Aniversario de Espigao Alto do Iguacu

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Voce e nosso convidado!!!

quinta-feira, julho 25, 2024

Laranjeiras do Sul: Pesqueiro JC, ambiente familiar!!!

 



Laranjeiras do Sul: Pesqueiro JC, ambiente familiar!!!

Ambiente familiar

O Pesqueiro JC tem uma grande estrutura para você e sua familiar passar momentos agradáveis e de descontração, tudo isso a 500 metros da Coprossel da Vila Industrial em Laranjeiras do Sul, a menos de 10 minutos do centro da cidade.

Pescaria

10 açudes para você e sua família e amigos descontrair e se divertir pescando as mais variedades de espécies de peixes ( Carpas variadas, bagres, pintado, traíra, tilápia, pacu,Tambacu, tambaqui, dourado e outras), são mais de 8 toneladas de peixes para pescaria.

Porções Deliciosas

Porções de tilápia, ,batata frita , polenta, tulipa, mandioca e outras Bebidas Sucos naturais, grande variedade de marcas d cervejas (bem geladinhas) , refrigerantes e outras.

De segunda a segunda

Funcionamento de segunda a segunda a partir das 12 horas, e aos sábados e domingos a partir das 10 horas!

Endereço

O Pesqueiro JC está localizado no início do Calçamento do Alto São João, a 500 metros da Coprossel da Avenida Santo Dumont (Vila Industrial), trajeto todo sinalizado com placas.

Contato


(42) 99163-5404 -Whatsapp

PM foi morta pelo namorado no Paraná porque ele não queria terminar relacionamento, conclui polícia


PM foi morta pelo namorado no Paraná porque ele não queria terminar relacionamento, conclui polícia

Inquérito foi finalizado um mês após o crime. Homem também assassinou a mãe na mesma situação.

A Polícia Civil concluiu que a policial militar Marcella Christiane Rosa foi morta pelo namorado porque ele não aceitava o fim do relacionamento. O crime aconteceu no dia 24 de junho, em Cândido de Abreu, nos Campos Gerais do Paraná.

Segundo a investigação, o homem usou a arma da agente para assassiná-la. Ele também matou a própria mãe e depois tirou a vida.

Marcella atuava como soldado da PM há 11 anos. Ela trabalhava no hospital militar da corporação, e havia viajado para visitar familiares em Cândido de Abreu.

De acordo com o inquérito, a policial já vinha tentando terminar a relação com o namorado, que não aceitava. Segundo familiares, eles moravam juntos e ela tinha pedido para ele sair de casa, mas o homem se negava.

Marcella foi descrita pelos familiares como uma pessoa esforçada, amável e dedicada. Ela trabalhou nos batalhões da PM em Ponta Grossa, Irati, Teixeira Soares e Fernandes Pinheiro.

Policial penal é suspeito de assédio sexual contra detentas em cadeia pública no Paraná, diz MP


Policial penal é suspeito de assédio sexual contra detentas em cadeia pública no Paraná, diz MP

Uma das vítimas também foi estuprada, segundo investigação. Servidor é gestor da unidade e também é suspeito de assédio sexual, ameaça, coação no curso do processo e peculato.

Policial penal é suspeito de violentar detenta

Um policial penal foi afastado do cargo suspeito de estuprar uma detenta da Cadeia Pública de Dois Vizinhos, no sudoeste do Paraná. O servidor é gestor da unidade e também é suspeito de assédio sexual contra presas, ameaça, peculato e coação no curso do processo.

O agente, que não teve a identidade revelada, foi alvo de uma operação realizada no município nesta quarta-feira (24) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná.

A Cadeia Pública de Dois Vizinhos é uma das poucas da região que recebe mulheres e atualmente abriga mais de 100 presas.

As investigações apontam que a mulher vítima de estupro fazia o serviço interno na cozinha do estabelecimento prisional. As apurações colheram depoimentos de detentas, funcionárias, além analisarem imagens de câmeras de segurança.

Conforme o MP, os abusos acontecem desde que o servidor assumiu a gestão da cadeia.

O promotor Tiago Vacari, do Gaeco, afirma que o policial "mantinha relações sexuais com as presas com ameaças de que ela [as vítimas] seria desimplantada do local onde ela estava trabalhando, bem como seriam dificultadas visitas familiares".

