi  realizada uma importante audiência da Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público da Comarca contra o ex-prefeito Berto Silva e as empresas LPadilha Britagem de Cantagalo e a Pedreira Sul Britas de Candói. O ex-prefeito Berto Silva responde pela acusação de desvio de dinheiro público por irregularidades encontradas no processo de execução da obra de pavimentação da Avenida Deolinda da Luz no valor de R$ 125 mil, que liga a cidade ao parque de eventos, que foi executada com mão de obra e maquinário do município e inaugurada em março de 2006, sem ter sido feito a licitação antes da sua execução, o que é totalmente ilegal.
Segundo os autos do processo, a ação foi movida pelo MP depois de denúncia feita pelo ex-vereador e presidente da Câmara da época, Deoclécio De Nez, que também prestou depoimento durante a audiência, aonde também participaram o atual secretário de Finanças Marcelo Passarim e a Procuradora Jurídica do Município, a advogada Andréia Indalencio Rochi.
Segundo Dra. Andréia a acusação que recai sobre o ex-prefeito Berto Silva e que está muito bem materializada na ação movida pelo MP, revela uma fraude praticada pelo governo anterior para mascarar o processo de licitação feito somente após a conclusão da obra executada na época. Na sua avaliação, caso comprovado as acusações, os envolvidos precisam ser punidos exemplarmente para que a população não seja lesada por atos de corrupção praticados no passado.
Procuradora Jurídica de Laranjeiras do Sul
A procuradora recorda que a ação contra o ex-prefeito teve origem depois de denúncia feita em 2006 pelo ex-vereador e presidente da Câmara, Deoclécio De Nez, e que a prefeitura ingressou agora no processo para contribuir com o MP na apuração dos fatos.
Dra. Andréia acrescenta que o MP requereu na época a indisponibilidade dos bens do ex-prefeito e a devolução do valor de R$ 125 mil aplicado na obra, a exemplo das duas empresas citadas no processo.

Caso comprovado as acusações, Dra. Andréia revela que o ex-prefeito Berto Silva pode ser obrigado a devolver o dinheiro que teria sido desviado indevidamente, além de uma série de outras sanções, como aplicação de multas, cassação dos direitos políticos por até 8 anos e perda de função pública, conforme previsto na Lei de Improbidade Administrativa.

Fonte:http://www.laranjeirasdosul.pr.gov.br/exibenoticia.php?id=4877


LEIA ABAIXO MATÉRIA PUBLICADA SOBRE O FATO EM 26 DE AGOSTO DE 2011

Prefeito foi denunciado pelo MP por suspeita de apropriação indébita de dinheiro público


O Ministério Público da Comarca de Laranjeiras do Sul, agravou o pedido de afastamento do prefeito Berto Silva ao Tribunal do Justiça do Estado do Paraná por suspeitas de apropriação indébita de dinheiro público.No dia 21 de julho, a promotoria já havia protocolado o pedido assim como a indisponibilidade dos bens do prefeito. No entanto, a juíza de direito da Comarca indeferiu o pedido, apenas bloqueou os bens de Berto.Mas conforme o promotor Rodrigo Leite, uma nova solicitação se fez necessária, porque segundo ele, há provas de que o prefeito está manipulando documentos, dificultando instrução investigatória e negando informações ao MP.De acordo com Leite, uma investigação da Promotoria de Justiça constatou irregularidades na pavimentação da avenida Deolinda da Luz, que liga a cidade ao Centro de Eventos. Segundo ele, a obra no valor de R$ 125 mil foi executada com mão de obra e maquinário do município e inaugurada no dia 18 de março de 2006. No entanto, dois meses depois, a prefeitura abriu um processo licitatório para a construção da mesma obra, na época, as empresas vencedoras foram a LPadilha Britagem e Pedreira Sul Britas, que também estão com os bens indisponíveis. “Foi feito licitação para fazer uma obra que já estava inaugurada”, simplificou o promotor.Segundo Rodrigo, já foi iniciada a fase judicial. Ele e o promotor Fernando Cubas César assinaram um pedido para apurar novas provas. Segundo ele, a decisão de afastamento caberá a um desembargador do TJ. “Essa é uma medida bastante radical e severa, que só deve ser pedida em casos extremos”, explicou.O promotor explicou que será aberto prazo para defesa da parte interessada e posteriormente será instaurado um processo judicial e a promotoria vai ter a oportunidade de produzir provas com os requeridos.Caso comprovado as denúncias, o prefeito Berto Silva poder perder o cargo, ter que devolver o dinheiro que teria sido apropriado indevidamente bem como ser condenada a uma série de sanções. Entre elas a aplicação de multas cassação dos direito políticos e outras penas previstas na Lei de Improbidade Administrativa.Berto foi procurado mas preferiu não se pronunciar. Disse apenas estar se defendendo na Justiça.