Segundo o MP, a investigação começou no início deste mês após uma denúncia anônima indicar que o policial penal estava assediando detentas e utilizando o trabalho de presos da unidade na própria residência.

"A retirada dos presos se dava especialmente aos finais de semana, mas não apenas aos finais de semana, e eram levados à sua residência para fazer esses trabalhos", disse o promotor de Justiça Tiago Vacari.

Duas ordens judiciais contra o policial foram cumpridas pelo Gaeco - uma na casa dele e outra na cadeia.

Durante as apurações dos fatos, o Gaeco apontou que o suspeito também se aproveitava do cargo para praticar ameaças e coação no curso do processo.

O Ministério Público pediu a prisão do servidor, porém, a Justiça determinou apenas o afastamento das funções por 180 dias, além de apreensão de todas as armas de fogo, pessoais ou funcionais que estivessem com ele.

Durante o cumprimento dos mandados foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos que serão analisados para apuração dos crimes .

O homem foi proibido também de acessar as dependências da cadeia e manter contato com qualquer detento da unidade prisional.

Em nota, o Departamento de Polícia Penal do Estado do Paraná (Deppen) afirmou apenas que colabora com as investigações.

LS: Ladrões arrombam janela de estabelecimento comercial e furtam R$ 600 do caixa


Eram aproximadamente 6:50h desta terça-feira, 23 de julho, quando uma equipe policial da 10ª Cia independente de Laranjeiras do Sul, foi acionada para atender uma ocorrência de furto qualificado. No local indicado, a equipe entrou em contato com o proprietário do estabelecimento comercial, o qual passou a relatar que ao chegar, percebeu que haviam subtraído de seu caixa uma quantia de aproximadamente R$ 600.
A equipe PM constatou que uma das janelas estava com sinal de arrombamento e ao verificar imagens das câmeras de monitoramento percebeu que por volta das 02h, dois indivíduos já conhecidos no meio policial pela prática de furtos, adentraram o comercio e cometeram o furto. Por fim, a equipe realizou patrulhamento nas imediações, porém não localizou os autores. 

Fonte: www.radiocampoabertofm.com.br

Paraná é o estado que mais apreende carga de cigarro eletrônico


No Paraná, houve o maior número de apreensões de cigarros eletrônicos contrabandeados no Brasil, além da segunda maior apreensão desse tipo de carga, que totalizou 100 mil unidades em Santa Terezinha de Itaipu (PR), em maio deste ano.

Recentemente, foi estabelecido um novo recorde com a apreensão de 129 mil cigarros eletrônicos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Vitorino (PR), localizado no sudoeste paranaense. A operação ocorreu na noite de terça-feira, 23 de julho. Esta é a maior quantidade de cigarros eletrônicos contrabandeados apreendidos até o momento em 2024. Os produtos, que são ilegais no Brasil desde 2009, estavam sendo transportados em um caminhão.

Durante a abordagem, o motorista, um homem de 30 anos, afirmou aos policiais que o veículo estava vazio. No entanto, após uma inspeção minuciosa, a equipe encontrou uma grande quantidade de cigarros eletrônicos de diversas marcas. O condutor foi detido e levado para a Polícia Federal em Guarapuava (PR), juntamente com o caminhão e a carga apreendida, para o registro do crime de contrabando.

Mais tarde, o motorista admitiu que havia pegado os cigarros em Céu Azul (PR) com destino a Pato Branco (PR).

Fonte: Campo Aberto FM

Supermercado Conafri, os melhores produtos sempre com os menores preços!!!

 

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Rua Alberto Minski, 200, Vila Industrial (em frente ao Posto Palmeiras)

quarta-feira, julho 24, 2024

DEPUTADO LUIZ FERNANDO GUERRA APRESENTA DUAS EMENDAS ADITIVAS À LDO PARA 2025


DEPUTADO LUIZ FERNANDO GUERRA (UNIÃO) APRESENTA DUAS EMENDAS ADITIVAS À LDO PARA 2025

Ambas as propostas estão alinhadas com o Plano Plurianual do Estado do Paraná 2024-2027 e contribuem para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU.. Créditos: Divulgação/Assessoria Parlamentar

Presidente da Comissão de Indústria, Comércio, Emprego e Renda na Assembleia Legislativa do Paraná, o deputado estadual Luiz Fernando Guerra (União) apresentou emenda para incluir dentre as prioridades de atuação da Fomento Paraná para o ano de 2025 a viabilização de projetos que possibilitem crédito e financiamento facilitado com o foco em inovação especificamente agro e rural.

De acordo com Luiz Fernando Guerra, “por muito tempo, a área rural foi deixada de lado, sem perspectiva de investimento em inovação. Mas os novos tempos demonstram uma revolução, seja na implementação tecnológica no próprio agronegócio, seja na implementação de práticas agro inclusivas, eficientes, sustentáveis e saudáveis, contribuindo para a competitividade do Estado do Paraná em relação aos demais estados e países produtores”, destaca o deputado.

A iniciativa de Guerra visa impulsionar a inovação no setor agro e rural. Sua proposta direciona o foco da Fomento Paraná para o financiamento de soluções inovadoras que promovam o desenvolvimento do agronegócio, reconhecendo que a inovação vai além da tecnologia.

Além disso, Guerra também atendeu a uma demanda dos caminhoneiros, propondo a inclusão de projetos de crédito facilitado para a implementação de Pontos de Parada e Descanso nas rodovias do Estado. Essa medida, em conformidade com a Lei dos Caminhoneiros, visa garantir locais seguros para que os profissionais possam descansar durante suas viagens.

“O objetivo é alcançar os comerciantes, proprietários e empreendedores paranaenses com linha de crédito facilitada, atrativa e com baixos juros, a ser concedida para o impulsionar a existência e/ou ampliação de locais à beira das estradas, que permitam a parada segura do veículo e possibilitem o repouso necessário ao profissional, ainda mais nas vias de acesso ao litoral e ao Porto de Paranaguá”, afirma Luiz Fernando Guerra.

Ambas as propostas estão alinhadas com o Plano Plurianual do Estado do Paraná 2024-2027 e contribuem para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. Luiz Fernando Guerra demonstra seu compromisso com o desenvolvimento econômico e social do estado, apostando na inovação e no apoio aos setores fundamentais para a economia paranaense.

Com apoio do IDR-PR, abelhas produzem mel e aumentam produção de grãos


No sítio Roda d’Água, localizado na região Noroeste do Paraná, o cultivo de grãos convive harmoniosamente com a apicultura. Cerca de 80 colmeias são mantidas nas áreas de preservação da propriedade, no município de Floresta, e fazem parte de uma antiga tradição da família Jung. O que para muitos produtores parece impossível, manter as abelhas e cultivar soja ou milho, se transformou num diferencial. Hoje as abelhas se transformaram em aliadas dos produtores.

Além de produzirem mel, elas são responsáveis por um aumento considerável da produção de grãos. A prática mostra, e a pesquisa comprova, que o manejo adequado das lavouras traz benefícios tanto ambientais quanto econômicos para o produtor.

Até os anos 1970 o sítio Roda d’Àgua, pertencente a João Jung, era ocupado com o plantio de café, e os filhos, Antônio e João Filho, mantinham algumas colmeias na propriedade. Depois da grande geada negra, em 1975, que comprometeu o cafezal, os proprietários deram início ao plantio de soja e decidiram manter as abelhas. Para alimentar as colmeias eles contavam com dois alqueires de mata nativa preservada e 59 alqueires dedicados às lavouras.

O manejo era feito de forma intuitiva, evitando aplicar agrotóxico quando as abelhas estavam procurando pólen no campo ou retirando as colmeias de áreas expostas a produtos químicos. Na década de 1990 um extensionista da Emater, hoje IDR-Paraná, deu algumas orientações para que os produtores melhorassem o manejo das abelhas.

Na ordem natural de sucessão familiar, a propriedade passou a ser administrada pelos filhos do João, que levaram adiante o trabalho com as abelhas. Em seguida, seria a vez da terceira geração. Lígia e Paulo, filhos do Antônio, passaram a administrar a propriedade com o pai, já que o tio falecera. Neste tempo o consórcio abelhas-grãos foi aprimorado.

Lígia Jung, formada em Agronomia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), lembra que a prática mostrava que havia algo acontecendo nas áreas próximas das colmeias. “Começamos a perceber que colhíamos bastante mel na época da florada da soja. Notamos que na beirada dos apiários a produção de soja era maior. A gente sentia que a colheitadeira ficava mais pesada”, afirma.