Fonte:http://ojornalismoindependente.blogspot.com.br/2011/08/tribunal-de-justica-decidira.html 

Por olho Aberto
Nossa reportagem tentou contato via telefone com o Ex-Prefeito Berto Silva, mas não conseguimos falar com ele, gostaríamos de saber seu posionamento sobre a acusação de fraude de licitação

CREA-PR fiscaliza empresas que realizam extração mineral no Paraná

Proposta é mostrar a importância do profissional registrado na execução da atividade, que demanda postura de controle ambiental

A extração mineral, mais conhecida como mineração, engloba a pesquisa, lavra e beneficiamento de minerais e se caracteriza pela existência de um plano de aproveitamento econômico de um corpo mineral conhecido. A atividade compreende três etapas, que correspondem à implantação, operação e desativação, e é configurada como uma forma de uso temporário do solo.
Por envolver diversas questões ambientais e demandar uma postura de controle ambiental (como a manutenção da qualidade dos recursos hídricos, as questões indígenas, a disseminação de doenças e a recuperação da área degradada), a atividade pede o acompanhamento de profissionais habilitados e registrados junto ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR).
Segundo o agente fiscal do Departamento de Fiscalização (DEFIS) do CREA-PR, Paulo Henrique Neves de Oliveira, esse é o ramo da Engenharia que se ocupa da pesquisa, da prospecção, da extração e do aproveitamento de recursos minerais. “O engenheiro de minas atua na área de tecnologia mineral, desde a prospecção (busca de depósitos minerais), a lavra (extração do minério) até o beneficiamento (processamento, separação e concentração do material extraído) para adequá-lo às especificações produtivas”, explica. Além de localizar jazidas, ele analisa o tamanho das reservas e a qualidade do minério no local; estuda as possibilidades técnicas e econômicas da exploração do depósito mineral. E, caso seja viável, elabora e executa o projeto de extração, escolhendo os equipamentos adequados e determinando os recursos humanos e materiais necessários ao trabalho. “Sem o acompanhamento profissional, os efeitos de uma extração mal feita seriam a degradação da área utilizada com a impossibilidade de sua recuperação, ou seja, um enorme prejuízo ao meio ambiente”, alerta Oliveira.
Aspectos constitucionais e legais
A extração mineral tem seus principais aspectos constitucionais e legais inseridos na Diretriz Ambiental para o Setor Mineral, com destaque ao Decreto-Lei 227/1967 – Código de Mineração, indicado no Manual de Fiscalização utilizado no CREA-PR. “Com base neste documento, o Conselho fiscaliza as atividades de pesquisa, lavra e beneficiamento de minerais, verificando quais são os profissionais e empresas envolvidas, a respectiva habilitação e registro destas empresas junto ao CREA-PR”, esclarece o agente de fiscalização do DEFIS, Fábio Aguiar.
De acordo com a gerente do DEFIS, Vanessa Moura, por se tratar da extração de recursos naturais não renováveis da crosta terrestre, a mineração geralmente é vista como uma atividade altamente impactante e não sustentável. “Por outro lado, a mineração é estratégica e a base da sociedade industrial moderna, fornecendo matéria-prima para todos os demais setores da economia, sendo, portanto essencial ao desenvolvimento. Os efeitos ambientais e socioeconômicos do aproveitamento destes jazimentos dependem, principalmente, da forma na qual esta atividade será planejada e, principalmente, como será desenvolvida, daí a importância de sua fiscalização”, conclui.
No Paraná, as principais empresas que realizam a atividade de lavra de bem minerais estão situadas na Região do Norte Pioneiro do Paraná e Vale do Ivaí, englobando os municípios das inspetorias do CREA-PR de Apucarana, Bandeirantes, Cornélio Procópio, Ibaiti, Jacarezinho e Santo Antônio da Platina.