Segundo ela, a partir dessa observação eles perceberam que havia uma relação muito boa entre as abelhas e a soja. “Decidimos cuidar dessa parte técnica, porque estava um ajudando o outro. A gente estava colhendo mais soja e mais mel”, acrescenta a produtora. Não demorou para que Décio Gazzoni, pesquisador da Embrapa Soja, que desenvolvia um estudo sobre esse consórcio, viesse à propriedade para confirmar os dados a partir dos resultados obtidos pela observação dos produtores.

De acordo com Eduardo Mazzuchelli, coordenador regional de Lavouras do IDR-Paraná, de Maringá, já se sabia que a abelha aumentava a produtividade da soja, mas até pouco tempo atrás não havia uma avaliação oficial do impacto das colmeias nas lavouras.

“As pesquisas da Embrapa mostraram que, apesar de a soja ser uma planta com flores autofecundantes (quando as flores recebem seu próprio pólen ou o pólen de outras flores da mesma planta), as abelhas aumentam a produtividade. As vagens que normalmente produzem três grãos de soja, com as abelhas passam a ter 4 ou 5 grãos, e com isso há um incremento médio na produtividade em torno de 13%”, afirma.

Na propriedade da família Jung são mantidas colmeias com abelhas europa e espécies nativas, sem ferrão. Atualmente as colmeias produzem 2 mil quilos de mel que representam 20% da renda da propriedade. As abelhas garantem o pagamento das despesas da casa da família quando a soja não tem bom preço. Os produtores já têm uma marca, Mel Floresta, com registro no SIM (Sistema de Inspeção Municipal) e entregam mel para a clientela da região. O mel é tipificado como silvestre, já que as abelhas coletam pólen das flores da soja e de outras plantas nativas no restante do ano.

Manter colmeias em uma área com soja nem sempre é fácil. Em 2009 os proprietários perderam 50% das colmeias, em virtude da deriva de agrotóxicos de outras propriedades. Lígia afirmou que ela só insistiu com as colmeias porque já tinha uma marca regional de mel e não dava para perder esse patrimônio. “São anos brigando por isso, trabalhando com a apicultura. Falando que as abelhas não prejudicam a soja, só vêm agregar. Hoje a pesquisa já fala que essa parceria dá certo”, ressalta.

Toda a família Jung está envolvida nesse trabalho. Antônio e os filhos, Lígia e Paulo, cuidam da lavoura. A matriarca, Albertina Ambiel Jung, é responsável pela agroindústria que processa o mel e pelo manejo das colmeias, juntamente com Antônio e Lígia.

Eduardo Mazzuchelli observa que o papel do IDR-Paraná, atualmente, é fazer com que outros produtores adotem esse modelo, divulgando as vantagens do consórcio abelhas-grãos. No ano passado a propriedade ganhou o prêmio Orgulho da Terra. Para Lígia foi uma vitória.

“Foi um presente. A gente fala que dá para trabalhar as duas coisas, abelhas e soja, juntos. Não queremos que os outros produtores parem de fazer o que estão fazendo. A gente aqui escuta muito isso, que a abelha vai atrapalhar a lavoura. Quando chegou o prêmio mostramos que todo o trabalho de anos dá certo, existe uma pesquisa comprovando. E o pessoal em volta viu que dá resultado”, comemora.

PESQUISA – De acordo com a Embrapa Soja, a flor de soja contém néctar de qualidade, com açúcares e outras substâncias que as abelhas precisam para o seu desenvolvimento. Uma planta de soja possui 50 ou mais flores, dependendo da cultivar, do solo e do clima. Isso significa mais de 12 milhões de flores por hectare. Ainda segundo os estudos da Embrapa, a produção de néctar pode passar de 6 litros por hectare, por dia. Com vinte dias de floração plena, são 120 litros de néctar que as abelhas podem levar para suas colmeias. Os apicultores que colocam seus apiários perto de lavouras colhem até 50 kg de mel por colmeia, durante a florada da soja. Isto é mais do que o dobro da média brasileira, que é de 19 kg de mel, por caixa, por ano.

As análises da Embrapa demonstram que os apicultores têm outros benefícios quando os apiários estão perto de lavouras de soja. O primeiro é que a floração da soja ocorre quando acaba a florada da primavera. Sendo assim, o apicultor produz mel num período com poucas flores nativas, mantendo as colmeias fortes e ativas, já que as abelhas forrageiam na soja. O segundo é que, quando há pouca oferta de flores, os apicultores necessitam fornecer alimentação artificial para as abelhas, custo que é desnecessário quando se tem a soja na área.

Para os agricultores as vantagens da criação de abelhas são comprovadas. Os estudos da Embrapa Soja demonstraram que ao coletarem o néctar das flores da soja, as abelhas agem como polinizadoras, aumentando a produtividade de soja em até 18%, ou 13% em média. Isso acontece porque aumenta o número de grãos por vagem. Praticamente não existe vagem chocha e são poucas com um grão quando as abelhas fazem a polinização.

Além disso, o peso do grão aumenta e os dois fatores combinados são os responsáveis pelo aumento da produtividade. Com isso, as abelhas ajudam a aumentar a renda líquida para o agricultor, sem qualquer mudança no sistema de produção, dispensando a aplicação de novos recursos. Os pesquisadores também dizem que o agricultor beneficia o ambiente, ao proteger as abelhas e ao reduzir as emissões de gases de efeito estufa, por produzir mais, na mesma área, sem necessitar de mais insumos.

Para integrar a criação de abelhas à soja, os agricultores e apicultores precisam seguir boas práticas agrícolas e apícolas. Devem ser observadas as orientações do Manejo Integrado de Pragas da Soja e as recomendações da tecnologia de aplicação, para evitar impacto negativo sobre as abelhas, criadas ou silvestres. Sempre que houver um apiário próximo às lavouras sujeitas a pulverização agrícola, deve-se estabelecer um amplo canal de comunicação entre as atividades a fim de evitar riscos para ambos, e garantir a produção de mel.

Fonte: Campo Aberto FM

Capitão do Corpo de Bombeiros do Paraná é denunciado por desviar doações de barracão da Defesa Civil


Oficial do Corpo de Bombeiros do Paraná é preso suspeito de desviar itens de depósito da D

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) denunciou por peculato Gustavo Emmanuel Gonçalves Fogaça, capitão do Corpo de Bombeiros, suspeito de desviar itens de um galpão da Defesa Civil do Paraná que concentrava doações às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.

Fogaça foi preso em flagrante, em maio de 2024. O Ministério Público afirma que, no momento em que foi abordado, o capitão estava em uma distribuidora de bebidas, descarregando 21 fardos de energético desviados de um galpão cedido à Defesa Civil em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba.

Conforme o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), no local também foram encontrados roupas, eletrônicos e instrumentos musicais, que, a princípio, foram doados pela Receita Federal para a Defesa Civil.

No início de junho, ele foi solto, mas desde então, o militar encontra-se afastado liminarmente das funções, segundo o MP. Caso seja condenado, ele pode perder o cargo em definitivo. Além disso, pode cumprir até 15 anos de prisão.

Por meio de nota, o advogado Jeffrey Chiquini, responsável pela defesa de Fogaça, afirmou que o oficial enfrentará o processo e se compromete a esclarecer tudo à justiça.

Tio também foi denunciado

Segundo o Ministério Público, um tio do capitão foi denunciado pelo Gaeco pelos crimes de receptação e posse irregular de arma de fogo.

O órgão informou que o processo ainda não foi recebido pelo Judiciário.

As investigações apontam que junto com o capitão, o tio estava comercializando pela internet parte dos produtos desviados.

Explosões de invasões durante recesso branco do Congresso expõem insegurança jurídica


A cidade de Guaíra, no noroeste do Paraná, passou novamente por invasões a propriedades privadas realizadas por grupos que se denominam indígenas. Os crimes em terras produtivas na região já possuem histórico que perdura por mais de duas décadas e a nova invasão é a segunda ocorrência do tipo registrada em menos de um mês.

No Mato Grosso do Sul, nos municípios de Douradina e Caarapó, foram registrados conflitos durante ações de retomada por indígenas Guarani Kaiowá da TI Amambaipegua I, no sábado (13/07) e no domingo. A situação também escalou com ataques a tiros, deixando dois baleados e outros feridos.

Em Pontão (RS), também foram registrados conflitos com indígenas que vivem em barracos às margens da estrada em um terreno público que pertence ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) pede o cumprimento da Lei do Marco Temporal, aprovada por ampla maioria no Congresso Nacional, e já protocolou a convocação do Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, para esclarecimentos.

Na manhã da última segunda-feira (15), um grupo de aproximadamente 20 indígenas montaram acampamento em uma propriedade rural de 250 hectares. No local, produtores rurais sofreram violência por parte dos invasores, e o Samu precisou ser acionado para prestar socorro. No dia 9 de julho, uma propriedade rural de Terra Roxa (PR) também foi alvo de indígenas, o que mostra a repetição de crimes que contam com a passividade do poder público.

O presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), condenou a ação criminosa e destacou o caráter orquestrado das invasões, que contam com a anuência de interessados dentro do Governo Federal. O parlamentar lembra que durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investigou movimentos sociais responsáveis por crimes no campo e na cidade, as invasões cessaram momentaneamente.

“Repudiamos veementemente qualquer tipo de crime, não importa quem os cometa. A FPA seguirá de forma irrevogável, a favor do direito de propriedade e contra qualquer tipo de invasão. Durante a CPI das invasões tivemos uma queda brusca e agora no recesso parlamentar uma nova escalada de crimes. Eles se aproveitam da situação e de um governo que é declaradamente parceiro do tema”.

Lupion acrescenta que a lei do Marco Temporal está em vigor e precisa ser a referência para a condução de crimes como os de Guaíra e Terra Roxa.

“A nossa bancada reforça que não é contrária aos direitos indígenas, mas entende que um direito não se sobrepõe ao outro. O Marco Temporal é fato balizador do direito de propriedade no Brasil e a população rural não pode ser penalizada com a expropriação de suas terras, sem nenhuma indenização ou segurança jurídica garantida pelo Estado Brasileiro. Afeta investimentos, empregos e a paz no campo”, enfatizou.
Demarcação suspensa em Guaíra

No dia 3 de abril deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria, derrubou a liminar do ministro Edson Fachin, que suspendia decisões judiciais que reconheceram vícios em processo administrativo de demarcação de terras indígenas em Guaíra (PR) e região. A FPA, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Federação da Agricultura do Paraná (FAEP) buscaram a reforma da liminar de forma a garantir o direito de propriedade e a segurança jurídica.

Lupion reforçou à época, que a lei a ser respeitada é exatamente a do Marco Temporal, discutida e aprovada pelos parlamentares escolhidos pelo povo. “Nós aprovamos com ampla maioria e temos a certeza de que o respeito às leis é o caminho para o desenvolvimento do país. O resultado é mais um passo para restabelecer, no país inteiro, o direito de propriedade e a segurança jurídica”, concluiu.
Marco Temporal

O Marco Temporal, estabelecido na Constituição Federal de 1988 e reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no caso da terra indígena Raposa Serra do Sol (RR) em 2009, determinava que indígenas só têm direito à terra se estivessem na área na data da promulgação da CF/88, em 5 de outubro de 1988. A Constituição também estabeleceu que o governo federal teria cinco anos para demarcar as referidas regiões – isto é, até o dia 5 de outubro de 1993.

Diante de um novo debate que surgiu sobre a matéria, o Congresso Nacional colocou em lei o que já estava dito. Em 30 de maio de 2023, após 16 anos de debates, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por 283 votos a 155, o projeto de lei que estabelecia o Marco Temporal para demarcação de terras indígenas. Em seguida, no Senado Federal, no dia 27 de setembro, mais uma vitória com ampla vantagem. Dessa vez, por 43 votos contra 21, o projeto seguiu para sanção presidencial.

Apesar do veto do Presidente da República, em sessão conjunta, o Congresso Nacional restabeleceu o texto aprovado no Projeto de Lei 2903/2023 que reforça a determinação da Constituição Federal em relação à data para demarcação de terras indígenas no Brasil, com 374 votos a favor da derrubada do veto.
Convocação do ministro da Justiça

A FPA solicitou informações do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, no que se refere às ações que vêm sendo tomadas quanto às invasões que estão ocorrendo no oeste do Estado do Paraná, especificamente na região dos Municípios de Terra Roxa e de Guaíra, bem como no Estado do Mato Grosso do Sul, Municípios de Dourados, Douradinha, Caarapó e Aquidauana.

Além disso, foi protocolada, nesta quinta-feira (18) a convocação do ministro Lewandowski para obter esclarecimentos detalhados sobre quais ações o MJSP pretende implementar para garantir a proteção da população rurais e a estabilidade no campo. É fundamental entender quais estratégias serão adotadas para prevenir novos conflitos, assegurar a punição dos responsáveis e, principalmente, proporcionar um ambiente com segurança jurídica no Brasil.

Texto: Agência FPA) / Canal SouAgro

Fonte: Campo Aberto FM

Laranjeiras do Sul:Conselho Tutelar tem porta arrombada e o local todo revirado pelos arrombadores


Por volta da 1:15h, desta terça-feira, 23 de julho, uma equipe policial foi acionada, para atender uma situação de disparo de alarme do prédio do conselho tutelar de laranjeiras do sul. No local, os policiais constataram que a porta de acesso ao estabelecimento estava entreaberta, com sinais de arrombando, tendo um cadeado "estourado" no chão, porém ninguém foi localizado no interior do estabelecimento.
O todos os cômodos do local estavam revirados, porém não foi constatado furto de nenhum objeto.

A equipe realizou patrulhamento nas adjacências sem êxito em encontrar os possíveis autores.
Por conseguinte a equipe orientou os responsáveis quanto aos procedimentos.

COMPLEMENTO DA MATÉRIA:

Na manha desta terça-feira, as conselheiras fizeram o levantamento do local, onde constataram que os ladõres levaram aproximadamente 6 a 7 caixas de leite da geladeira e tentaram arrombar a porta dos fundos, ainda segundo informações que foram repassadas ás conselheiras, os autores foram dois rapazes encapuzados.

Fonte: www.radiocampoabertofm.com.br

Policial Militar tem parte da orelha arrancada por mordida ao conter suspeito durante ocorrência em Guarapuava


Um policial militar do 16º BPM, teve parte da orelha arrancada por uma mordida ao conter um suspeito durante uma ocorrência em Guarapuava.

De acordo com a corporação, o homem que atacou o policial tem 29 anos e também ameaçou matar os Policiais Militares que o prenderam.

O caso aconteceu no domingo (21), por volta das 8h, no Bairro Morro Alto.

Segundo a PM, a equipe foi acionada porque o homem estava rondando a casa da ex-companheira e há a suspeita que, no dia anterior, ele ateou fogo em um carro da família e também tentou incendiar a casa.

A jovem tem 18 anos e disse à polícia que o homem não queria aceitar o fim do relacionamento e a ameaçava por mensagens.

Quando a PM chegou ao local, ele tentou fugir, mas foi pego pelos policiais, então, os agrediu, tirando um pedaço da orelha de um deles com uma mordida, afirma a corporação.

O policial foi conduzido a casa hospitalar de Guarapuava, ao hospital e deve ficar afastado por pelo menos 18 dias para recuperação.

“Posteriormente, mais equipes policiais chegaram ao local e conseguiram realizar a contenção do indivíduo, que a todo momento ameaçava as equipes policiais de morte”, informa o relatório da polícia.

Os agentes o prenderam e, segundo a equipe, ele continuou agitado na viatura e na cadeia, onde danificou uma cela.

Foi verificado que ele já possuía mandado de prisão em aberto por violência doméstica.

Agora, ele também pode responder por crimes como lesão corporal de natureza grave, devido ao ataque ao policial, tentativa de feminicídio, por tentar atear fogo na casa da ex, danos, por incendiar o carro da família e por ter danificado a cela da cadeia, e ameaça, tanto contra a vida dos PMs, quanto contra a ex-companheira, diz a PM.

O nome dele não foi revelado.



Fonte: Campo Aberto FM

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terça-feira, julho 23, 2024

10ª CIA Independente da Policia Militar do Paraná, estará realizando no dia 4 de agosto de 2024 em Laranjeiras do Sul, a 1ª Cãominhada

 

A 10ª CIA Independente da Policia Militar do Paraná, estará realizando no dia 4 de agosto de 2024 em Laranjeiras do Sul, a 1ª Cãominhada, o convite é para que todos tutores de PET participem deste evento. A concentração será na praça Nossa Senhora Aparecida em frente o Santuário, e a saída está programada para as 9h, tendo como ponto de chegada o Lago Municipal l.
Para participar é indispensável: Uso da guia em todos os animais.
Focinheira em animais agressivos e de grande porte.
Os organizadores da Cãominhada, pedem a todos que participarão do evento, para que não esqueçam de levar agua e sacola plástica para recolher as fezes de seus Pets.
Informamos ainda que não será permitido alimentar os animais durante o evento.

Fonte: Campo Aberto FM

Laranjeiras do Sul: Pesqueiro JC, ambiente familiar!!!



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Ambiente familiar

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De segunda a segunda

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